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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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A first approach of the European Commission to CEN/TC352 has been made in 2007, through a mandate asking for the identification of a work programme for the development of standards in the area of nanotechnologies and nanomaterials.

Following the feed-back of CEN/TC352, in 2010 the European Commission sent jointly to the three European Standardization bodies (CEN, CENELEC and ETSI) a mandate (M461) specifically asking to develop standards for testing methods and tools for the characterization, behaviour and exposure assessment. The exposure takes into account not only aspects of health and safety of workers but also consumers and the environment itself. Some 20 technical committees in several European areas have been identified, which should be involved in work that is expected to be coordinated by CEN/TC352.

Mandate M461 identifies four areas for standards development:

Methodologies for nanomaterial characterization in the manufactured form and before toxicity and eco-toxicity testing.

Sampling and measurement of workplace, consumer and environment exposure.

Methods to simulate exposures to nanomaterials.

Health, safety and the environment.

Following the acceptance of mandate M/461 «Nanotechnologies and nanomaterials», a roadmap has been established which identifies 45 standardization projects (leading to TS – Technical Specifications or TR – Technical Reports) in the field of «characterization of and exposure to nanomaterials» and «health, safety and environment».

The following developments are especially important in terms of health and safety:

Guidance on measurement techniques relevant to different exposure routes: inhalation, ingestion, skin exposure.

Guidance on detection and identification of nano-objects (in all media types).

Guidance on how to address background issues in different exposure settings.

Guidance on sampling, particularly to determine exposure to and from environmental sources.

Guidance on metrics to be used for the exposure measurements of nanomaterials (nano-objects and nanostructured materials) such as mass concentration, number concentration and surface area concentration, with recommendations for relevance to specific toxicological end-points.

Guidance on simulation approaches and models for the specific prediction of workplace exposure to manufactured nanoparticles taking especially into account possible but representative uses, worst case scenarios, accuracy, comparability, reproducibility, repeatability and predictability of the real situation.

Guidance on safe handling of manufactured nanoparticles and other manufactured nanoscale entities (including selection of PPE – Personal Protective Equipment).

Guidance on containment, trapping and destruction of nanoparticles and other manufactured nanoscale entities.

Guidance on dosimetry and exposure determination in occupational settings relevant to manufactured nanomaterials.

Methodology to determine effectiveness of filtration media against nanomaterials (PPE and general air filtration).

Methods to assess emissions from handling, or machining of nanomaterial containing products.

Protocols for determining the explosivity and flammability of nano-powders (for transport, handling and storage).

Guidance on detection and identification of nanoparticles and other nanoscale entities.

Protocols for the characterization of manufactured nanoparticles from aerosols and from environmental sources, including sampling, sample stabilization, agglomeration, aggregation, etc.

Guide to the management of waste and the disposal of nanomaterials.

Nanocomposites - guidance on ageing / particle release.

The development of standard documents concerning the above mentioned topics is foreseen within the development of Mandate M461 and will involve different Technical Committees within CEN and also ISO. Financial support from the European Commission is expected in the development of the studies that will lead, in a time horizon of 3 to 6 years, to the publication of the corresponding standard documents.

3. NANOTOXICOLOGY There are at present a lot of activities and research related to the so called «nanotoxicology». In fact, products can be much more harmful at nanoscale when compared to “macro” scale, as they can penetrate in the body of humans and in all living organisms. The European Commission has recently launched several REACH (Registration, Evaluation, Authorisation and Restriction of Chemicals) Implementation Projects on Nanomaterials which are also expected to contribute in the development of test methods related to the exposure of humans and the environment to nanoparticles.

This will also help to support the registration of nanomaterials within REACH system (Borges 2011).

4. CONCLUSIONS Standardization is an essential tool for the development of nanotechnologies. A lot still needs to be done. The European Commission is putting efforts not only in the development of research related to nanotechnologies but also to address any negative impacts on public health, safety or the environment.

The development of standards is essential for market regulation, supporting in this way industry, trade and will be useful to protect the workers, the consumers and the environment.





The European Integration and Innovation Platform «Nanofutures» has also recently identified, after a survey made with more than 50 European Technology Platforms, the importance of Standardization in promoting Safety and Sustainability of Nanotechnologies.

Standardization can be an important tool to the so-called «nano-responsible development», including integration of risk and benefit assessment in the production, marketing and use of nanotechnologies, nanomaterials and/or products incorporating nanomaterials.

5. ACKNOWLEDGMENTS This survey was funded in part by FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT), Portugal.

6. REFERENCES Almeida, A. (2011).Development of Standardization in the Area of Nanotechnologies, AUTEX 2011 – 11th World Textile Conference, Mulhouse, June 2011.

Borges, T. (2011). Nanomateriais no Âmbito do REACH, Encontro Nacional de Nanotoxicologia, Lisbon, February 2011.

Savolainen, K. et al. (2010). Nanotechnologies, engineered nanomaterials and occupational health and safety – A review. Safety Science 48 (2010) 957–963.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Trabalho Portuário em Portugal e Galiza: Comparação da Organização espacial, do trabalho e Serviços de SST Port work in Portugal and Galicia: Comparison of spatial organization, work organization and OHS services Almeida, Teresa 1, Baptista, J. Santos 2 1,2 CIGAR/Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Portugal, 1 teresahst@gmail.com, 2jsbap@fe.up.pt

1. INTRODUÇÃO Dos pontos de vista político e económico, o sector portuário representa uma oportunidade estratégica (4). Se por um lado, os portos contribuem largamente para o comércio, por outro, permitem o desenvolvimento do turismo e outras atividades como a construção e reparação naval (1).

O presente estudo pretende aprofundar o conhecimento da realidade do sector portuário no que respeita à organização espacial, diretamente relacionada com infra-estruturas e layout e indirectamente com os modelos de gestão, como sejam os modelos Tool Port e Landlord Port, com repercussões na organização do trabalho; bem como conhecer, de forma crítica, o papel das Autoridades Portuárias e Concessionários, ao nível da Segurança e Saúde no Trabalho (SST) (5) (8).

São caracterizados os portos seleccionados para este estudo, portos da Euroregião Galiza – norte de Portugal (6) e Portos de Aveiro e Figueira da Foz. Da Galiza os portos alvo do estudo são: Porto de A Coruña, o Porto de Ferrol, Porto de San Cibrao, o Porto de Marín-Pontevedra, o Porto de Vilagarcía de Arousa e o Porto de Vigo. Do norte de Portugal, o Porto de Viana do Castelo e o Porto de Leixões. Em simultâneo são discutidas as exigências e os desafios que se colocam aos portos (3) que por sua vez, propiciam uma adaptação dos modelos de gestão. Tal reflete-se na organização do trabalho e nas inter-relações entre autoridades portuárias e concessionários e, de uma maneira geral, na comunidade portuária (9).

Neste estudo são identificadas as regulamentações existentes no que respeita às matérias de Segurança e Saúde do Trabalho (SST) em Portugal e Espanha, de acordo com a legislação europeia, dado que ambos os países pertencem à União Europeia (12). É feita referência aos itens a considerar na organização dos Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho que estão presentes nas regulamentações referidas, de que são exemplo os deveres dos empregadores e trabalhadores, a informação e formação e a consulta aos trabalhadores. Na sequência desta abordagem procede-se à descrição do perfil do Técnico de Segurança e Higiene do Trabalho, às funções que deverá desempenhar e ao número de técnicos exigido face ao número de trabalhadores e ou risco presente. No que concerne à Organização dos Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho e no âmbito da referência à modalidade dos serviços de SST, ressalvam-se as vantagens de cada modalidade, designadamente serviços internos e externos, estabelecendo uma comparação entre os portos portugueses e galegos.

Na Figura 1 pode ver-se a representação geográfica dos portos dos dois países peninsulares, objeto deste estudo.

Figura 1 Portos de Portugal1 Continental e Espanha2

2. MATERIAIS E MÉTODOS O presente trabalho compreendeu três fases: estudo prévio, análise preliminar e execução. Os procedimentos adotados em cada uma são descritos sucintamente nos pontos seguintes. A estas três fases seguiu-se a análise e apreciação dos resultados, designadamente o número de terminais e sua tipologia, tipo de organização do trabalho e modalidade de organização dos Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho (SST).

http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_portos_de_Portugal http://www.tecniberia.es/jornadas/documentos/FernandoGzlLaxe_PuertosdelEstado.pdf

2.1. Estudo prévio Em virtude da pesquisa bibliográfica revelar maioritariamente trabalhos na área da gestão portuária, procurou-se desde logo proceder ao conhecimento da realidade nos portos em que incide o estudo.

Numa fase inicial deste estudo procedeu-se a uma caracterização geral dos portos de Portugal Continental (11) e dos portos de interesse geral da Galiza (10). Nesta fase procedeu-se à recolha de informação relativa aos portos, nomeadamente a sua disposição espacial e características dos terminais e cais; pesquisa de regulamentação aplicável ao sector; identificação dos intervenientes; identificação do modelo de gestão e estudo das suas repercussões em termos de organização do trabalho, conhecimento do papel das Autoridades Portuárias e inter-relações estabelecidas com os concessionários. Fez-se ainda a caracterização da atividade portuária através do estudo e observação de operações de carga e descarga, requisitos a observar na organização dos Serviços de Segurança e Saúde do Trabalho e identificação da modalidade destes serviços adotada nos portos, objeto de estudo. No decurso desta fase de estudo prévio, houve ainda necessidade de uma abordagem conceptual para a clarificação de alguns termos específicos do sector marítimo-portuário como hinterland, landlord port, tool port e service port, estes últimos relacionados com modelos de gestão portuária.

2.2. Análise preliminar A análise preliminar teve início com a delimitação do estudo dos portos, tendo sido definido uma amostra de dez portos, seis galegos e quatro portugueses, tendo em conta o factor da proximidade geográfica da Galiza e norte de Portugal e as potencialidades comerciais de uma Euroregião que, embora atualmente não apresente acordos de colaboração em matéria de portos (6), poderá vir a desenvolver inter-relações nessa área se tivermos em conta que existe um Plano Estratégico para a Euroregião a partir de directrizes estratégicas comunitárias definidas para Portugal e Espanha, para os próximos anos, onde é feita referência ao impulso de sistemas básicos de transporte e acessibilidades que, incluem o desenvolvimento de portos, aeroportos e plataformas logísticas e à cooperação no âmbito do mar, a qual inclui construção naval e náutica de recreio.

Por forma a ter um conhecimento real das estruturas operacionais foram realizadas visitas aos portos, privilegiando-se as áreas de operação que justificam a necessidade da organização de serviços de segurança e saúde no trabalho, as quais, de uma forma mais direta, são objeto de uma análise crítica aprofundada. As visitas tiveram como objectivo principal um primeiro contacto com a organização portuária e responsáveis das autoridades portuárias e das várias operações desenvolvidas. Em simultâneo e para melhor compreensão da organização das operações portuárias, recorreu-se à observação directa e entrevista informal de alguns dos actores envolvidos. Esta análise foi completada, com uma pesquisa bibliográfica sobre o sector (2).

2.3. Execução No decurso deste trabalho e em resultado de semelhanças e diferenças encontradas entre os diferentes portos, nomeadamente ao nível do modelo de gestão, alargou-se o âmbito da análise inicialmente proposto em algumas áreaschave seleccionadas, como a adopção dos princípios enunciados na legislação comunitária em que se devem basear as metodologias de avaliação de riscos adoptadas pelos serviços de prevenção das empresas que operam nos portos. Deve salientar-se o facto de as disposições legais terem por objectivo auxiliar a avaliação de práticas implementadas, constituindo ainda termo de comparação entre diferentes sistemas de organização de serviços internos ou externos no âmbito da segurança e saúde do trabalho.



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