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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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4. CONCLUSÕES Dos resultados apresentados neste trabalho constata-se que apenas os modelos n.º 2 e n.º 5 se mostraram de grande fiabilidade para futura utilização, uma vez que os valores reais são praticamente coincidentes com os previstos para todos os anos. Nestes aparecem como variáveis relevantes, a taxa de desemprego e os custos de formação por trabalhador.

Relativamente a esta última variável, já em 20092, Costa, questionava a eficácia da formação para um número muito significativo das empresas inquiridas para o seu estudo. Verificou aí, com os modelos estatísticos utilizados, um efeito aparentemente neutro ou até negativo, da formação em SHST relativamente à sinistralidade, ou seja, a um maior investimento em formação correspondia um aumento do número de acidentes. Apesar de estatisticamente válidos, foi concluído que estes resultados não poderiam estar relacionados com a formação em si, mas com a sua qualidade. Assim, Ao ter um efeito nulo nos trabalhadores, não promove a Segurança, tornando os investimentos efetuados completamente irrecuperáveis. Pelo contrário, o investimento em técnicos de segurança teria um retorno positivo (Costa, 20092).

Relativamente às conclusões retiradas no presente estudo com uma amostra completamente diferente e noutro setor industrial, verifica-se que, nos investimentos efetuados em formação, a conclusão é a mesma, ou seja, verificou-se através do modelo n.º 5 que, estatisticamente, a taxa de participação nas ações de formação tem um efeito direto no índice de Gravidade dos acidentes entre os associados da AE, ou seja, numa interpretação acrítica, concluir-se-ia que um aumento da taxa de participação levaria a um aumento do índice de Incidência, subentendendo-se então que quantos mais os trabalhadores participarem nas ações de formação e/ou mais horas de formação, mais acidentes de trabalho ocorreriam. Enquanto isso, a taxa de desemprego teria um efeito inverso nesse índice, ou seja, um aumento da taxa de desemprego faz com que o índice diminua. Esta segunda leitura é suportada pelo modelo n.º 2 onde se lê que o aumento da taxa de desemprego tem um efeito benéfico no índice de incidência, ou seja, um aumento da taxa de desemprego faz com que o valor do índice diminua. Conclusão também pouco favorável.

Estes resultados são altamente preocupantes e, mais uma vez, permitem questionar fortemente a qualidade da formação que é ministrada nas empresas e o modelo legal que neste domínio está definido. Prova-se mais uma vez que não basta dar formação, mas que o fundamental é a sua adequação à realidade de cada empresa, com o risco, aqui provado, da falta completa de retorno do investimento efetuado nestas condições.

5. REFERÊNCIAS Costa, E. Quelhas da. (2009)1 Abordagem aos Índices de Prevenção - Contributos para a sua Determinação Dissertação no âmbito do Mestrado em Engenharia de Segurança e Higiene Ocupacionais, FEUP, Portugal.

Costa, E. Quelhas da, Diogo, M. Tato, Baptista, J. dos Santos. (2009) 2: Avaliação da Relação Investimento-Benefício da Formação em Prevenção de Riscos Ocupacionais C. Guedes Soares, C. Jacinto, A.P. Teixeira, P. Antão (Ed), Riscos Industriais e Emergentes ISBN 978-972-689-233-5), pp. 997-1008, Lisboa, Edições Salamandra.

Kartman, Nabil A. (1997): Integrating Safety and Health Performance into Construction, CPM - Journal of Construction Engineering and Management. p. 121.

Oliveira, Paulo Alves de (2007): O Impacto dos Custos Directos e Indirectos com Acidentes de Trabalho no Sector da Construção – Estudo de uma Empresa, dissertação apresentada para a obtenção do diploma de Estudos Avançados em HSST, vinculado à área de conhecimento de Medicina Preventiva e Saúde Pública do Dep.º de Ciências Biomédicas da Universidade de León, Espanha.

OIT-ILO OSH 2001 (2002): Directrizes relativas aos Sistemas de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho, Genebra, Suiça.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Utilização de Ferramentas Metodológicas para a Integração de Atributos Ergonómicos na Fase de Concepção de Produtos The Using of Methodological Tools for Integrating Ergonomics Attributes at the Products’ Design Stage Alves, Diana C. C.ª; Arezes, Pedro M. b a Universidade do Minho, Departamento de Produção e Sistemas, e-mail: dianacunha19@hotmail.com;

b Universidade do Minho, Departamento de Produção e Sistemas, e-mail: parezes@dps.uminho.pt

1. INTRODUÇÃO O desenvolvimento de produtos tem despontado como uma estratégia competitiva para ganhar mercado e garantir um maior lucro para as empresas. Para alcançar tais vantagens, é necessário que as inovações sejam geradas em breves espaços de tempo e que venham a convergir com os interesses dos utilizadores. Estes, por sua vez, exigem produtos cada vez mais customizados e que atendam às especificações de usabilidade, qualidade e ergonomia.

A qualidade de um produto pode ser definida pelo conjunto de diversos atributos, intrínsecos ou associados, e que se referem a diversos fatores, tais como: desempenho técnico ou funcional, conveniência de uso, disponibilidade, fiabilidade, durabilidade, interface com o usuário e com o meio, estética, qualidade percebida da marca, custo do ciclo de vida do producto entre outros (Toledo, 1994).





“A melhoria dos atributos de qualidade” de um produto está diretamente relacionada com a melhoria de seus aspectos ergonómicos e de usabilidade. Vários autores (Anselmi, 2003; Bandini, 2001; Ilda, 1990; Kaminski, 2000) referem-se à qualidade ergonómica relacionando-a com os aspectos de usabilidade e os parâmetros objetivos, tais como, facilidade de fabricação e montagem, manuseio, adequação às medidas antropométricas, facilidade de manutenção, fornecimento claro de informação, compatibilidade de movimentos e demais itens de conforto e segurança. A usabilidade, segundo Martins et al. (2000), refere-se ao binómio utilizador e produto e à sua ampla interação, englobando aspectos inerentes à ergonomia, componentes biomecânicas, cognitivas e emocionais. Inserir características ergonómicas e de usabilidade em todas as fases de concepção atendendo e correlacionando todas as especificações do produto e também as exigências provenientes dos clientes tem vindo a ser um grande desafio.

Contudo, apesar de estar bem estabelecida na literatura, a importância da integração da ergonomia no processo de concepção de produtos está longe de ser uma realidade na prática.

Inicialmente acreditava-se que para integrar a ergonomia no processo de concepção bastava estabelecer correctamente os critérios ergonómicos relevantes numa determinada situação. No entanto, a identificação e formalização das expectativas em relação às caracteristicas de qualidade e de ergonomia esperadas para o produto, não garante que o objecto projectado seja, de facto, satisfatório quanto às necessidades técnicas e funcionais esperadas para o mesmo (Marsot, 2005).

Segundo Soares & Martins (2000), estabelecer a inter-relação entre as características do produto (de qualidade e ergonómicas) e as necessidades de todos os envolvidos constitui a fase mais importante do desenvolvimento de produtos.

Ao analisar produtos que tiveram fraco desempenho no mercado, é bem provavel que se identifique que as falhas e erros do projecto de concepção tenha tido a sua origem justamente em erros ocorridos ao correlacionar as caracteristicas do produto com o interesse dos utilizadores.

Para minimizar falhas e integrar a ergonomia e a usabilidade num projeto de concepção eficiente será, portanto, necessário usar uma metodologia estruturada.

Este trabalho procura realizar um levantamento dos principais desafios e dificuldades para integrar a ergonomia na fase de concepção, analisando a aplicabilidade de algumas ferramentas metodológicas capazes de auxiliar os projectistas/designers neste processo.

2. MATERIAIS E MÉTODOS A partir de uma revisão da literatura sobre o tema, nas principais bases de dados, o desenvolvimento deste trabalho

seguiu os seguintes passos:

i) Identificação dos principais problemas e dificuldades em integrar a ergonomia nos processos de concepção de produtos;

ii) identificação das diferentes metodologias utilizadas para auxiliar os processos de concepção ergonómicos;

iii) eleição do método que apresenta, segundo a literatura, melhores resultados para o objectivo proposto (QFDDesdobramento da Função Qualidade);

iv) aplicação da metodologia a um exemplo simples, com o objectivo de elucidar e demonstrar a sua aplicabilidade.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Foi identificado um número elevado de desafios para a integração da ergonomia nos processos de concepção de produtos.

Os mais citados na literatura foram: a necessidade de ampliação dos conhecimentos sobre ergonomia e dos estudos sobre temas relacionados com processos de concepção (Paivinen, 2002); o chamado paradoxo da concepção ergonómica, ou seja, ao projectar um produto baseado na sua usabilidade seria necessário esperar até que esteja totalmente projectado mas nessa altura será tarde demais para intervir na sua concepção (Pomian et al.1997; Sagot et al. 2003; Marsot & Claudon, 2004; Marsot, 2005);o facto da concepção ergonómica ser uma disciplina horizontal que cruza diferentes áreas do saber (Roussel, 1996); a ausência ou a baixa qualidade da comunicação existente entre os diversos agentes da concepção (Roussel, 1996; Marsot & Claudon, 2004; Marsot, 2005; Kuijt-Evers et al., 2009).

Quanto à utilização dos métodos auxiliares para a integração da ergonomia no processo de concepção, os mais citados e utilizados são: Análise Funcional (Marsot & Claudon, 2004), Kansei Engineering (Jordan, 1999), TRIZ (Marsot & Claudon, 2004), SEQUAM – Método de Qualidade Sensorial (Bonapace, 1999), QFD- Método de Desdobramento da Função Qualidade (Bergquist & Abeysekera, 1996; Bifano & Romero, 2000; Paivinen, 2002; Marsot & Claudon, 2004;

Marsot, 2005; Aviani, 2007; Canciglieri Júnior et al., 2007; Kuijt-Evers et al., 2009).

De entre os métodos acima citados, o mais difundido é o Método QFD. Este método visa identificar e implementar, juntamente com os clientes, os requisitos (ergonómicos, de usabilidade e qualidade) para o produto, que posteriormente se traduzem em características e especificação técnicas para o mesmo. Devido a esta característica, alguns autores comparam o método QFD à ergonomia participativa (Bergquist & Abeysekera, 1996; Paivinen, 2002). As principais

vantagens da utilização do método são:

- diminuir o tempo de concepção de produtos (Bergquist & Abeysekera, 1996; Marsot, 2005; Canciglieri Júnior et al., 2007);

- salvaguardar as necessidades dos clientes durante o processo de concepção (Bergquist & Abeysekera, 1996;

Bifano & Romero, 2000; Paivinen, 2002; Marsot & Claudon, 2004; Marsot, 2005; Aviani, 2007; Canciglieri Júnior et al., 2007; Kuijt-Evers et al., 2009);

- facilitar e promover a comunicação entre os actores da concepção (Marsot & Claudon, 2004; Marsot, 2005;

Kuijt-Evers et al., 2009);

- identificar possíveis contradições entre os critérios ergonómicos e os demais parâmetros do projecto (Marsot & Claudon, 2004; Marsot, 2005; Kuijt-Evers et al., 2009);

- antecipar as consequências de se modificar um parâmetro específico do projecto sobre os ergonómicos e viceversa (Marsot, 2005).

Para verificar as vantagens da metodologia QFD na concepção ergonómica de produtos, simulou-se o processo de concepção de uma órtese-ortótese ergonómica de membro inferior. Para tal foi utilizado a ferramenta do QFD designada por Casa da Qualidade (HoQ). Este processo consistiu em correlacionar hipotéticas necessidades dos clientes com as características obrigatórias de engenharia para uma órtese-ortótese de membro inferior, classificando em que medida cada característica de engenharia é susceptível de afectar uma ou mais necessidade do cliente (Kuijt-Evers et al., 2009).

Na linguagem do QFD esta interacção, chamada de correlação “What’s”/ “How’s”, é feita pela atribuição de números (sendo 9= forte correlação; 3= moderada correlação; 1= fraca correlação e 0= sem correlação) para cada combinação de necessidade do cliente e característica de engenharia. Esta correlação é feita por cada projectista de forma separada e os pontos para os quais se verifiquem discrepâncias são posteriormente discutidos entre a equipe de concepção até que se obtenha um consenso nas atribuições. Como citado por Marsot (2005), é nesse ponto que os critérios ergonómicos são de facto integrados ao processo de concepção, através da hierarquização de valores-alvo a serem satisfeitos no projecto.

Durante a aplicação do QFD verificou-se existir, de facto, as vantagens que tinham sido descritas na literatura e que esta metodologia é uma ferramenta auxiliar adequada para a concepção de produtos com melhor qualidade ergonómica e mais direccionados para as necessidades dos clientes. Contudo, antes de aplicar o QFD é importante desenvolver um método para levantar correctamente as necessidades dos clientes. Outro ponto importante a ressaltar é o facto do QFD não prevêr qual a solução técnica para a melhoria do projecto e sim qual o parâmetro técnico a ser modificado. Outra possibilidade da ferramenta é que, após a equipe de concepção desenvolver conceitos e soluções sobre os parâmetros de engenharia, o QFD possibilita a comparação entre os diferentes conceitos, ou produtos da concorrência, prevendo qual das alternativas gera melhores impressões sobre as necessidades dos clientes.



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