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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Também a concentração de halogenados foi avaliada nas salas de operações. A distribuição de resultados está representada na Figura 2, verificando-se que a concentração destes foi avaliada em todas as deslocações do técnico (N=42). Observando a figura, pode verificar-se que em 4 casos foi ultrapassado o VLE (2 ppm), ou seja, em menos de 10% das medições efectuadas. Em 3 casos foi comprovada a existência de fugas; a 4ª situação ocorreu também durante a cirurgia pediátrica no BO 6 – sala B, em que já o VLE de protóxido de azoto tinha sido ultrapassado, devido à utilização de um tubo endotraqueal sem cuff durante uma cirurgia pediátrica.

As concentrações de gases anestésicos foram também determinadas nas zonas anexas das salas onde são utilizados.

Observando a Figura 3, pode verificar-se que houve 5 locais localizados em 2 blocos (BO 8 e BO 12), onde houve ultrapassagem do VLE estabelecido para o protóxido de azoto, sendo que num deles (corredor do BO 8) a concentração medida foi de 125 ppm. No caso do BO 8, parece ter havido uma conjugação de factores que contribuíram para os valores obtidos no corredor e na desinfecção: para além de terem sido detectadas fugas nas salas, a ventilação no bloco não se estava a efectuar eficazmente. A eventual abertura das portas durante o decorrer das cirurgias poderá justificar os níveis encontrados nos anexos, onde não são utilizados anestésicos voláteis.

No caso da elevação de valores verificada no BO 12 foram detectadas fugas a nível da rede de protóxido fora das salas.

BO 8 - Corredor BO 8 - Corredor 3,5 2,5 ppm

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A distribuição das concentrações de halogenados nas zonas anexas às salas de operações, está representada na Figura 4, sendo que apenas uma vez o VLE foi ultrapassado (no corredor do BO 8). A explicação para este valor é a mesma que a referida para a ultrapassagem do VLE de protóxido de azoto neste mesmo local.

4. CONCLUSÕES Os resultados apresentados relativos às concentrações medidas de gases anestésicos durante 2010, revelam que, na generalidade dos blocos operatórios onde são utilizados, a situação de exposição profissional se encontra controlada. No entanto, existiram locais onde essas concentrações excederam os limites de exposição profissional disponíveis, quer para o protóxido de azoto, quer para anestésicos halogenados.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

É de salientar que essa ultrapassagem dos VLE pode ocorrer tanto dentro das salas onde são administrados os gases anestésicos, como também em zonas anexas, sendo que por vezes nestes últimos locais as concentrações são mesmo superiores às das próprias salas de operações. Isto deve-se ao facto de as salas de operações constituírem ambientes controlados, em sobrepressão, em que certas práticas de trabalho (como por exemplo deixar as portas das salas abertas durante as cirurgias) podem contribuir para a poluição das zonas anexas.

Os factores contribuintes para as elevações encontradas relacionam-se com factores diversos, que incluem maioritariamente fugas nos circuitos de gases administrados (canalização e tomadas, circuito do paciente, pontos de conexão, etc.), mas que podem estar conjugadas com outros factores, como deficiências no funcionamento dos sistemas de ventilação das salas ou práticas de trabalho dos profissionais.

É por isso importante acautelar questões como a manutenção regular de instalações e equipamentos de anestesia, para além de ser assegurada a monitorização ambiental periódica e a vigilância médica. Particular importância deverá ser dada à sensibilização dos profissionais no sentido de uma minimização da exposição, uma vez que se verificou que algumas das fugas detectadas poderiam ter sido evitadas se existisse, por exemplo, uma verificação do circuito de gases por parte dos profissionais, prévia à cirurgia (assegurando nomeadamente que todas as conexões estão bem adaptadas).

Finalmente, consideramos que a monitorização contínua dos níveis de anestésicos nos blocos operatórios poderia ser muito útil na gestão do risco, uma vez que existem múltiplos factores, variáveis no tempo, que podem influenciar os níveis de exposição.

Para além dos efeitos crónicos da exposição profissional, nenhum doente quererá seguramente ser intervencionado por pessoal ele próprio “anestesiado”.

5. AGRADECIMENTOSSUCH: Serviço de Utilização Comum dos Hospitais.

6. REFERÊNCIAS Lucchini, R. (1999). Anaesthetic gases. In Hasselhorn, H., Toomingas, A., Lagerstrom, M. Occupational health for health care workers (pp. 121-124). Amsterdam: Elsevier Science.

Oliveira, C. (2009). Exposição ocupacional a resíduos de gases anestésicos. Revista Brasileira de Anestesiologia, 59, Nº1, 110-124.

Sanders, R. et al. (2008). Biologic effects of nitrous oxide. Anesthesiology, 109, Nº4, 707-722.

NIOSH (2007). Waste anesthetic gases – occupational hazards in hospitals. Retrieved Setembro 22, 2011, from http://www.cdc.gov/niosh/docs/2007-151.

OSHA (1991). Fact Sheet 91-38. Waste anesthetic gases. Retrieved Setembro 22, 2011, from http://www.osha.gov/pls/oshaweb/owadisp.show_document?p_table=FACT_SHEETS&p_id=128.





Ética e responsabilidade social: ambiente laboral saudável e gestão dos resíduos gerados no processo construtivo Ethics and Social Responsibility: healthy labor environment and management of the waste generated in the constructive process Melo, Maria B.F.V. a; Vasconcelos, Diogo S.C. a a Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Centro de Tecnologia, Departamento de Engenharia de Produção;

beta@ct.ufpb.br; diogoscv@hotmail.com

1. INTRODUÇÃO A manutenção de um ambiente laboral saudável através da implantação de boas pratica de Segurança e Saúde nos canteiros de obras, bem como a correta gestão dos resíduos gerados no processo construtivo, são fatores colaboradores da responsabilidade social de uma organização. De acordo com o Livro Verde da Comissão Européia, intitulado “Promoting an European Framework for corporate social responsibility.”, datado de 18 de julho de 2001, a responsabilidade social é um conceito segundo o qual, as empresas decidem, numa base voluntária, contribuir para uma sociedade mais justa e para um ambiente mais limpo. Dessa forma a gestão das empresas não pode, e/ou não deve, ser norteada apenas para o cumprimento de interesses dos proprietários das mesmas, mas também pelos de outros detentores de interesses como, por exemplo, os trabalhadores, as comunidades locais, os clientes, os fornecedores, as autoridades públicas, os concorrentes e a sociedade em geral. Segundo Grajew (2001), responsabilidade social é a atitude ética da empresa em todas as suas atividades. Por ética compreende-se um conjunto de valores morais e princípios que norteiam a conduta humana na sociedade. A ética serve para que haja um equilíbrio e bom funcionamento social, possibilitando que ninguém saia prejudicado. Neste sentido, a ética, embora não possa ser confundida com as leis, está relacionada com o sentimento de justiça social. Então, ética e responsabilidade social dizem respeito às interações da empresa com funcionários, fornecedores, clientes, acionistas, governo, concorrentes, meio ambiente e comunidade, que devem balizar todas as atividades políticas empresariais, conforme os princípios ilustrados no Quadro 1.

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Diversos estudos já foram realizados no sentido de determinar a quantidade de Resíduos de Construção e Demolição (RCD) gerados no Brasil. John e Agopyan (2001) estimaram que, no Brasil, a massa de RCD gerada nas grandes cidades é igual ou maior que a massa de resíduo domiciliar, e Pinto (1999) estimou que em cidades brasileiras de médio e grande porte, a massa de resíduos gerados pela construção civil varia entre 41% (quarenta e um por cento) a 70% (setenta por cento) da massa total de resíduos sólidos urbanos, correspondendo a uma geração que varia entre 0,23 a 0,76 toneladas por habitante ao ano.

De acordo com dados da Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais, em 2008 foram coletados na região Nordeste/ Brasil 4.887.000 toneladas de RCD, ou seja, 17% do total de resíduos de construção e demolição coletados no país no mesmo período (ABRELPE, 2009).

Este trabalho demonstra através de um estudo em uma empresa da construção civil, atuante em João Pessoa/Paraíba, (Nordeste do Brasil), que as boas práticas de segurança e saúde associadas à correta gestão dos resíduos gerados no processo produtivo das empresas de qualquer setor de atividade, são medidas que objetivam reduzir o impacto negativo da industrialização, seja protegendo a integridade física e mental dos trabalhadores através da prevenção e controle dos riscos ambientais e operacionais, seja protegendo o meio ambiente com medidas de correto gerenciamento dos resíduos gerados por seus processos produtivos. Medidas estas que se estendem às três áreas: pessoal da empresa, produtos e clientes e público em geral. Deste modo, estão reunidas as condições para que o empregador garanta na sua empresa um ambiente laboral saudável e contribua com a melhoria da qualidade de vida de todos envolvidos nos processos de produção, proporcionando o bem estar de maneira coerente com o equilíbrio ambiental e justiça social e indispensável aos princípios da ética e responsabilidade social.

2. MÉTODO O estudo foi realizado em uma empresa construtora de médio porte, atuante em João Pessoa/Paraíba/Brasil, em momentos distintos. No primeiro momento, na sede da empresa, buscou-se conhecer a política de higiene e segurança no trabalho e de gerenciamento dos resíduos gerados pelo processo construtivo utilizando-se como técnicas de coleta de dados a entrevista com um engenheiro e diretor técnico, e a análise documental. No segundo momento, no canteiro de obras, verificou-se a implantação da referida política através da observação simples, utilizando um check- list elaborado à luz da Norma Regulamentadora nº 18, que trata das condições de higiene e segurança no trabalho em canteiros de obras, e da resolução nº 307 de 5/07/02 do CONAMA, que institui o sistema de gestão sustentável de resíduos da construção e demolição. O Quadro 2 mostra as variáveis consideradas e os respectivos indicadores de boas práticas de segurança e saúde no trabalho e da correta gestão dos resíduos gerados no processo construtivo.

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Com os dados devidamente coletados, procedeu-se a comparação da situação encontrada na empresa com os indicadores do Quadro 2. Após essa comparação buscou-se no Quadro 1 a comprovação de que a empresa objeto desse estudo trabalha de acordo com os princípios da ética e da responsabilidade social.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO A Empresa pesquisada, com 280 empregados, realiza obras de infraestrutura hídrica. Nesse processo os trabalhadores estão intensamente expostos à radiação solar, poeiras contendo sílica, ruídos provocados pelas diversas máquinas bem como outros riscos derivados da complexidade do processo construtivo, que, se não forem devidamente controlados, certamente causarão transtornos (doenças e acidentes de trabalho) na vida dos trabalhadores e da empresa.

Analisando os documentos da empresa e associando ao depoimento dado pelo engenheiro, quando da entrevista, verificou-se que esta empresa atua dentro das normas oficiais estabelecidas e foi constatada a existência dos documentos citados no Quadro 2.

Quanto ao canteiro de obras, verificou-se a realização de boas práticas de segurança e saúde, condizentes com as exigências da NR 18, associadas à correta gestão dos resíduos gerados no processo construtivo, de acordo com a

resolução nº 307 (05/07/2002) do CONAMA, através da implantação do seguinte Plano de Saúde e Segurança:

 Cumprir toda a legislação do âmbito de segurança e saúde no trabalho e de gerenciamento dos resíduos gerados por seu processo construtivo.

 Planejar, para todas as atividades com riscos associados, as medidas de prevenção e proteção necessárias ao controle dos riscos ocupacionais  Abordar o controle de riscos de acordo com os princípios gerais da prevenção.

 Manter um registro atualizado capaz de evidenciar as medidas e responsabilidades das tarefas de construção.

 Envolver nos objetivos enunciados, todos os intervenientes na empreitada, de modo a garantir atuações uniformes e promover as ações necessárias para que sejam compreendidas por todos os trabalhadores as medidas a implantar.

 Alocar todos os recursos humanos e materiais necessários à implantação das ações planejadas para garantir a segurança no trabalho e o respeito ao meio ambiente.

Ao final do estudo na empresa percebe-se que o correto gerenciamento das questões relacionadas com os resíduos gerados no processo construtivo e a segurança e saúde no trabalho, está de acordo com os princípios indicadores de responsabilidade social e ética, constantes no Quadro 1: Consideração pelos Outros, Compromisso com a Transparência, Observância das Leis, Boas práticas de governança, Direitos do trabalhador, Promoção da saúde e segurança, Proteção ao meio ambiente e aos direitos das gerações futuras.

4. CONCLUSÃO A sociedade, atualmente, espera que o desempenho das organizações ultrapasse a preocupação com aspectos econômicos do negócio, que elas desenvolvam suas atividades de modo a contribuir para a melhoria das condições sociais como um todo. Ou seja, a expectativa da sociedade não é somente pela qualidade do produto adquirido, mas também que o processo que o produziu tenha sido conduzido em um ambiente de trabalho saudável para o funcionário, gerando os menores impactos ambientais possíveis. O impacto ambiental causado pelos resíduos gerados no processo construtivo, bem como o impacto nas condições de trabalho, são consequências do descompromisso de algumas construtoras com a legislação pertinente ao assunto e com boas práticas de gestão. É preocupante a escassa fiscalização pelos órgãos públicos relacionados com a problemática apresentada, permitindo essas atitudes de desconhecimento e descaso com a legislação.



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