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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Relativamente à condição de marcha dependente verificou-se que uma percentagem elevada de utentes estava em presença de risco. A literatura é unânime quanto ao uso de auxiliares de marcha como um importante factor de risco para quedas. São vários os estudos que apontam que o seu uso está directamente associado à diminuição da mobilidade.

Observou-se também que todos os utentes com história de quedas prévias foram classificados com risco o que está de acordo com os estudos consultados: nos doentes que necessitam de ajuda nas actividades de vida diária a probabilidade de cair são 14 vezes superior e acima de dois terços dos que caíram serão recorrentes nos seis meses seguintes (Almeida, 2010), e “1 em cada 3 idosos sofre uma queda por ano, sendo 50% dos idosos recorrentes neste tipo de acidente e mais significativa em utentes institucionalizados” (Caldevilla & Melo, 2010). Conforme indica a literatura, este parâmetro é revelador do risco associado, daí a importância de ser atribuído um score de 25 na Escala Morse, caso tenha ocorrido uma queda. Este estudo revelou e confirmou que este tipo de acidentes traduz importantes consequências para o utente e para as instituições, sendo a prevenção a estratégia prioritária a utilizar pelos profissionais de saúde em particular pelos enfermeiros. Urge a necessidade de utilizar e desenvolver instrumentos específicos de avaliação de risco de queda no momento da admissão do doente que auxiliem a prática clínica do enfermeiro, mas também a necessidade de um acompanhamento e avaliação das práticas preventivas implementadas. A tendência de perceber as quedas com uma “falta” dos enfermeiros e não como um indicador multifactorial da qualidade dos cuidados, leva a que estas sejam um fenómeno subavaliado e subvalorizado. A compreensão deste fenómeno com um evento multifactorial em que as acções preventivas visam a minimização do risco e a diminuição das ocorrências é o ponto de partida. É melhorando as práticas, adequando recursos, criando novos sistemas de cuidados de excelência que os enfermeiros estarão a contribuir para a satisfação pessoal e dos utentes. A North Carolina Nurses Association declarou que “ as dotações seguras reflectem a manutenção da qualidade dos cuidados aos doentes, das vidas profissionais dos enfermeiros e dos resultados da organização” (Association, 2005). A prática das dotações seguras é considerada a chave para a prevenção das lesões/acidentes nos utentes, pois as pessoas constituem o único recurso vivo e inteligente das organizações e são elas que mobilizam todos os outros recursos. É essencial que os responsáveis pela gestão considerem importante dotar quantitativamente e qualitativamente os serviços de saúde de forma a responder adequadamente às necessidades ou seja à disponibilidade que o cuidador tem (ou não) para dispensar a cada doente e estar atento ao seu risco de queda. O desenvolvimento de um programa efectivo de prevenção de quedas requer, assim, um trabalho conjunto de todos na contínua criação e actualização de guidelines de boas práticas em cada unidade pelo seu carácter específico (quer ao nível dos factores intrínsecos dos seus doentes, quer dos extrínsecos) e evitar assim que estes eventos se traduzam num aumento do período de internamento, de dependência do utente, de custos relacionados mas sim em ganhos e qualidade em saúde.

5. REFERÊNCIAS Almeida, R. C. A. (2010). Quedas em doentes hospitalizados: contributos para uma prática baseada na prevenção. Coimbra: ESEC.

Association, N. C. N. (2005). Position paper on safe staffing tar heel nurse.

Caldevilla, N. et al. (Fevereiro de 2009). Quedas dos idosos em internamento hospitalar. Revista investigação em enfermagem: 25-28.

Caldevilla, N. Melo, M. (2010). Prevençao de quedas dos idosos, no Hospital de Valongo - um projecto piloto. Ordem dos enfermeiros: 35 - 36.

Chaimowicz, F. (2000). Uso de medicamentos psicoactivos e seu relacionamento com quedas em idosos. Revista de saúde publica.

Costa, S. (2010). Estudos de pacientes adultos que sofreram quedas do leito num hospital universitário. Porto Alegre.

Marin, H., Bourie, P., & Safran, C. (Julho de 2000). Desenvolvimento de um sistema de alerta para prevenção de quedas em pacientes hospitalizados. Revista latino-am.enfermagem: 27-32.

Nunes, L. (2006). Tomada de posição sobre segurança do doente – Conselho Jurisdicional da Ordem dos Enfermeiros. Lisboa.

Nurses, I. C. (2005). Classificaçao internacional para a prática de enfermagem.CIPE, Genebra.

Parreira, P. (2005). Organizaçoes. Coimbra: Formasau e Saúde.

Saraiva, D. et al. (2008). Quedas: indicador da qualidade assitencial. Nursing: 28-35.

Saude, D. G. (2000). Como prevenir as quedas - Guias para as pessoas idosas. Lisboa. Serviços Financeiros do Hospital Distrital da Figueira da Foz. Abril 2011

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Exposição a Fibras em Ambiente Ocupacional Exposure to fibers in the Occupational Environment Matos, Luísaa; Santos, Paulab; Barbosa, Fernandoc a UCTM – Lab.- LNEG / S. Mamede de Infesta; luisa.matos@lneg.pt; bA.Ramalhão – Porto;

paulasantos@aramalhao.com; cCinfu – Porto; fernando.barbosa@cinfu.pt

1. INTRODUÇÃO As fibras são utilizadas em muitos setores de actividade, no entanto, o conhecimento dos seus efeitos na saúde ainda não são totalmente conhecidos. Verifica-se que, as fibras fazem parte do nosso dia a dia, embora a percentagem de agentes químicos classificados como fibras na norma portuguesa NP 1796:2007 (NP1796, 2007)seja mínima (cerca de 0,4%). É considerada fibra, uma partícula com 5 µm ou mais de comprimento e com uma relação comprimento espessura de 3 para 1 ou mais. A exposição ocupacional a fibras é um risco simultaneamente novo e com tendência para aumentar, o que o classifica como um risco emergente. Embora a informação sobre a exposição dos trabalhadores e respectivos efeitos na saúde, seja sobejamente conhecida, devem no entanto ser mantidos e melhorados os princípios básicos de prevenção. As fibras podem ser classificadas com base na sua natureza química: orgânicas e inorgânicas1. As fibras sintéticas e artificiais são materiais em constante evolução e com diversas utilizações. De entre os diversos exemplos apresentados, será dado realce especial a materiais fibrosos que existam ou sejam produzidos ou utilizados na indústria nacional. O talco é um silicato de magnésio hidratado, que pode conter fibras de amianto e que devido às suas propriedades lubrificantes é utilizado como carga em diversos setores industriais, como seja na indústria cerâmica, têxtil, farmacêutica, cosmética, do papel e da borracha (Dias & Canzian, 2011). Pode ser encontrado na sua forma pura ou associada a outros minérios (Gibbs, Pooley, & Griffiths, 1992), causando formas distintas de doença pulmonar (Feigin, 1986).Por amianto ou asbestos, designam-se as variedades fibrosas de seis minerais do grupo dos silicatos que se encontram em formações rochosas naturais. Os seis tipos diferentes de fibras minerais, possuem diferente estrutura e interesse comercial. O seu efeito carcinogénico parece resultar das suas propriedades físicas e não da sua estrutura química.





2. OBJECTIVO Pretende-se com este artigo, baseado em pesquisa bibliográfica, contribuir para a melhoria do conhecimento sobre as fibras, formas de classificação e características, tipos de utilização, tipo de indústria, meios de exposição nos locais de trabalho, riscos associados à exposição, metodologias de recolha e análise, medidas de prevenção, dando como exemplos práticos, entre outros, as fibras de amianto e de talco. É ainda, objetivo deste artigo, alertar para este risco emergente, que se pode encontrar numa diversidade de actividades e para o qual os Técnicos de Segurança do Trabalho, entre outros profissionais, deverão estar sensibilizados. A avaliação e análise de riscos emergentes ocupacionais assumem um papel determinante na identificação precoce de medidas de prevenção eficientes.

3. METODOLOGIA

3.1.Classificação e Características As fibras podem ser classificadas com base na sua natureza química: orgânicas (à base de carbono e hidrogénio) e inorgânicas. Estas por sua vez, podem ser de origem natural, artificial ou sintética. Assim, uma fibra natural é retirada diretamente da natureza, a fibra artificial é uma fibra produzida pelo Homem utilizando como matéria-prima produtos da natureza, como por exemplo a celulose, sendo as mais comuns a viscose e o acetato de celulose, por último, fibra sintética é uma fibra produzida pelo Homem usando como matéria-prima produtos químicos (ex: poliéster, poliamida, polipropileno).

3.2. Meios de exposição

A exposição a fibras de amianto, talco contendo fibras de amianto, ou fibras sintéticas pode dar-se em duas perspectivas:

 Exposição ocupacional, que ocorre, principalmente, através da inalação das fibras, que podem causar lesões nos pulmões e em outros órgãos e por via digestiva;

 Exposição ambiental, através do contacto dos familiares com roupas e objetos dos trabalhadores contaminados pela fibra, pela circunstância de residir nas proximidades de fábricas, exploração ou em áreas contaminadas (solo e ar) por fibras, pelo facto de frequentar ambientes onde haja produtos com fibras degradados e ainda, devido à presença de fibras livres na natureza ou em pontos de deposição de produtos contendo fibras.

3.3. Setores de actividades/utilização de fibra A título de exemplo apresentam-se na Tabela 1algumas Atividades ou utilizações de fibras.

http://www.inrs.fr

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4. RESULTADOS

4.1 Riscos para a saúde A exposição a fibras está relacionada com a ocorrência de diversas patologias, malignas e benignas. Por contacto, as fibras de diâmetro superior a 4 µm podem, com base na sua composição química ou presença de aditivos provocar alergias cutâneas ou respiratórias (por exemplo os fragmentos de fibras de carbono provocam irritação da pele por acção física, e se devido à sensação de “comichão” esfregarmos a pele, elas penetram mais profundamente e podem provocar inflamações secundárias). Outro exemplo, são as pequenas fibras de vidro que penetram e ficam embebidas nas camadas exteriores da pele, começando a fracturar e libertando o seu aglomerante de formaldeído na pele. Recentemente, surge a doença de Morgellonsou “doença das fibras” que é a inclusão de fibras multicoloridas na textura da pele, atribuída à exposição a nanofibras produzidas pela indústria 2.Pela análise das fichas de dados de segurança verifica-se que grande parte das fibras apresenta a frase de risco R 38 - irritante para a pele, tornando-se por este facto, necessário uma especial atenção para este risco, presente nos locais de trabalho e ao qual os trabalhadores estão sujeitos, e que muitas vezes é subestimado.

A inalação de fibras pode causar reações inflamatórias nos brônquios (bronquite) e nos alvéolos (alveolite), podendo, devido a uma exposição repetida ocorrer a fibrose pulmonar, que é uma transformação do tecido pulmonar que leva à insuficiência respiratória. Este efeito é irreversível e no caso de determinadas fibras pode continuar a evoluir após o término da exposição.

A longo prazo, algumas fibras podem causar cancro, principalmente, no pulmão e na pleura.

A nomenclatura utilizada na NP 1796:2007 (NP1796, 2007)para as fibras de Amianto, fibras vitreas inorgânicas sintéticas e Talco, quando contém fibras de amianto, corresponde uma notação baseda no grau de carcinogenicidade que vai de A1 a A4.

Entre as principais doenças relacionadas com a fibra de amianto, podemos encontrar:

 Asbestose, doença causada pela deposição de fibras de asbesto nos alvéolos pulmonares, provocando uma reacção inflamatória destes, seguida de fibrose e, por consequência provoca rigidez, reduzindo a capacidade de realizar a troca gasosa, promovendo a perda da elasticidade pulmonar e da capacidade respiratória com sérias limitações ao fluxo aéreo e incapacidade para o trabalho. Nas fases mais avançadas da doença esta incapacidade pode ser extensível até para a realização de tarefas mais simples e vitais para a sobrevivência humana.

 Cancro do pulmão, que pode estar associado com outras manifestações mórbidas como asbestose, placas pleurais ou não. O seu risco pode aumentar em 90 vezes caso o trabalhador exposto ao amianto também seja fumador, pois o fumo potencializa o efeito sinérgico entre os dois agentes reconhecidos como promotores de cancro do pulmão. Estima-se que 50% dos indivíduos que têm asbestose venham a desenvolver cancro do pulmão.

 Cancro da laringe, do trato digestivo e dos ovários.

 Mesotelioma, que é uma forma rara de tumor maligno, que normalmente atinge a pleura. Não se estabeleceu nenhuma relação do mesotelioma com os hábitos tabágicos, nem com doses de exposição. O Mesotelioma maligno pode produzir metástases por via linfática em aproximadamente 25% dos casos.

http://www.carbonfiber.gr.jp/english/tanso/06.html;

http://www.sustainableenterprises.com/fin/Health/getbetter.htm#Skin http://www.healinggrapevine.com/health-hazards/morgellons/morgellons-symptoms/morgellons-symptoms-analyzing-the- fibers.html

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

4.2. Metodologias de Recolha e Análise Para a determinação da concentração de fibras, pode-se recorrer a métodos de amostragem com utilização de bombas de amostragem pessoal, com filtros colocados na zona de respiração do trabalhador, ou colocação de amostradores estáticos nas áreas de trabalho. Os métodos pessoais são mais representativos da exposição do trabalhador, enquanto os restantes métodos são mais úteis no desenvolvimento de melhorias nas práticas de trabalho e das medidas de prevenção.

Para a amostragem e determinação de amianto e outras fibras pode ser utilizado o método NIOSH 7400 (7400NIOSH, 1994), cuja técnica analítica é a contagem manual de fibras recorrendo a um microscópio de contraste de fase.

Relativamente ao amianto, pode-se também aplicar o método NIOSH 7402 (7402NIOSH, 1994), cuja determinação é efectuada utilizando o microscópio de transmissão electrónica.



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