WWW.THESES.XLIBX.INFO
FREE ELECTRONIC LIBRARY - Theses, dissertations, documentation
 
<< HOME
CONTACTS



Pages:     | 1 |   ...   | 76 | 77 || 79 | 80 |   ...   | 153 |

«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

-- [ Page 78 ] --

2. MATRIZ DE AVALIAÇÃO DE RISCO DE INCÊNDIO URBANO (LOPES, 2010) Neste estudo, os edifícios foram agrupados pela sua tipologia de construção. Após análise de diferentes metodologias de classificação de edifícios, optou-se, como base de suporte à diferenciação das tipologias dos edifícios existentes, pela separação em 5 tipos de edifícios distintos, sendo assim definidas 5 zonas, cada uma contendo uma determinada tipologia de edifício(s) e actividades a que estão afectos e que permite fazer uma análise com os coeficientes devidamente adequados às características do edificado. A tipologia correspondente à zona 5 (construções antigas ou de ocupação comercial ou industrial, de elevado risco de incêndio) foi subdividida em seis tipologias diferentes (5A a 5F), conforme a idade e características do edifício antigo (5A a 5E) e 5F para os edifícios comerciais ou industriais de elevada volumetria e posteriores ao séc. XIX.

A Matriz de Avaliação de Risco, apresentada no Quadro 1, avalia o risco para cada um dos tipos de edifícios antes referidos, baseia-se nos diferentes factores que se entendeu considerar como condicionantes do risco de incêndio do(s) edifício(s). Cada um desses factores participa no cálculo com uma determinada ponderação que fica expressa através dum coeficiente, que se entendeu designar exactamente por Coeficiente de Ponderação (CP) e que está expresso no cabeçalho da matriz. O intervalo de valoração do CP é [1; 10] e representa o peso com que esse factor influencia o Grau de Risco de incêndio de um determinado edifício.

A cada um dos factores é atribuída uma pontuação (compreendida entre [1; 10], designada por Grau de Severidade (GS) e que é condicionado pela satisfação ou não dos critérios definidos para cada factor. O GS pretende representar a intensidades com que cada um dos diversos factores influencia o Grau de Risco final.

Importa salientar que, de forma a tornar a análise de diferentes tipologias de edifícios comparável, foi necessário criar um coeficiente de Equiparação (E), que permite um equilíbrio de análise para os diferentes edifícios.

O Grau de Risco em que o edifício é classificado, é assim dado por:

Equação 1

Sendo i = índice do factor a considerar, com n=11 Os onze factores considerados e respectivos critérios de análise são a seguir apresentados de forma sintética.

a) Acessibilidade Consoante as condições de acessibilidade das viaturas de socorro, assim se valoriza este factor, como existindo acessibilidade reduzida, acessibilidade com limitações nalgumas das características analisadas ou sem qualquer limitação. Este factor tem um coeficiente de ponderação de 5 pontos.

b) Envolvente exterior O risco de incêndio num edifício pode ser condicionado pela envolvente, em especial pela maior ou menor facilidade com que o incêndio é “importado” dos edifícios vizinhos. Consoante a tipologia do local e a forma como o edifício

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

está localizado relativamente aos restantes, assim se pontua o Grau de Severidade. Entramos em linha de conta com um Factor de radiação simplificado, considerando apenas a situação de paralelismo entre fachadas dos edifícios vizinhos. Coeficiente de ponderação de 4 pontos.

c) Disponibilidade de água Com este factor é pontuada a disponibilidade de água, no Sistema de Combate a Incêndios e para abastecimento dos veículos de bombeiros. As dificuldades sentidas no combate ao incêndio, perante a falta de água, condicionam a valoração deste Coeficiente de Ponderação em 7 pontos.

d) Materiais, produtos e equipamentos Este factor representa, não só a maior ou menor probabilidade de inflamação dos materiais, produtos e equipamentos existentes, mas sobretudo a maior ou menor intensidade e rapidez com que o incêndio se pode desenvolver. O coeficiente de ponderação atribuída a este factor é de 8 pontos.

e) Instalações técnicas Dada a complexidade técnica dalguns dos equipamentos presentes num edifício, foi autonomizado este factor, atribuindo-lhe um coeficiente de ponderação de 7 pontos.

f) Instalações eléctricas A especificidade deste tipo de instalações e o elevado número de vezes em que os incêndios têm origem nas mesmas, levam a que sejam tratadas separadamente às instalações técnicas, atribuindo-se-lhes um coeficiente de ponderação de 9 pontos.

g) Características dos ocupantes As características físicas, psíquicas e emocionais dos ocupantes do edifício condicionam o comportamento perante um incêndio, ou mesmo o seu início. Perante essas condicionantes, o comportamento dos ocupantes vai ser afectado pelas características arquitectónicas do edifício, considerando um coeficiente de ponderação de 8 pontos.

h) Rapidez de intervenção dos bombeiros Sendo a rapidez da primeira intervenção a chave para o sucesso da extinção de um incêndio, este factor permite ponderar a forma como os bombeiros conseguem efectuar a primeira intervenção. A graduação do Grau de Severidade é condicionada pelos minutos que os veículos de primeira intervenção demoram a chegar ao local do incêndio. Tem um coeficiente de ponderação de 6 pontos.





i) Organização de segurança Os edifícios no decurso da sua exploração devem dispor de medidas de organização e gestão da segurança, designadas por medidas de autoprotecção. A existência e utilização dessas medidas influenciam o Grau de Risco, através dos Graus de Severidade correspondentes, com o Coeficiente de Ponderação de 10 pontos.

j) Controlo de fumo O fumo, para além de ser responsável pela maior parte dos sinistrados num incêndio urbano, é causador de inúmeros danos no edificado, no património e no ambiente. Com vista a entrar em linha de conta com os efeitos que este produto de combustão pode vir a provocar, foi valorizado o Grau de Severidade, consoante o edifício dispõe de sistemas de controlo e evacuação de fumos. O Coeficiente de Ponderação adoptado para este factor é de 5 pontos.

k) Plano Municipal de Emergência Um Plano Municipal de Emergência é um documento onde se definem os modos de actuação dos vários organismos, serviços e estruturas que a nível municipal podem ser empenhados em operações de socorro e apoio num acidente grave ou catástrofe. A intervenção fica assim previamente estruturada e articulada entre todos os intervenientes pelo que se atribuiu um coeficiente de ponderação de 6 pontos.

Analisados os critérios que permitiram classificar os diversos factores que intervêm no cálculo do Grau de Severidade, é possível construir a Matriz de Avaliação de Risco (Quadro 1), uma vez que, como foi já referido, para cada tipologia de edifício em análise, devidamente ponderada, a soma dos diversos Graus de Severidade, multiplicados pelos Coeficientes de Ponderação (CP), define um valor que, enquadrável num dos intervalos estabelecidos, define um Grau de Risco de incêndio a que o edifício está sujeito, ponderada que seja a sua tipicidade, através do Coeficiente de Equiparação (E). O Grau de Risco terá um valor contido no intervalo [38, 1200].

–  –  –

* NOT AS:

Para cada edifício em estudo, é-lhe atribuído o Grau de Severidade (pontuação) em cada um dos Factores, que multiplicado pelo Coeficiente de Ponderação desse Factor, determina a pontuação correspondente. A soma de todas as pontuações dá o total da magnitude do risco, que permite classificar esse tipo de edifício. Na zona com maior potencial de risco, subdividiu-se a caracterização dos edifícios pelas 5 T ipologias definidas pela C.M. Lisboa no seu estudo sobre o CUA, que se complementou com a T ipologia F, que engloba os edifícios de grande volumetria, destinados à actividade comercial ou industrial, de construção posterior ao século XIX.

a) Classificação das Zonas Urbanas pelo seu Grau de Risco de ocorrência de um incêndio e propagação na zona em causa, definido no Artº 18º do D.R. 23/95, de 23 de Agosto, que aprova o Regulamento Geral dos Sistemas Públicos e Prediais de distribuição de Água e de Drenagem de Águas Residuais.

Cada um dos tipos de edifícios apresenta, fruto do coeficiente de equiparação (E), um intervalo de valores para o grau de risco (GR), cuja amplitude, dividida em 5 partes iguais, permite definir os escalões de classificação entre Grau de Risco Muito Baixo, Baixo, Médio, Alto e Muito Alto.

Consoante a segurança que se pretende atingir, assim se aceitará um determinado nível de risco, ainda que, genericamente, se refira que para um Grau de Risco Alto ou Muito Alto, devam ser tomadas medidas correctivas.

3. CONCLUSÕES Constatando a dificuldade que os Técnicos da área de Protecção Civil enfrentam para elaborarem as Cartas de Risco de incêndio urbano da sua área de influência, foi entendido apresentar um Método de Avaliação de Risco, que sendo expedito, permite uma análise do Risco de Incêndio em edifícios, de diferentes tipologias. Este método não pretende ser concorrencial com os métodos de análise de risco conhecidos e dirigidos em especial para a análise das características do próprio edifício, uma vez que os complementa, permitindo aos técnicos de Protecção Civil e Bombeiros uma avaliação do risco, motivado principalmente pelos factores externos à estrutura do próprio edifício.

Esta matriz facilita a análise comparativa entre as características apresentadas por edifícios com diferentes tipologias, permitindo o alargamento da área de estudo e possibilitando a criação de verdadeiras Cartas de Risco.

4. AGRADECIMENTOS Ao Prof. João Paulo Rodrigues, pelo incentivo, apoio e colaboração, sem os quais não teria sido possível a apresentação deste trabalho.

Ao Prof. Leça Coelho, pela compreensão e apoio sempre manifestada.

À Mestre Elisabete Cordeiro, por continuar a ser a colega sempre disponível, pelo exemplo e colaboração neste, como em muitos outros trabalhos executados.

5. REFERÊNCIAS LOPES, J. P. - O Risco de Incêndio nos Planos Municipais de Emergência, Dissertação de Mestrado em Segurança Contra Incêndios Urbanos, Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade de Coimbra, 2010.

–  –  –

Education in Prevention using Information and Communication Technologies (ICT) at construction works López-Arquillos, Antonio a, Rubio-Romero, Juan Carlos b, Rey-Merchán, María del Carmen c a

Universidad de Málaga, Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales C/Doctor Ortiz Ramos s/n, email:

catedraprevencionrsc@gmail.com ; b Universidad de Málaga, Escuela Técnica Superior de Ingenieros Industriales C/Doctor Ortiz Ramos s/n email: juro@uma.es; c Universidad de Málaga, Facultad de Ciencias Boulevard Louis Pasteur s/n, email: mcrey@uma.es

1. INTRODUCTION This study describes the use of information and Communication Technologies (ICT) in the field of education in prevention at construction works. Different ways of communication are analyzed in this paper, using related literature. In the last decades the majority of improvements in many industries were due to implementation of Information and Communication Tecnologies (ICT), however the use of ICT in construction works is not reached the same level as other industries. Construction industry has been blamed many times for his slowly implementation of ICT. This delay is especially present in the training and education of workers in prevention, fortunately this tendency is changing from recent time to now.

2. EDUCATION TOOLS According to the literature, education of workers in prevention can be carried out using different ways (images, audios, and text) individually or in a combination of them. In addition, they can be classified in two groups depending on their use of traditional methods, or new technologies.

2.1 Traditional Tools In the group of traditional methods are included static pictures and text, printed in banners, flyers, or piece of paper.

Impact of the images will depend on the context of the worker who receives the information. Texts are less effective than images and pictures, because in some cases of migrant workers, they have no knowledge about the language of the message. For this reason text are frequently together with pictures to transmit the message more effectively.

2.2 ICT Tools In the group of ICT Technologies are included audios and videos. Audios are not very extended in construction workplace. The main reason is the high acoustic level present during development of many tasks in construction.

Although that, audios can be played at other places less noisy.

The most complete way of education in prevention is using a combination of the different single ways, for this reason videos are the most effective tool, because they are made with images in movement, audio, and in addition they can include text. Play a video is very easy in today´s world at any place, and at any time using and ipad, and iphone, or a laptop.

An example of these videos can be found in websites of Consejería de Empleo de la Junta de Andalucía, Fundación Laboral de la Construcción, and Instituto Asturiano de Prevención. Videos available in cited websites address typical occupational and safety problems like ergonomics issues, first aids, or warning signs into the workplace.

3. EFECTIVENESS Effectiveness of all tools cited is strongly conditioned by WHO receives the message (Banks, 2001; Pink, 2001; Rose, 2001). A same message can have different meaning for different persons. Many factors are present in the person who receives the message, culture, social level, and qualification will change the perspective of the message.

In a similar way not all worker have the same level of skill, in consequence, device to transmit the message should be elected properly for each worker (Bust 2008). A very advance tool, in its last version available it is not useful if the person designated to use it, is not qualified in the use of the tool.



Pages:     | 1 |   ...   | 76 | 77 || 79 | 80 |   ...   | 153 |


Similar works:

«The following is an excerpt from the book Forbidden Grief: The Unspoken Pain of Abortion by Theresa Burke, Ph.D., with David Reardon, Ph.D. CHAPTER TWELVE SEXUAL ABUSE AND ABORTION As a child, Heidi was an attractive little girl with a petite stature and a tenacious personality. Her large brown eyes were framed with a long set of auburn braids. Heidi was only seven when her 15-year-old brother Eric began sexually molesting her. Eric would sneak into her room at night to play “monster.” He...»

«Intel Developer Forum San Francisco Keynote Sept. 22, 2009 Sean Maloney; Executive Vice President General Manager, Intel Architecture Group Sean Maloney Female Voice: Ladies and gentlemen, please welcome Sean Maloney. Sean Maloney: Well, hi, everybody, and welcome back to IDF. I have the easiest job in the room here today because I have the most amazing stuff up on stage that I'm going to be showing you in the next 45 minutes or so. But I'm going to start with the most famous slide in IDF, all...»

«(Preprint) AAS 13-736 AUTONOMOUS AEROBRAKING DEVELOPMENT SOFTWARE: PHASE 2 SUMMARY Alicia D. Cianciolo,* Robert W. Maddock,† Jill L. Prince,‡ Angela Bowes, § Richard W. Powell,** Joseph P. White, †† Robert Tolson, ‡‡ Daniel O’Shaughnessy, §§ David Carrelli*** NASA has used aerobraking at Mars and Venus to reduce the fuel required to deliver a spacecraft into a desired orbit compared to an all-propulsive solution. Although aerobraking reduces the propellant, it does so at the...»

«25 Metaphors Nonprofits Can Use to Get Their Messages Across − and the Decrepit Dozen to Avoid Kivi Leroux Miller, President Nonprofit Marketing Guide.com More Tips and Training for Do-It-Yourself Nonprofit Marketers Get your All-Access Pass to our Weekly Webinar Series for nonprofit communicators!• Attend as many of our live webinars as you want, or watch the recordings later • Includes the last three months of recordings too!• Invitations to special Pass Holder Only coaching calls...»

«AUSTRALIAN MUSEUM SCIENTIFIC PUBLICATIONS McCarthy, Frederick D., 1944. Adzes and adze-like implements from eastern Australia. Records of the Australian Museum 21(5): 267–271, plate xvii. [22 June 1944]. doi:10.3853/j.0067-1975.21.1944.542 ISSN 0067-1975 Published by the Australian Museum, Sydney nature culture discover Australian Museum science is freely accessible online at http://publications.australianmuseum.net.au 6 College Street, Sydney NSW 2010, Australia ADZES AND ADZE-LIKE...»

«Affectionately Yours His Divine Grace Srila Bhakti Ballabh Tirtha Goswami Maharaja Affectionately Yours Clear understanding of the teachings of Lord Sri Chaitanya Mahäprabhu, indicated in the pithy sayings of His Divine Grace Srila Bhakti Ballabh Tirtha Goswami Maharaja, from his letters and articles. Sree Chaitanya Gaudiya Math www.sreecgmath.org 1 Optically Scanned Version Affectionately Yours His Divine Grace Srila Bhakti Ballabh Tirtha Goswami Maharaja Contents 1. Introduction 2....»

«Parking Services Parking Enforcement and Cancellation Protocol PS01/2011 1 Ownership This document is owned by Parking Services, London Borough of Richmond upon Thames. Approval Authority All reissues must be authorised by Parking Services, London Borough of Richmond upon Thames. Exemptions The exemptions listed in this document do not apply if it appears to the civil enforcement officer that the vehicle is not being used in accordance with the exemption. For example, an observation period will...»

«CHAPTER 6 Copyright Abandonment Chapter Contents § 6.01 Introduction [1] Effect of Copyright Abandonment [2] Copyright Abandonment Versus Forfeiture § 6.02 The Nuts and Bolts of Copyright Abandonment [1] Publication Without Copyright Notice [a] Unnoticed Publication by Third Parties [b] Unnoticed Publication After March 1, 1989 [2] Failure to Act Not Copyright Abandonment [3] Limited Abandonment [4] Terminating Copyright Abandonment § 6.03 Computer Software [1] Free and Open Source Software...»

«WOMEN’S PSEUDONYMS IN RUSSIAN MODERNISM by TATIANA YARYGINA A THESIS Presented to the Russian, East European, and Eurasian Studies Program and the Graduate School of the University of Oregon in partial fulfillment of the requirements for the degree of Master of Arts June 2014 THESIS APPROVAL PAGE Student: Tatiana Yarygina Title: Women’s Pseudonyms in Russian Modernism This thesis has been accepted and approved in partial fulfillment of the requirements for the Master of Arts degree in the...»

«Small ascii art facebook chat Small ascii art facebook chat tumbling e eye chart printable small ascii art facebook chatHalloween ascii art for Facebook statuses and timelines of a Ghost saying Boo!.. The spam van funny small ascii art for facebook.. | Spam Van “”|””\.Nov 23, 2015. My collection of text arts (also called ASCII art, or text pictures). Facebook and Myspace users like this stuff. Made, mostly, by unknown artists.Dec 14, 2011. Made specially for Facebook and MySpace...»

«The Cologne Guidebook (KÖLN Reiseführer) Long-stay Content: 1. Important Information 3 2. Transport 4 3. Places of Interests Museums & Tourist Attractions Libraries, Universities, Theatres, Cinemas, Shopping Supermarkets, Relaxation, Restaurants and Bars Pubs, Bars, Clubs, Beerhouses, Electronics, Phone Shops Parks, Swimming, Alternative Tours, Urban Gardening Embassies & Cultural Societies, Events 4. English-German basic vocabulary 12 5. Where to find the Academy 14 IMPORTANT INFORMATION The...»

«Encouraging Commitment in Online Communities Yuqing Ren, Robert Kraut, Sara Kiesler & Paul Resnick In Kraut, R. E. & Resnick, P. (Under contract). Evidence-based social design: Mining the social sciences to build online communities. Cambridge, MA: MIT Press.1. Affective Commitment: Wanting to Stay 1.1 Encouraging identity-based commitment 1.2 Bonds-based commitment 1.3. Reducing repelling forces that undercut personal commitment 2. Normative Commitment 3. Needs-based commitment 4. Summary of...»





 
<<  HOME   |    CONTACTS
2016 www.theses.xlibx.info - Theses, dissertations, documentation

Materials of this site are available for review, all rights belong to their respective owners.
If you do not agree with the fact that your material is placed on this site, please, email us, we will within 1-2 business days delete him.