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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Brasil (1996). Lei de Diretrizes e Bases do Brasil. Acedido em 30 de Agosto de 2011, em:

http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm Freire, P. (1993). Política e Educação: Ensaios. São Paulo: Cortez.

Freire, P. (2006). Extensão ou Comunicação. 13.ed. Rio de Janeiro, Paz e Terra..

Miguel, A. S. S. R. (2010). Manual de Higiene e Segurança do Trabalho (11ª edição). Porto: Porto Editora.

Moraes, R. (2005). “Mergulhos discursivos: analise textual qualitativa entendida como processo integrado de aprender, comunicar e

interferir em discursos” In: Galiazzi, M. C. & Freitas, J. V. (Org.). Metodologias emergentes de pesquisa em educação ambiental. Ijuí:

Ed. da Unijuí. (pp 85-114) Pérez, Daniel Gil; Vilches, Amparo (2003). A Formação de Cidadãs e Cidadãos para uma Cociedade Sustentável. Unesco. Cultura científica: um direito de todos. Brasília.

Portugal (1986). Lei de Bases do Sistema Educativo de Portugal. Acedido em 4 de Setembro de 2011, em: http://legislacao.minedu.pt/np4/150 Torres, J. R. et al. (2008). Ressignificação Curricular na Formação de Professores: Contribuições da Perspectiva Freiriana e da Análise Textual Discursiva. Porto Alegre: Endipe.

Avaliação de Riscos em Laboratórios de Análises Risk Assessment in Analytical Laboratories Graça, Helena Isabel Lopes; Batista, Sónia Varela e Nunes, Fernando M. D. Oliveira Instituto Superior de Educação e Ciências (ISEC), Alameda das Linhas de Torres, 179, 1750-141 Lisboa, email: lenalopesg@gmail.com; email: soniavarelabatista@gmail.com; email: fnunes@isec.universitas.pt

1. INTRODUÇÃO A multiplicidade de factores de risco presentes na actividade dos laboratórios de análises leva a que a utilização dos métodos matriciais de avaliação de riscos mais conhecidos e popularizados conduzam a resultados de fraca qualidade.

Isto deve-se ao facto de aqueles métodos, mais vocacionados para a avaliação de riscos de acidente, não conseguirem traduzir com suficiente rigor os factores de formação do risco mais importantes naquele tipo de actividade.

O presente trabalho pretendeu desenvolver um método de avaliação dos riscos associados aos ensaios levados a cabo em Laboratórios de Análises, inspirado numa metodologia configurável que permite a inclusão de vários índices com escalas ajustáveis e ponderações diferenciadas dos mesmos [Nunes, 2010a]. Para tal, foi importante observar os vários ensaios, nomeadamente, tempos de realização de tarefas, informações constantes das fichas de dados de segurança dos produtos químicos utilizados, reagentes/meios de cultura utilizados, informações dos equipamentos envolvidos nos diferentes procedimentos, entre outros.

O modelo desenvolvido foi aplicado a dois contextos laboratoriais diferentes na área da saúde pública: um laboratório de microbiologia [Graça, 2011] e um laboratório de análises de águas [Sónia, 2011], de forma a poder comprovar a sua usabilidade.

2. METODOLOGIA Os métodos de avaliação de riscos profissionais serão sempre constituídos por modelos matemáticos, mais ou menos validados, contendo mais ou menos factores (parâmetros ou variáveis) de acordo com a complexidade que se aceite atingir, tendo sempre em vista uma relação de compromisso entre essa complexidade e a usabilidade dos métodos desenvolvidos (Nunes, 2010b).

O desenvolvimento deste tipo de modelos baseados em metodologias configuráveis, mais ajustados a situações de trabalho específicas, resulta na disponibilização de métodos que, à semelhança dos métodos matriciais tradicionais, mantêm um bom compromisso complexidade-usabilidade e possibilitam uma avaliação adequada dos riscos, baseada apenas na utilização de informações disponíveis no laboratório em que é aplicada, como sejam as Fichas de Dados de Segurança (Pité-Cândida, 2007).

Nesse sentido, efectuou-se uma identificação dos factores de risco associados a cada tarefa de cada um dos

procedimentos ou técnicas que foram observadas, tendo em conta os seguintes aspectos:

Tarefas do procedimento;

Medição dos Tempos de realização de cada tarefa (associados aos tempos de contacto/exposição aos factores de risco por parte do operador);

A perigosidade, características e vias de transmissão dos produtos utilizados;

Riscos dos Equipamentos e material utilizado;

Equipamentos de protecção colectiva/ individual utilizados;

Práticas de segurança observadas;

Número de pessoas que realizam o procedimento/técnica;

Nº de vezes que o procedimento/técnica é efectuado por ano;

Numa 2.ª fase e após a identificação dos factores de risco identificados em cada tarefa observada, foram estabelecidos os índices que permitiam contabilizar a Probabilidade e a Severidade, a ter em conta na avaliação do risco.

A Probabilidade é uma função dos seguintes índices:

- tempos de contacto/exposição (T);

- Número de ensaios anuais (E );

- % de medidas de segurança de utilização efectiva de controlo dos riscos (práticas de segurança observadas versus EPI´s e EPC´s das Fichas de Dados de Segurança - FDS) (C).

Os 3 índices associados à probabilidade foram estabelecidos com os critérios apresentados na Tabelas1:





–  –  –

A contribuição dos índices é tida em conta através da utilização de factores de ponderação (AT, AE e AC), numa escala de 0 (anula a influência do índice para o cálculo, excluindo-o do modelo) a 10 (valor máximo da contribuição do valor do índice para o cálculo).

Por seu lado, a Severidade é uma função dos seguintes índices:

- Nível de perigosidade da substância (P);

- Nº de vias de transmissão (V);

- Quantidade de riscos associados aos equipamentos (R).

Os 3 índices associados à Severidade assumem valores de acordo com os critérios da Tabela 2.

–  –  –

Para que os níveis de perigosidade das substâncias – factor P, pudessem ser quantificados de forma mais fiável e ajustada à informação disponível, foi necessário classificá-los de acordo com o ponto 3 do Anexo IV, do Decreto-Lei n.º 98/2010, de 11 de Agosto de 2010. A sua quantificação é assim estabelecida de acordo com as fichas de dados de segurança e traduz a observação dos ensaios, sem esquecer as vias de transmissão (respiratória, ingestão, pele e olhos), como se esquematiza na Tabela 3.

Em algumas FDS a informação disponível indicada é o valor limite de exposição (VLE), de média ponderada (MP), curta duração (CD) ou concentração máxima (CM)) a agentes químicos no Homem. Assim, foi necessário estabelecer uma relação entre os DL50 e/ou CL50, com o mencionado no Decreto-Lei n.º 98/2010 e no conjunto das FDS, fazendo assim corresponder o índice de toxicidade com os VLE, conforme se apresenta ainda na Tabela 3.

–  –  –

A Severidade é igualmente uma função que tem em conta factores de ponderação (AP, AV e AR) que definem a contribuição dos índices que lhe estão associados.

Na posse dos seis índices definidos para o modelo, o Nível de Risco por tarefa pode então ser calculado pela expressão apresentada a seguir, de modo a poderem ser obtidos valores numa escala percentual. Para este efeito são utilizados no denominador valores correspondentes aos máximos valores de cada um dos seis índices (NT, NE, NC, NP, NV e NR).

–  –  –

Com esta avaliação estabelece-se uma valoração do nível de risco por tarefa, associada a quatro cores distintas de acordo com os critérios da Tabela 4.

–  –  –

Numa 3.ª fase, para se poder ter uma informação mais geral, o Nível de Risco por ensaio/técnica foi calculado através da

equação apresentada a seguir, que também fornece valores numa escala percentual:

–  –  –

Sendo:

Δt1, Δt2…Δtn – Duração de cada uma das n tarefas envolvidas no procedimento/ensaio;

NR1, NR2..NRn – Nível de cada uma das n tarefas envolvidas no procedimento/ensaio.

Aplicando a equação do Nível de Risco por Tarefa e com base na valoração do nível de risco (Tabela 4) construíram-se tabelas com os resultados do cálculo dos níveis de riscos resultantes da adaptação do modelo a cada um dos laboratórios em estudo, de modo a hierarquizar os riscos envolvidos nas diferentes tarefas e ensaios ali desenvolvidos.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO As ponderações adoptadas para cada um dos índices constituintes do modelo, foram estabelecidas em função da efectiva influência que cada um tem nos diversos tipos de ensaio levados a cabo no laboratório em estudo, permitindo ajustar o modelo matemático adoptado às especificidades de cada tipo de ensaio.

Foi possível observar que essa especificidade pode ser eficazmente atendida se as ponderações do modelo levarem em

conta aspectos como:

Complexidade do procedimento e experiência do(s) operador(es);

Vias de transmissão para os produtos utilizados efectivamente abertas durante a realização do procedimento;

Estado de conservação e condições de manutenção dos Equipamentos e outro material utilizado;

Adequabilidade dos equipamentos de protecção colectiva e individual (ex. tipo de luvas utilizado e não só a sua utilização) Medidas e práticas de segurança observadas e sua efectiva relevância para a Segurança e Saúde dos Operadores (protecção do operador) e não tanto para a qualidade dos procedimentos (garantia das condições do ensaio);

Nº de vezes que o procedimento/técnica é efectuado por ano face ao volume total de procedimentos levados a cabo no laboratório.

A ponderação dos aspectos acima listados, viabilizou a configuração de modelos de avaliação de riscos bem adaptados aos dois contextos laboratoriais em estudo, permitindo ponderar da forma mais eficaz possível a informação disponível e contribuindo para uma efectiva “integração da avaliação dos riscos para a segurança e a saúde do trabalhador no conjunto das actividades da organização” (Lei n.º 102/2009 – Regime jurídico da promoção e prevenção da SST).

4. CONCLUSÕES Foi possível configurar e demonstrar um método de avaliação de riscos biológicos utilizando informações que se encontram ao dispor de todos os que trabalham com os ensaios de análises microbiológicas, tais como os tempos de realização das tarefas e as informações constantes das fichas de dados de segurança dos reagentes/meios de cultura utilizados, informações dos equipamentos utilizados e os riscos associados, os equipamentos de protecção individual e colectiva utilizados. A flexibilidade deste método permite assim o cálculo do nível de risco levando em conta todas as variareis relevantes do ensaio.

Houve também que ter em consideração que a componente prática deste trabalho foi imprescindível para a realização do mesmo, pois sem ela não teria sido possível observar os vários ensaios estudados e obter a informação para a definição do método de avaliação de riscos desenvolvido.

Este modelo de avaliação de riscos, apesar de ter sido desenvolvido e aplicado na área da saúde pública, pode ser extrapolado para qualquer lugar de trabalho onde se desenvolvam actividades de análise laboratorial.

5. REFERÊNCIAS

Batista, Sónia Varela (2011). Avaliação de Riscos Químicos num Laboratório de Análise de Águas. Trabalho final de curso. Lisboa:

ISEC.

Graça, Helena Isabel Lopes (2011). Avaliação de Riscos Biológicos num Laboratório de Microbiologia Alimentar. Trabalho final de curso. Lisboa: ISEC.

Nunes, Fernando M. D. Oliveira (2010a). Segurança e Higiene do Trabalho: Manual Técnico (3.ª ed.). Amadora: Edições Gustave-Eiffel.

Nunes, Fernando M. D. Oliveira (2010b). Sobre a Utilização de Termos e Conceitos em Avaliação de Riscos Profissionais. Parte 1 Revista SEGURANÇA, 198, Setembro/Outubro de 2010. Parte 2 - Revista SEGURANÇA, 199, Novembro/Dezembro de 2010.

Pité-Madeira, C. M. (2007). Matriz de Quantificação do Risco Químico Profissional em Laboratório. Soares. C. Guedes, Teixeira, A.

P. e Antão, P. (Eds.), Riscos Públicos e Industriais, Vol. 2, pp. 935-950. Lisboa: Ed. Salamandra.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Técnicas de medição direta de apoio à avaliação de risco ergonómico: uma revisão Direct measurement techniques to support ergonomic risk assessment: a review Guedes, Joana C. a; Vaz, Mário A. P. b a,b Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto, Portugal, email: jccg@fe.up.pt a; gmavaz@fe.up.pt b

1. INTRODUÇÃO A avaliação do risco músculo-esquelético é de difícil quantificação. De entre os diversos métodos de avaliação que se encontram já validados, como o RULA, o OCRA, a equação NIOSH entre outros, a noção do nível de risco acaba por ser algo subjetiva, especialmente quando não se recorre a instrumentação no sentido de fazer avaliações concretas.

Ainda que estas técnicas se possam apoiar em instrumentação para ajudar a caracterizar a exposição dos parâmetros em que se baseiam (ângulos posturais, determinação do número de repetições, força aplicada etc.), apresentam resultados subjetivos.

Uma avaliação completa e integrada deve contemplar a suscetibilidade individual, avaliar os fatores de risco do posto de trabalho e, ainda, integrar técnicas que permitam contemplar o impacto do trabalho no indivíduo (conseguido com técnicas de medição dinâmicas) e perceber como a dinâmica, exigida pelo trabalho, resulta em esforço acrescido e potencia a lesão num determinado indivíduo.

Claro está que, num método ergonómico comum, a própria seleção de trabalhadores é algo excluído à partida, no entanto, alguns estudos apontam a avaliação do trabalhador como o método mais eficaz na previsão da suscetibilidade à lesão.



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