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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Heath, M.J., Mendell, G.A. (2004). Do indoor pollutants and thermal conditions in schools influence student performance? A critical review of the literature. Indoor Air, 10, 1-26.

Jantunen M., Oliveira Fernandes, E., Carrer, P., Kephalopoulos, S. (2011). Promoting actions for healthy indoor air (IAIAQ).

European Commission Directorate General for Health and Consumers. Luxembourg.

Madureira, J., Alvim-Ferraz, M. C. M., Rodrigues,S., Gonçalves, C., Azevedo, M.C., Pinto, E., Mayan, O. (2009). Indoor Air Quality in Schools and Health Symptoms among Portuguese Teachers. Human and Ecological Risk Assessment, 15, 1–11.

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Simoni M, Annesi-Maesano I, Sigsgaard T, Norback D, Wieslander G, Nystad W, Cancianie M, Sestini P and Viegi G. 2010. School air quality related to dry cough, rhinitis and nasal patency in children. Eur Respir J; 35: 742–749 Viegi, G., Simoni, M., Scognamiglio, A., Baldacci, S., Pistelli, F., Carrozzi, L., Annesi-Maesano, I. (2004). Indoor air pollution and airway disease. Int J Tuberc Lung Dis, 12, 1401-15.

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Zhao, Z., Zhang, Z., Wang, Z., Ferm, M., Liang, Y., Norbäck, D. (2008). Asthmatic symptoms among pupils in relation to winter indoor and outdoor air pollution in schools in Taiyuan, China. Environ Health Perspect, 116, 90-7.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Análise das aptidões profissionais dos técnicos responsavéis pela segurança na construção no distrito de Braga Analysis of responsible the professional aptitudes of the technician for the safety in the construction in the district de Braga Magalhães, Felipea and Reis, Cristinab a

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Departamento de Engenharias, 5001-801 Vila Real, email:

felipe_magalhaes1985@hotmail.com; bUniversidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Departamento de Engenharias, 5001- 801 Vila Real, e-mail: crisreis@utad.pt

1. INTRODUÇÃO O objectivo principal deste trabalho de investigação consiste na análise das aptidões profissionais dos técnicos responsáveis pela segurança na construção, no distrito de Braga. Foram analisadas várias comunicações prévias na ACT de Braga com a finalidade de averiguar a forma como as mesmas estavam a ser preenchidas e caracterizar a aptidão profissional e as competências dos respectivos técnicos responsáveis pela segurança na construção.

2. CONCEITO A comunicação prévia da abertura do estaleiro é um documento que visa identificar as características fundamentais da edificação a construir, assim como, a identificação dos principais responsáveis pela segurança e saúde do trabalho na construção, respectivos papeis e responsabilidades [2].

A sua elaboração, de acordo com o artigo 15º do DL 273/2003, incumbe o dono de obra de remete-la antes da abertura do estaleiro à Autoridade para as Condições do Trabalho, dirigindo-a aos respectivos serviços regionais que tenham sobre a sua responsabilidade a área do território nacional onde a obra vai ser construída.

O dono de obra deve preencher a comunicação prévia sempre que a obra envolva uma das seguintes situações:

a) Um prazo total superior a 30 dias e, em qualquer momento, a utilização simultânea de mais de 20 trabalhadores;

b) Um total de mais de 500 dias de trabalho, correspondente ao somatório dos dias de trabalho prestado por cada um dos trabalhadores[2];

O documento em causa deve ser datado, assinado e indicar:

- O endereço completo do estaleiro;

- A natureza e a utilização previstas para a obra;

- O dono da obra;

- O autor ou autores do projecto e a entidade executante, bem como os respectivos domicílios ou sedes;

- O fiscal ou fiscais da obra, o coordenador de segurança em projecto e o coordenador de segurança em obra, bem como os respectivos domicílios;

- O director técnico da empreitada e o representante da entidade executante;

- O responsável pela direcção técnica da obra e o respectivo domicílio, no caso de obra particular;

- As datas previstas para o inicio e termo dos trabalhos no estaleiro;

- A estimativa do número máximo de trabalhadores por conta de outrem e independentes que estarão presentes em simultâneo no estaleiro, ou do somatório dos dias de trabalho prestado por cada um dos trabalhadores;

- A estimativa do número de empresas e de trabalhadores independentes a operar no estaleiro;

- A identificação dos subempreiteiros já seleccionados;

A comunicação prévia deve ser ainda acompanhada das seguintes declarações:

- Declaração do autor ou autores do projecto e do coordenador de segurança em projecto, identificando a obra;

- Declaração da entidade executante, do coordenador de segurança em obra, do fiscal ou fiscais da obra, do director técnico da empreitada, do representante da entidade executante e do responsável pela direcção técnica da obra, identificando o estaleiro e as datas previstas para o início e termo dos trabalhos;





3. METODOLOGIA Para realização deste trabalho de investigação foi necessário analisar as comunicações prévias realizadas durante o ano de 2010 na ACT (Autoridade para as Condições do Trabalho) de Braga. Foram analisadas oitenta e duas comunicações prévias, tendo se deslocado várias vezes aos serviços da ACT. Para isso foi necessário estudar o Decreto-Lei n.º 273/2003 de 29 de Outubro, bem como o que diz respeito à comunicação prévia e o seu respectivo preenchimento e declarações que constam no artigo nº15 desse mesmo decreto. Com base no conhecimento adquirido pela análise da comunicação prévia, procedeu-se à elaboração de um questionário, a fim de criar a base de dados necessária para a realização desta pesquisa.

3.1 Estrutura do questionário

• Existência do endereço completo do estaleiro;

• Natureza e utilização previstas para a obra;

• Descrição do Dono de obra, autor ou autores do projecto e a entidade executante, bem como os respectivos domicílios;

• Existência do fiscal ou fiscais da obra, coordenador de segurança em projecto e o coordenador de segurança em obra, bem como os respectivos domicílios;

• Descrição do director técnico da empreitada e o representante da entidade executante;

• Indicação do responsável pela direcção técnica da obra e o respectivo domicílio;

• Duração da obra;

• Estimativa do número máximo de trabalhadores por conta de outrem e independentes que estarão presentes em simultâneo no estaleiro, ou do somatório dos dias de trabalho prestado por cada um dos trabalhadores;

• Estimativa do número de empresas e de trabalhadores independentes a operar no estaleiro;

• Existência ou não de todas as declarações exigidas no documento da Comunicação Prévia de abertura do estaleiro;

Relativamente aos técnicos e coordenadores de segurança descritos nas Comunicações Prévias estudadas foram

analisados:

• Formação académica;

• Cursos;

• Outras actividades profissionais;

• Sexo;

• Existência de vínculo com a Entidade Executante;

4. RESULTADOS OBTIDOS

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5. CONCLUSÕES Depois de analisadas as várias comunicações prévias e de preenchidos os vários questionários criou-se a base de dados com a qual se obtiveram as seguintes conclusões. Constatou-se que os Coordenadores de Segurança têm vínculo profissional geralmente ligado ao gabinete responsável pelo Autor do Projecto. Sendo que nas obras públicas os mesmos pertencem à entidade Camarária. Na maior parte dos empreendimentos estudados, os Coordenadores de Segurança eram do sexo Masculino. Na maior parte dos casos os responsáveis pela segurança na construção dos diferentes empreendimentos possuem o curso de Engenharia Civil. Verificando-se em alguns casos, em particular nos casos das obras públicas, Coordenadores de Segurança que possuem cursos superiores que em nada têm a ver com o sector da construção. É de salientar a dificuldade encontrada para conseguir descobrir a formação académica dos respectivos coordenadores, tendo sido analisada nas declarações que os mesmos são obrigados a entregar para preenchimento da Comunicação Prévia, sendo que em vários casos este dado não constava na declaração. Maioritariamente nos casos analisados, os coordenadores de segurança e saúde são Técnicos Superiores de Higiene e Segurança do Trabalho. Não foram apresentadas a totalidade das declarações obrigatórias em mais de metade das Comunicações Prévias analisadas.

Sendo que a declaração relativa ao Fiscal da Obra é a que mais vezes é esquecida. Quanto a fiscalização pode-se concluir que o autor do projecto exerce geralmente funções de fiscalização em muitas situações, sendo que em muitas Comunicações Prévias não existia referência à entidade responsável por garantir o exercício de fiscalização na obra. E por fim, existência de informação quase nula relativamente aos técnicos de segurança ligados à entidade executante, presentes em obra durante todo o processo.

6. REFERÊNCIAS [1] Análise das aptidões profissionais dos Técnicos responsáveis pela segurança na construção no distrito de Braga – Felipe Teixeira Magalhães, Universidade de Trás os Montes e Alto Douro.

[2] Decreto-Lei nº273/03 de 29 de Outubro Does Lean Methodologies include ergonomic tools?

Maia, Laura C., Alves, Anabela C., Leão, Celina P.

School of Engineering, University of Minho, Guimarães, Portugal, email: id2932@alunos.uminho.pt; anabela, cpl@dps.uminho.pt

1. INTRODUCTION This paper will present some methodologies to implement Lean Production, highlighting if they contain ergonomic tools to diagnostic worker conditions.

Lean Production (LP) is a model of organization focused on the customer, seeking the elimination of waste (activities that add no value to the products) and on time quality products, materials and information deliveries. LP denomination, appeared in the book "The Machine That Changed the World", written by James P. Womack, Daniel T. Jones and Daniel Roos (Womack et al.,1990) to describe the Toyota Production System (TPS) (Monden, 1983). The TPS had its roots on the Toyota Company in the 50’s, and his mentor was Ohno (1988). The LP has evolved into a philosophy of thinking, Lean Thinking (Womack and Jones, 1996), whose basic principles are: 1. Value, 2. Value Stream, 3. Continuous flow, 4.

Pull System and 5. Pursuit perfection, as represented in Figure 1.

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These principles imply the dedication of all people, being the last one - pursuit perfection (principle 5), and the principle that implies the strongest and continuously commitment of people in order to improve all the processes and activities in companies. This improvement has to do, not only with the process and operations improvement as referred, but also, and more important, with the worker conditions and behaviours improvement. This is implicit on the key idea of LP: “doing more with less” and less means less space occupied, less transports, less inventories, and most important, less human effort.

Traditionally, the worker conditions have been the main concern of Ergonomics. Ergonomics is a scientific discipline concerned with the understanding of interactions among humans and other elements of a system. It is a profession that applies theory, principles, data and methods to design in order to optimize human well-being and overall system performance (IEA, 2011). Based on the definition stated by Karwowski (1996), Ergonomics integrates knowledge from the humanities to adapt systems, products and environments to the skills and physical and mental limitations of individuals, studying the interaction between man and technology, in a continuous work conditions improvement. So, to achieve a good performance, the companies need to follow the technological developments but also to allow and give a good environmental work conditions.

To achieve the proposed objective of this work, it will be necessary search Lean Production implementation methodologies and understand if and how these methodologies consider tools to diagnostic worker conditions and measure the human effort.

2. LEAN PRODUCTION METHODOLOGIES

There are some methodologies to implement Lean Production reviewed by the authors (Maia et al., 2011) and presented in the table 1.

In these methodologies were identified different tools, summarized in Table 2. The first seventeen are considered Lean tools; the others are tools from Management and Quality areas.

3. RESULTS AND DISCUSSION

Based on the collected information on the available LP methodologies and the correspondents’ tools, and summarized on table 1 and 2, it was possible to verify that all the tools used are not ergonomic tools. However, some tools like 5S, Standardized work, SMED, Kaizen includes ergonomics aspects and benefits for the worker, for example, less accidents due to adequate equipment and instructions about how to use; less confusion in the workstation; less effort, exhaustion, stress and frustration; more responsibility and moral (Bittencourt et al., 2011). In spite of this, the methodologies presented in the table 1 haven´t a tool that permits to measure the effort involved in the activities, before and after the application of these tools. The absence of some tools that measure this effort creates many doubts about the Lean

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intention in reducing the human effort and promoting a healthy work environment. In the literature it could be found many papers about the threats for workplaces ergonomics in Lean environments (Arezes et al., 2010).

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