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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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(1996) (2007)

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4. CONCLUSIONS Based on the methodologies reviewed, it was possible to see that none of the reviewed until now included ergonomic tools but the authors will continue to review LP methodologies in order to highlight if and how these addresses the worker conditions and human effort in companies employing Lean tools and cultivating a Lean work environment. After this review, the research team will develop a Lean methodology that will include some ergonomics tools to diagnose ergonomic current situation and measure the effort demanded before and after the Lean implementation. In this way, the employees’ well-being and their satisfaction could be increased creating a good environment important to health and performance.

5. ACKNOWLEDGMENTS The authors are grateful to Portuguese Research Centers CITEPE and Algoritmi for financial support.

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Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Segurança e Saúde na Construção: Amianto Safety and Health in Construction: Asbestos Martins, Cláudioa, Santos, Paulob, Palhinha, Pauloc; Serra e Silva, Luísc a ISISE, Dep. de Engenharia Civil, Universidade de Coimbra, email: claudio-martins@uc.pt; b CICC, Dep. de Engenharia Civil, Universidade de Coimbra, email: pfsantos@dec.uc.pt; c Luís Monsanto Unipessoal Lda, Coimbra, paulopalhinha@gmail.com; luis.monsanto@sapo.pt

1. INTRODUÇÃO A segurança e saúde na construção tem sido objeto de melhorias técnicas e legislativas nos últimos anos, este é o reflexo de uma sociedade cada vez mais evoluída e preocupada com o futuro. Os acidentes de trabalho têm uma consequência imediata, o que lhes confere em geral maior mediatismo e preocupação. No entanto, na última década começou a existir uma consciencialização da importância de combater os problemas de saúde ocupacional. A principal causa de doenças e mortes de origem ocupacional, é a exposição a substâncias perigosas, sendo no caso da construção civil, o amianto a maior ameaça.





O amianto é responsável por 100.000 mortes anualmente a nível mundial (ILO, 2006). Tendo estas mortes como origem a exposição ocupacional. Está provado cientificamente que o amianto é uma substância cancerígena, com consequências mortais. Estas mortes são trágicas não só para os trabalhadores mas também para as famílias e amigos, tendo elevados custos para a sociedade.

As formas de exposição ao amianto são: cutânea, inalação, ingestão e ocular. Embora todas sejam perigosas, a que apresenta maior risco para os trabalhadores é a inalação, isto porque as doenças em que está comprovada a causa e efeito, são provocadas por esta via. As doenças mais comuns e graves são: asbestose, mesotelioma, cancro do pulmão e cancro gastrointestinal. Torna-se essencial a vigilância médica dos trabalhadores expostos a amianto, visto as doenças serem graves e demorarem muitos anos a aparecer. Podem surgir 10, 15 a 30 anos depois, o que torna fundamental ter um acompanhamento médico e registos de qualidade.

Nos últimos anos têm sido criadas leis e procedimentos de gestão do amianto, sendo notório que se existirem práticas corretas de trabalho, trabalhadores treinados e equipados, as doenças e as mortes podem ser evitadas. Atualmente a legislação existente, permite diminuir drasticamente o número de mortes, devidas a problemas de saúde, causados pela atividade profissional e até acabar com as mesmas. No entanto, para que tal se verifique é necessário implementar nas empresas e trabalhadores uma cultura de segurança. Dos vários diplomas que regem a legislação sobre higiene, saúde e segurança no trabalho o Decreto-Lei n.º 266/2007 é o documento que contempla a parte mais importante da legislação sobre o amianto. Tem como princípio primordial a proteção dos trabalhadores contra os riscos intrínsecos à exposição ao amianto durante o trabalho. Contempla e rege todas as atividades em que existe risco de exposição a poeiras ou materiais com amianto, sendo estabelecido o valor máximo de exposição de 0,1 fibra por cm 3.

Os materiais compostos por amianto, em Portugal, foram utilizados nos edifícios construídos até 2005, porque a partir desta data foi proibida a sua utilização (DL 101/2005). A diversidade destes materiais compósitos é grande, existindo mais de 3.000 aplicações possíveis. Não existe no entanto nenhum inventário do número de edifícios contendo este tipo de materiais. Estima-se que há em Portugal aproximadamente 600 mil hectares de coberturas em fibrocimento com amianto (Vasconcelos, 2008). Sabe-se que existem aproximadamente 113.961 toneladas de amianto em Portugal, no entanto desconhece-se qual foi o seu uso e a sua distribuição geográfica.

2. TRABALHOS COM AMIANTO

2.1. Avaliação do Risco Os trabalhos com amianto têm várias especificidades que dependem do fator risco, o que torna importante logo no início, a realização da análise do risco. Esta análise é importante pois vai servir para o dono da obra em conjunto com a equipa projetista, decidir o que fazer com os materiais que contêm esta substância. Posteriormente, esta análise vai servir para a empresa executante, poder determinar a necessidade de notificação da realização dos trabalhos à ACT e decidir os equipamentos necessários para a execução dos mesmos.

2.2. Seleção dos Equipamentos A prevenção do risco é primordial, na realização de trabalhos, que envolvem a manipulação de materiais compostos por amianto, só possível através da utilização de equipamentos e métodos de trabalho corretos, sendo necessário o uso de equipamentos específicos, para além dos normalmente utilizados nos estaleiros de construção civil. Os equipamentos para estes trabalhos podem ser agrupados em três grupos: proteção coletiva, proteção individual e complementares. Os principais equipamentos necessários são enunciados no anexo do Decreto-Lei n.º 266/2007. No entanto deve-se ter sempre em conta todos os outros equipamentos de proteção coletiva e individual, contemplados na legislação nacional, visto muitos dos trabalhos de remoção de amianto serem por exemplo executados em altura e assim, ser essencial nesta situação, usar os equipamentos de proteção de quedas em altura. A seleção dos equipamentos é um fator importante, que deve ter em consideração a segurança, higiene e saúde dos trabalhadores, devendo ser adequados aos riscos de exposição, sendo estes determinados em função da friabilidade do material. Outros fatores relevantes a ter em conta são a manutenção, limpeza e armazenagem dos equipamentos.

2.3. Técnicas de Remoção A criação de métodos de trabalho seguros e a sua divulgação aos trabalhadores é fundamental, em trabalhos com amianto. Na definição dos métodos de trabalho, a análise do risco é essencial para decidir o correto método de trabalho a realizar e aferir a necessidade de confinamento da zona de trabalhos. O confinamento depende essencialmente de três fatores: friabilidade do material; localização da obra; tipo de trabalho.

As técnicas de remoção de materiais com amianto dependem do risco de exposição, em que o fator preponderante é a friabilidade do material. Existem essencialmente duas: método húmido e método seco. O primeiro é mais adequado para a remoção de materiais friáveis, para que a dispersão de fibras seja atenuada. Existem várias técnicas para realizar o humedecimento dos materiais com amianto: pode ser por injeção, pulverização e submersão, usando água ou soluções aquosas. O método seco é na maioria das situações desaconselhável, no entanto, pode ser usado em matérias não friáveis e em situações especiais.

2.4. Transporte dos Resíduos A prevenção deve ocorrer também no transporte dos resíduos com amianto resultantes dos trabalhos, devem ser realizados de modo a não colocar a saúde pública em risco. Todos os materiais que libertem fibras de amianto devem ser colocados em embalagens fechadas, que assegurem estanquidade e resistência mecânica, devendo as embalagens ter rotulagem de substâncias perigosas. O transporte dos resíduos de amianto tem que cumprir também as disposições do Decreto-Lei n.º 41-A/2010, que regula o transporte de resíduos perigosos.

O destino final dos resíduos de materiais com amianto, são os aterros para resíduos não perigosos, conforme o estabelecido no n.º 2.5, do n.º III, parte B, do anexo IV, do Decreto-Lei n.º 183/2009, sendo aqui, também necessário tomar precauções para evitar a dispersão das fibras.

3. ESTATÍSTICAS Os dados estatísticos permitem analisar e detetar, de forma simples, os problemas que advêm do uso do amianto. Estes dados têm grande importância, pois permitem tomar medidas de melhoramento para que, por exemplo, no caso do amianto, se previnam doenças e mortes. Os indicadores relevantes para a temática são o consumo de amianto e a mortalidade inerente à exposição.

Os dados relativos ao consumo de amianto permitem estimar a quantidade de amianto incorporado nos edifícios e demais aplicações. O gráfico da Figura 1 ilustra o consumo de amianto, nos vários continentes e foram obtidos no United States Geological Survey (USGS, 2006 e 2009), a partir dos valores da produção, exportação e importação de cada país. O gráfico mostra um rápido aumento da produção mundial, de 1950 a 1980. Depois em 1980 começou um declínio na produção. Tal aconteceu devido ao facto de terem aparecido nesta altura estudos que associavam o amianto a doenças graves. Depois de 1990, a queda da produção tornou-se maior, porque grande parte dos países da União Europeia e EUA (Estados Unidos da América) decidiram eliminar a utilização do amianto.

Figura 1 – Consumo Mundial de amianto (Martins, 2011).

Atualmente, cerca de 125 milhões de pessoas no mundo estão expostas ao amianto em casa e nos locais de trabalho (OMS, 2011). As mais recentes estimativas da OMS (Organização Mundial de Saúde) indicam que mais de 107.000 pessoas morrem anualmente com cancro do pulmão, mesotelioma e asbestose, decorrente da exposição ao amianto.

Estima-se que um em cada três óbitos instigados por cancro de origem ocupacional é causado pelo amianto.

As estatísticas de óbitos por doenças associadas a esta área são difíceis de obter e poucos países têm estatísticas pormenorizadas sobre este assunto. Em Portugal não foi possível encontrar dados, nem no Instituto Nacional de Estatística (INE). A Figura 2 representa graficamente os dados recolhidos pelo CDC (Centers for Disease Control and Prevention) Americano (CDC, 1991 a 2008) relativamente às mortes por asbestose nos EUA. No gráfico pode-se ver que

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ocorreu um aumento muito significativo de mortes até 2000, altura em que estabilizou substancialmente, como resultado da redução da utilização de amianto.

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