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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Os pontos críticos identificam qual o indicador mais adequado durante a execução do trabalho e qual o nível de percepção do colaborador, sendo atribuído uma pontuação de 1 a 3. A avaliação foi obtida conforme os resultados da soma dos pontos em cada tarefa. Vale salientar que quanto maior o número, maiores serão os riscos de lesões. As atividades desempenhadas no setor foram detalhadas em cada etapa para sua execução, em seguida foram tabuladas conforme as informações estabelecidas no Quadro 1. Em seguida foram analisadas as atividades desempenhadas pelos funcionários. O funcionário A desempenha as tarefas de recolher e dar baixa nos prontuários, retirada de síntese e do

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laudo e registro diário de internações. Contatou-se que todas as tarefas apresentaram pontuação 3 que indica uma percepção grave. O grau de risco é bastante elevado, isso explica o desconforto ilustrado no Gráfico 1. O funcionário B desempenha as tarefas de arquivar as sínteses, encaminhar laudos para Secretaria de Saúde Municipal, anexar as sínteses, conferir os relatórios e elaborar cartas. Nesse caso, somente a tarefa "encaminhar laudos para Secretaria de Saúde Municipal" apresentou pontuação 1, as outras apresentaram pontuação 3. Apesar de nem todas as tarefas apresentarem a incidência dos indicadores com pontuação três, isto não indica que o colaborador esteja imune das lesões. O funcionário C desempenha as tarefas de recebimento e conferência das fichas de Pronto Atendimento Ambulatorial (PAA), digitação dos PAA e preparação do resumo mensal dos procedimentos realizados. A quantidade de PAA faturado mensalmente é de 7.443, o que equivale a uma média aproximadamente de 250 fichas por dia, assim é notório que o funcionário realiza inúmeros movimentos repetitivos por minuto diariamente.

O funcionário D desempenha as tarefas de separação das autorizações do internamento hospitalar (AIH), preparação do espelho (que consiste em escrever o nº de prontuário, transcrever os dados do paciente, anotar os códigos de procedimentos, preencher os dados dos profissionais envolvidos e anotar os códigos dos exames realizados), digitar os laudos, preparar e encaminhar as simuladas (resumo de cada AIH) e atender o telefone. Contatou-se que praticamente todas as tarefas apresentaram pontuação 3. O funcionário E desempenha as tarefas de separação das AIH´s, preparação do espelho, digitação dos laudos, geração do boletim de produção (BPA), elaboração do relatório e encaminhamento das simuladas. Praticamente todas as tarefas apresentaram pontuação 3. Através da aplicação do método RULA, foi possível identificar as atividades críticas, onde ao desempenhá-la os funcionários possuem grandes chances de gerar lesões ou distúrbios. Além desses fatores, os colaboradores do HNAS citam como problemas ergonômicos a temperatura do ambiente de trabalho e a carga horária de 8 horas de trabalho, sendo considerada muito exaustiva para quem desenvolve o trabalho de digitação. A sugestão é que essa carga horária seja reduzida para seis horas e que os móveis sejam adequados a estatura antropométrica de cada colaborador, melhorando também a temperatura do local de trabalho.

4. CONCLUSÕES O método RULA contribuiu significativamente para identificação das atividades críticas, avaliando-se a exposição dos indivíduos a fatores de riscos relacionados a enfermidades dos membros superiores. Durante o acompanhamento das atividades, ficou claro que a maior parte das tarefas executadas apresentou grau três em pelo menos um dos indicadores, o que explica os incômodos nos membros superiores, aumentando as chances das doenças ocupacionais. Quanto as tarefas desempenhadas pelo setor, a maior parte é realizada manualmente, visto que muitas informações referentes aos pacientes são feitas por vários setores, inclusive pelo setor em questão, ou seja, os dados pertinentes ao paciente, são preenchidos no setor de recepção, no livros de ocorrências da clinica que o paciente foi internado, no livro de registro da Equipe Hospitalar de Arquivo Médico além do livro do setor de faturamento, essa redundância poderia ser amenizada com um sistema integrado, isso reduziria o número de esforços repetitivos e o volume de papel usado para essa finalidade. Outro fator importante está relacionado aos móveis incompatíveis, tanto diretamente ao colaborador, quanto na atividade a ele atribuída pela empresa. Conclui-se que através do método adotado foi possível identificar as atividades mais críticas relacionadas a força muscular, a contração estática e ao número de movimentos, sendo identificados como grave as atividades administrativas de uma forma geral.

5. REFERÊNCIAIS Cordeiro, P S., A prática da ergonomia com ações preventivas comportamentais: estudo de caso em empresa do ramo de distribuição in: XIV Congresso Brasileiro da Ergonomia, 2006, Curitiba/PR. Anais Associação Brasileira de Ergonomia, 2006, anais Cd-Room.

Falzon, P. Ergonomia. São Paulo. Edgard Blucher, 2007.

Hembecker, P K. Análise do risco de lesão musculo-esquelética pelo metodo RULA - Rapid Upper Limb Assessement - em trabalhadores de faturamento hospitalar, in: Congresso Brasileiro da Ergonomia, 2006, Curitiba/PR. Anais Associação Brasileira de Ergonomia, 2006, anais Cd-Room.





International Ergonomics Association. What is Ergonomics. Definitions of Ergonomics. Acesso em: set. 2011. Disponível em:

http://www.iea.cc/01_what/What%20is%20Ergonomics.html.

McAtamney, L; Corlett, E.N. RULA - a survey method for the investigation of work-related upper limb disorders. Applied Ergonomics; v. 24, p. 91-99, 1993.

Pavani, R. A. Estudo ergonômico aplicando o método Occupational Repetitive Actions (OCRA): uma contribuição para a gestão da saúde no trabalho. Dissertação (Mestrado em Gestão Integrada em Saúde do Trabalho e Meio Ambiente) – Centro Universitário Senac, São Paulo, 2007.

A actividade dos ergonomistas nos contextos industriais.

Revisão e perspectivas futuras The ergonomists’activity in industrial environments.

Review and future perspectives Moraes, A.S.Pa, Arezes, P.M b, Vasconcelos, R.c a Universidade do Minho, Departamento de Produção e Sistemas – Escola de Engenharia, Campus de Azurém, Guimarães, Portugal, email: sophiapiacenza@gmail.com; b Universidade do Minho, Departamento de Produção e Sistemas – Escola de Engenharia, Campus de Azurém, Guimarães, Portugal, e-mail: parezes@dps.uminho.pt;

Universidade do Porto, Faculdade de Psicologia e Ciências da Educação, Rua do Dr. Manuel Pereira da Silva, Porto, Portugal, e-mail: ricardo@fpce.up.pt

1. INTRODUÇÃO Analisar a sua própria actividade tornou-se uma preocupação dos ergonomistas nas duas últimas décadas. Inicialmente, o profissional praticante da ergonomia dentro dos contextos industriais, alicerçado no quadro teórico da chamada “ergonomia da actividade”, interessava-se pelo trabalho dos operadores de base. Com o desenvolver das intervenções ergonómicas, outros profissionais ganharam atenção: a actividade de engenheiros, projectistas e gestores começou a ser objecto de análise dos ergonomistas. Tais mudanças relacionam-se com as evoluções que a disciplina sofreu ao longo do tempo e também com o tipo de papel que o ergonomista assumiu nas situações de intervenção. Primitivamente os ergonomistas actuavam como responsáveis por denunciar ou diagnosticar situações de trabalho insalubres e inseguras, eram fornecedores de dados ergonómicos ou conhecimentos sobre o funcionamento do homem. A Ergonomia baseava-se nos conhecimentos sobre o homem, como a antropometria, a fisiologia, a psicologia e a sociologia (Wisner, 1987).

Observou-se nas duas últimas décadas uma migração da actuação destes profissionais para a prescrição, seja ela da organização ou do projecto dos postos e ambientes de trabalho. Duarte (2000) relata que, apesar de no início a ergonomia ser utilizada numa perspectiva de diagnóstico das condições de trabalho, outra perspectiva começava a ser delineada com a participação de ergonomistas nos projectos de desenvolvimento tecnológico, como os projectos de automação, modernização tecnológica e concepção de novas unidades produtivas dos diferentes sectores industriais. Tal caminho mostrou-se essencial para que o ergonomista pudesse intervir nas realidades produtivas. O ergonomista mudou de posição, passou de um observador-analista a um actor da concepção. Nessa mudança, abandonou sua posição inicial de somente descrever as realidades do trabalho e passou a possuir uma „vontade prescritiva‟, contribuindo para a elaboração de soluções e ampliando a possibilidade de intervir nas situações (Falzon, 2007). Outros estudos mostraram a participação do ergonomista para além do diagnóstico ergonómico e das recomendações, agindo como actor da concepção dos meios de trabalho (Garrigou, 1994; Béguin, 2007; Daniellou, 2007; Martin, 2000).

Nesta mudança de posicionamento, o ergonomista e o seu trabalho tornaram-se objectos susceptíveis de análise.

Principiam os esforços em compreender as incompatibilidades do seu trabalho, os debates de valores e os conflitos aos quais está sujeito. Enquanto actor das transformações, o ergonomista situa-se numa condição na qual é importante analisar a sua própria actividade. Alguns autores demonstram interesse em modelizar a actividade dos ergonomistas (Daniellou, 2006). Surge a partir daí um novo campo de investigação em ergonomia, centrado na análise do trabalho do ergonomista em intervenção.

Este manuscrito tem como objectivo identificar as mudanças observadas na actividade dos ergonomistas em intervenção

nas duas últimas décadas. Três critérios base são utilizados como referência para identificar tais mudanças:

• diversidade e variabilidade dos praticantes de ergonomia;

• formas de construção da acção ergonómica;

• dimensões colectivas da intervenção.

Objectiva-se também identificar e analisar as principais variáveis que influenciaram as transformações na actividade de trabalho dos ergonomistas em intervenção.

2. MÉTODO O presente manuscrito é o resultado de uma revisão de literatura. Os dados apresentados foram retirados de casos de estudos que relatam intervenções ergonómicas conduzidas em contextos industriais nas duas últimas décadas. Buscou-se como referência principalmente as intervenções fundamentadas no quadro referencial da “ergonomia da actividade”. Os casos de estudos utilizados foram obtidos em publicações periódicas especializadas. Utilizou-se como fonte referencial os estudos publicados em duas revistas em língua portuguesa e duas revistas francófonas. Todas as publicações utilizadas foram colectadas a partir de sítios da internet.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Conforme citam Guérin et al. (2001), ao longo da sua história, o campo da ergonomia não cessou de se ampliar com a experiência. Mudaram-se os papéis desempenhados pelos ergonomistas e portanto sua actividade. Os históricos de acção demonstram que os ergonomistas foram se inserindo cada vez mais nos processos de concepção dos sistemas de trabalho.

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Entretanto, uma intervenção ergonómica em um contexto industrial não é possível de ser conduzida somente por meio de mudanças técnicas. Foi preciso promover, juntamente com as mudanças técnicas, uma inserção social dos ergonomistas nos contextos nos quais ocorreram as intervenções. O ergonomista tornou-se um actor nos processos de concepção dos meios de trabalho e com isso, a sua actividade foi se modificando.

Utilizando os três critérios definidos para avaliar as mudanças ocorridas na actividade dos ergonomistas, os casos de

estudo analisados apresentaram variações em relação às seguintes variáveis:

• tipo de indústria no qual intervenção ocorreu;

• origem da demanda e tipo de contracto estabelecido;

• metodologias e principais ferramentas utilizadas na intervenção;

• principais profissionais envolvidos na acção ergonómica;

• formas de interacção do ergonomista com os outros actores;

• grau de liberdade do ergonomista e limites da acção;

• resultados atingidos na intervenção.

Tais mudanças são consequência da transformação do papel assumido por este, mas também são fruto das mudanças que a Ergonomia sofreu ao longo da sua história.

4. CONCLUSÕES Desde as primeiras intervenções da ergonomia nos contextos industriais, o papel assumido pelos ergonomistas tem se transformado. Em quase um século de história, o trabalho e os meios de trabalho foram modificados, fruto de evoluções técnicas, sociais e económicas. Nesse processo, a contribuição da ergonomia não deve ser ignorada.

Este manuscrito objectivou identificar, a partir de uma revisão de literatura, as principais mudanças ocorridas na actividade do ergonomista em intervenção nas duas últimas décadas. A partir dos casos de estudo analisados, realizou-se um levantamento das variáveis mais importantes nesse processo. Destacam-se o tipo de contexto onde se insere a acção, de onde se originam as demandas e do estatuto ocupado pelo ergonomista dentro da empresa.

Entender o trabalho do ergonomista e como este tem se modificado é fundamental para se reflectir sobre as possibilidades de acção que se foram ampliando ou restringindo ao longo do tempo. Analisar como a actividade do ergonomista se transformou ao longo do tempo pode ser útil para compreender como a Ergonomia, enquanto prática profissional, evoluiu em termos dos limites de acção e dos resultados obtidos.



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