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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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VAS=137 e VAI=135. Constatamos a ausência de diferenças médias de LAeq dB(A) entre os diferentes espaços físicos por escola. As escolas que reuniram maior média de ruído LAeq dB(A) nos três locais de medição foram o Agrupamento Fernão do Pó, EB 2,3 de Atouguia da Baleia e o Complexo dos Arcos, com níveis de ruído muito idênticos com 78,4 dB(A) e 76,8 dB(A) respectivamente. Já a escola de EB 2,3 + S de São Martinho do Porto com 63,6 dB(A) e a EB 2,3 de Peniche com 63,7 dB(A) foram as que registaram níveis menores, também com valores muito semelhantes entre si.

Comparando os níveis de ruído a que os docentes estão expostos em cada escola com os valores constantes da legislação verificou-se que todas se encontravam abaixo do estabelecido como limite. No que toca a docentes de Educação Física, que dão aulas maioritariamente, num ginásio, para um total de 6 horas de aulas diárias de exposição numa escola: a escola EB 2,3 de Atouguia da Baleia com 78,1 dB(A) foi a que registou maiores níveis de ruído. Já a escola EB 1,2 Integrada de Santo Onofre foi a que registou níveis menores com 68,5 dB(A). Nenhuma das escolas atingiu o VLE, VAS ou VAI para docentes que leccionam em ginásios. No que diz respeito ao pessoal não docente que serve os almoços nos refeitórios escolares foi calculado o Lex, 8h com ênfase nas duas horas em que se servem os almoços nos refeitórios escolares, tendo sido a escola EB 2,3 de Atouguia da Baleia com 70,6 dB(A) a registar níveis de ruído mais baixos de exposição. O Complexo dos Arcos com 79 dB(A) foi a escola que atingiram valores mais altos de ruído. Para os alunos, num dia normal de aulas, onde se incluíram 4h30 de aulas teóricas em sala de aula, 1h30 de aula prática de educação física e 1h no refeitório para almoço, verificou-se que, os diferentes alunos das várias escolas, estão expostos a níveis de ruído muito semelhantes, sendo a de EB 2,3 de Peniche com 73,3 dB(A) a escola que regista valores mais baixos e o Complexo dos Arcos com 77,4 dB(A) o que apresenta valores maiores de ruído. De acordo com a recomendação da OMS para ambientes acústicos que não causam incomodidade (60 dB (A)), constatou-se que todas as escolas se encontravam significativamente acima deste valor.

4. CONCLUSÃO Podemos concluir que nos ginásios os níveis de ruído tiveram diferenças de escola para escola. Os espaços que obtiveram menores níveis de ruído apresentavam uma área menor em relação às restantes justificando, assim, os resultados obtidos, pois não se verificava uma reverberação tão elevada (Sá & Ribeiro, 2008; Scientific American, s.d.).

Nos refeitórios foi onde se verificaram maiores níveis de L Aeq, uma vez que é onde os alunos se concentram nas horas de almoço aproveitando para conversar e descomprimir depois de uma manhã de aulas. Foi nas escolas EB 1,2 Integrada de Santo Onofre, EB 2,3 com Secundário de São Martinho do Porto, Complexo dos Arcos e EB 2,3 Amadeu Gaudêncio que se registaram maiores níveis de ruído, coincidindo este facto com o maior número de pessoas nesse local. De acordo com os dados obtidos para o LAeq em sala de aula verifica-se que os maiores níveis de ruído foram registados nas escolas Escola D. Pedro I, Agrupamento Fernão do Pó e EB 1,2,3 de Santa Catarina, facto que se deve ao tipo e natureza das aulas em questão. Se, por um lado, a aprendizagem é afectada por níveis de ruído maiores, por outro, a capacidade de transmitir conhecimentos também, obrigando a um esforço extra de ambas as partes (RANCH Project Background & Aims, s.d.; Sobre o Ruído, 2009). Ao longo do dia, em ambiente escolar, o aluno acaba por despender uma grande percentagem de energia a lidar com o ruído procurando focar-se num estímulo durante as aulas, mas esse mesmo ruído leva ao cansaço e ao desgaste (Conceição, 2009).

Verificou-se que nas escolas Complexo dos Arcos e EB 1,2 Integrada de Santo Onofre os valores de exposição não se encontram assim tão longe dos citados na legislação, merecendo atenção para colmatar eventuais falhas que possam estar a contribuir para este nível de ruído.

Não estando sujeitos, na maior parte do tempo, a uma exposição a níveis de pressão sonora capazes de se traduzirem em risco de perda auditiva, professores e alunos, essencialmente, estão sujeitos a níveis de pressão sonora suficientemente elevados para interferirem no desempenho das suas tarefas, dada a exigência cognitiva da actividade que desempenham (Sobre o Ruído, 2009). É importante salientar, também, que associado a qualquer modalidade desportiva ou jogo existem sempre actos isolados ou associados em maior ou menor grau de intensificação do ruído ambiente no ginásio, tais como actos de emoção desportiva por parte dos alunos ao festejar um golo/cesto, aos gritos e brincadeiras inerentes a qualquer aula de educação física (Wålinder, Gunnarsson, Runeson, & Smedje, 2007; OMS/Europe, 2011).

Relativamente aos níveis de ruído medidos nas escolas, importa frisar, que os cálculos efectuados numa escola são sempre influenciados pelo número de dias da semana que os professores/alunos têm aulas, pela variação do tipo de aula, pela própria estrutura escolar em si, pelo número de pessoas no local, pela proximidade de locais ruidosos e mesmo pelas próprias relações criadas entre professor/turma dentro da sala de aula levando a diversas variáveis que devem ser tidas em conta. Um estudo OMS/Europe, (s.d.) provou que a exposição prolongada do ruído pode levar ao esgotamento físico e às alterações químicas, metabólicas e mecânicas do órgão sensorial auditivo e consequentemente a stress e/ou perturbação no rumo biológico que resulta em distúrbios do sono e da saúde, passando o ruído a ser um agente potenciador de doenças (Carmo, 1999; OMS/Europe, s.d.).





5. REFERÊNCIAS Alarcão D., F. C. (2008). Acústica de salas de aula. Coimbra.

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Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Relação entre Idade, Capacidade de Trabalho e Exigências Físicas: Estudo no Setor de Saneamento de um Serviço Municipal Relationship between Age, Work Ability and Physical Demands: Study on Sanitation Sector of a Municipal Service Figueiredo, Miguela, Martins, Mafaldab, Silva, Catarinac, Carvalhais, Joséd, Cotrim, Teresae a Faculdade de Motricidade Humana, Cruz Quebrada, Portugal, e-mail: pereira.reis.miguel@gmail.com; b Faculdade de Motricidade Humana, Cruz Quebrada, Portugal, e-mail: lapao.martins@gmail.com; c Faculdade de Motricidade Humana, Cruz Quebrada, Portugal, e-mail: csilva@fmh.utl.pt; d Faculdade de Motricidade Humana, Cruz Quebrada, Portugal, email: jcarvalhais@fmh.utl.pt; e Faculdade de Motricidade Humana, Cruz Quebrada, Portugal, e-mail: tcotrim@fmh.utl.pt

1. INTRODUÇÃO Nas últimas décadas, muitas políticas nacionais e europeias têm tido em atenção os problemas associados ao envelhecimento da população ativa. Um deles é a sustentabilidade do sistema de segurança sociale que implica que as pessoas permaneçam mais tempo no mercado de trabalho. Dados da Eurostat Labour Force Survey (2011) indicam que a proporção de pessoas entre os 55 e os 64 anos no mercado de trabalho tem vindo a aumentar (de cerca de 36,9% no ano 2000 para 45,6% em 2008). De acordo com os últimos resultados do European Working Conditions Survey (2010) promovido pela Eurofound (Fundação Europeia para a Melhoria das Condições de Vida e de Trabalho) verifica-se que a percentagem de trabalhadores da UE 27 que acredita que será capaz de realizar o seu trabalho atual aos 60 anos, aumentou ligeiramente de 57% em 2000 para 59 % em 2010 (Eurofound, 2011).

É hoje globalmente aceite que as evoluções relacionadas com a idade são muito sensíveis aos constrangimentos vividos ao longo do percurso profissional e que a exposição a determinadas condições, nomeadamente de trabalho, pode ter um efeito ainda mais importante do que a idade por si só (Volkoff, Molinié & Julivet, 2000).

Assim, no âmbito profissional, a dimensão idade não constitui somente um indicador temporal mas integra toda a génese do indivíduo, o seu passado profissional e o seu saber-fazer adquirido (Paumès, 1995), a sua história e a sua experiência, que resultam não numa performance mais ou menos boa, mas numa forma diferente de realizar a sua actividade (Ramos & Lacomblez, 2005).

Atualmente, é crescente a referência à necessidade de uma perspetiva cada vez mais global em matéria de envelhecimento, progressivamente orientada para uma abertura a novos conceitos e relações, considerando a história pessoal dos indivíduos, a forte ligação entre condições de vida e condições de trabalho e entre trajetórias sociais e profissionais (Drees, Dares, & Poste, 2003).

O objetivo deste estudo consiste em relacionar a idade com a capacidade de trabalho dos assistentes operacionais do Setor do Saneamento dos Serviços Municipalizados de Oeiras e Amadora e quantificar as exigências físicas que lhes são impostas pela sua actividade de trabalho, tendo em vista desenvolver propostas de melhoria das condições de trabalho.

2. METODOLOGIA Este estudo teve uma duração de sete meses e meio, desde Outubro de 2010 até Maio de 2011.

A amostra foi constituída por vinte e três assistentes operacionais do sector de saneamento dos SMAS de Oeiras e Amadora, todos do sexo masculino, apresentando uma idade média de 45±8,6 anos e uma antiguidade média de 19±10,6 anos.

Neste estudo foram utilizadas várias técnicas: observações realizadas no local de trabalho, com registo em vídeo e fotografia, de modo a obter uma caraterização descritiva da atividade de trabalho dos assistentes operacionais; aplicação do questionário ICT - Índice de Capacidade para o Trabalho (Silva, et al, 2006), com o objetivo de obter uma perceção subjetiva de cada trabalhador, relativa à sua própria capacidade de trabalho; e utilização de instrumento de avaliação da exposição mecânica associada à atividade destes trabalhadores, em concreto e o REBA (Hignett & McAtamney, 2000), de modo a quantificar a penosidade do trabalho Foi realizado um tratamento estatístico descritivo (frequências absolutas e relativas) e de correlação (técnica de Spearman) tendo como variável dependente o índice de capacidade de trabalho e como variável independente a idade.



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