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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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http://www.infoqualidade.net/SEQUALI/PDF-sequali-6-img-/Page%2039.pdf Agência Europeia para a Segurança e a Saúde no Trabalho (AESST) (2008). Proteger os trabalhadores da hotelaria e restauração.

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Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Trabalho temporário: perspectivas e riscos Temporary work: perspectives and risks Ferreira, Isabel1 & Santos, Marta2 Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, Rua Alfredo Allen 4200-135 Porto, mtp08004@fpce.up.pt; 2Centro de Psicologia da Universidade do Porto, Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade do Porto, Rua Alfredo Allen 4200-135 Porto, marta@fpce.up.pt

1. INTRODUÇÃO Este estudo debruça-se sobre o trabalho temporário (TT), incidindo, por um lado, na utilização do trabalho temporário pelas empresas e, por outro lado, nas perspectivas e percursos profissionais de trabalhadores temporários. Será feito um enquadramento da problemática e das suas implicações, uma exploração da temática da precariedade e flexibilização do trabalho, e uma análise da utilização de TT em Portugal, com apresentação de casos reais de empresas e de trabalhadores.

Da parte das empresas a preocupação principal parece ser minimizar os custos com o trabalho, numa procura da máxima flexibilidade. Nas preocupações dos trabalhadores emergem questões de falta de segurança no trabalho, ao estarem desprovidos de formação e de equipamentos de protecção, por serem temporários.

1.1 A precariedade do trabalho temporário O TT, regulamentado em Portugal pela Lei 7/2009 de 12 de Fevereiro, tem vindo a aumentar rapidamente na União Europeia e Portugal não é excepção; dados oficiais de 2011 apontam para 25 milhões de trabalhadores com contratos temporários na União Europeia (Wozowczyk & Massarelli, 2011).

Caracterizado por uma relação contratual tripartida entre trabalhador, empresa de TT (ETT) e empresa utilizadora (EUTT), o TT comporta questões acrescidas nomeadamente quanto a matérias de saúde e segurança no trabalho, formação e integração no colectivo de trabalho, pela diferença no tipo de vínculo contratual dos trabalhadores temporários, questões estas reconhecidas na Directiva 91/383/CEE, que afirma a obrigatoriedade de se estender ao TT as medidas vigentes em matéria segurança e saúde no trabalho e na Directiva 2008/104/CE, que promove a igualdade de tratamento dos trabalhadores temporários face aos outros trabalhadores da EUTT.

Há autores que consideram que, como forma de trabalho flexível, o TT extrema a precariedade laboral (Santana & Centeno, 2001). A precariedade está normalmente associada ao trabalho mal pago e pouco reconhecido, à instabilidade do emprego, à ameaça do desemprego, à restrição dos direitos sociais e à falta de perspectivas de evolução profissional.

A difusão das formas precárias está ligada à procura da flexibilização quantitativa e à redução de custos do trabalho pelas empresas através do recurso a vínculos contratuais instáveis (Kovács, 2004).

A tendência no sentido da flexibilização das relações contratuais tem impacto negativo nas condições de trabalho e na saúde e segurança dos trabalhadores (Swaard, 2002; Dhondt & Knave 2002; Buffet & Priha, 2009). Estudos mostram que os trabalhadores temporários têm menos tempo para conhecer a actividade, estão menos informados dos riscos laborais e de estratégias de prevenção, têm menor capacidade de prever o perigo e antecipar a decisão, estando ainda mais expostos a factores de risco e com maior taxa de acidentes de trabalho do que os outros trabalhadores (Swaard, 2002; Pedersen et al, 2007; Buffet & Priha, 2009). Os múltiplos processos de acentuação da precariedade do trabalho e do emprego reformulam a relação saúde-trabalho (já de si complexa) no sentido em que tende a acentuar todos os efeitos potencialmente negativos do trabalho na saúde e da saúde no trabalho (Hélardot, 2006). Há um quebrar no colectivo de trabalho quando se mudam e desestruturam as equipas face à entrada e saída de trabalhadores temporários, além de que os trabalhadores temporários chegam desprovidos de preparação para se protegerem de riscos e de assim terem mais meios e defesas contra possíveis acidentes e lesões (Cru, 2006).





Estas preocupações em redor do TT, com implicações na saúde e segurança acrescidas e penalização social e pessoal para os trabalhadores, levam à necessidade de se aprofundar conhecimento na matéria, para propor alternativas e formas de lidar com os constrangimentos impostos por este tipo de trabalho. Nesse sentido, conduziu-se um estudo exploratório, visando a compreensão próxima e real da problemática e, portanto, ancorado no discurso de trabalhadores e em dados disponíveis de empresas utilizadoras, através de uma empresa de trabalho temporário.

2. METODOLOGIA Adoptou-se a abordagem qualitativa para um estudo exploratório e, tendo a investigação objectivos de descrever e compreender, privilegiou-se a técnica da entrevista, para os trabalhadores temporários, e o estudo de caso, para as EUTT.

A selecção das três EUTT e dos três trabalhadores temporários teve por base as características pertinentes para o estudo, advindas da pesquisa teórica, para garantir a representatividade da problemática.

Para a análise da utilização de TT foram recolhidos todos os dados disponíveis sobre os contratos de utilização e contratos de trabalho, na ETT, através de análise documental e do sistema informático de gestão de contratos.

Realizaram-se entrevistas semi-directivas centradas nas trajectórias profissionais de acordo com os objectivos deste estudo, com um guião construído a partir dos subtemas subjacentes ao tema principal. A cada trabalhador foram realizadas duas entrevistas, a primeira com o guião construído, que incidiu sobre (1) o percurso de vida dos trabalhadores e (2) as suas perspectivas sobre o trabalho temporário e a sua própria trajectória por ele marcado; e uma segunda entrevista, de restituição dos dados recolhidos, de retorno e aprofundamento de questões. Para a análise de dados das entrevistas foram utilizadas complementarmente a análise de cenário da aplicação informática TROPES e análise de conteúdo clássica. Para a análise das trajectórias de vida usou-se o bio-gráfico (Ramos, 2010).

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Os resultados serão apresentados em duas partes distintas: uma relativa à utilização de TT por três EUTT e a outra relativa aos resultados das entrevistas realizadas a três trabalhadores temporários.

3.1 Análise e discussão da utilização de trabalho temporário Foram analisados 473 contratos de TT, relativos à utilização desta forma de contratação por 3 empresas durante um período de 2 anos.

Os motivos alegados para o recurso ao TT são: o acréscimo excepcional de actividade da empresa (Art.º 140º f) Lei 7/2009) (42% dos contratos) e a execução de tarefa ocasional ou serviço determinado precisamente definido e não duradouro (Art.º 140º g) Lei 7/2009) (56% dos contratos). Em relação à duração dos contratos, a maioria não chega aos 3 meses: 58,56%, e 35,52% não chega a perfazer 1 mês de duração. Apenas em 10,78% dos casos se verifica duração igual ou superior a 6 meses. A iniciativa da rescisão foi tomada pela empresa em 70% dos casos.

Os dados recolhidos relativos ao tipo de utilização de TT das três EUTT permitem perceber que as principais características da utilização são: 1) a EUTT mantém apenas um pequeno núcleo duro de trabalhadores no quadro próprio e a maior parte dos trabalhadores acaba por ser contratada a uma empresa de trabalho temporário, ficando como trabalhadores temporários pelo máximo de tempo possível; 2) a estratégia de gestão de pessoal passa por manter em TT um número significativo, mas constantemente variável, de trabalhadores, consoante as necessidades, avaliadas, pelo menos, semanalmente; 3) as empresas estudadas partem do princípio de que há mão-de-obra disponível excedentária e não há que perder tempo a treinar uma pessoa para cada lugar. Podem terminar contratos facilmente (contratos a termo incerto, ou a termo certo de 5, 15 ou 30 dias) e facilmente colocar novo trabalhador no mesmo posto de trabalho; o trabalhador tem que se adaptar rapidamente, sendo depressa dispensado se não o fizer (muitas vezes ao fim do 1º dia de trabalho). Trata-se aqui de empresas que fazem uma utilização intensa e contínua de trabalho temporário, sendo pouco congruente com os motivos apresentados para o recurso ao trabalho temporário. Nenhuma empresa analisada dá formação aos trabalhadores temporários, contrariando a legislação em vigor que salienta a necessidade de a EUTT assegurar formação suficiente e adequada ao posto de trabalho, nomeadamente em matéria de segurança e saúde no trabalho (Art.º 4º Directiva 91/383/CEE; Art.º 186º, n.º 6, Lei 7/2009; Art.º 20º Lei 102/2009) nem fornece qualquer tipo de equipamento de protecção individual, o que é da sua obrigação segundo a lei (Art.º 15, n.º 10, Lei 102/2009), ao ser a EUTT a responsável pelas condições de execução do trabalho no que se relacionam com segurança, saúde e higiene no trabalho (Art.º 8º, n.º1, Directiva 91/383/CEE; Art.º 16º,n.º2, Lei 102/2009).

3.2 Análise e discussão das perspectivas e trajectórias de vida de trabalhadores temporários Da análise de conteúdo destacam-se as seguintes dimensões, que se verifica serem grandes tendências do TT: (1) a incerteza e sentimento de insegurança face ao futuro próximo (emprego, salário, subsistência, fazer planos), (2), o carácter involuntário da opção de estar em TT e a ausência percebida da dificuldade de mudar para melhor face ao mercado de trabalho, (3) desconhecimento do motivo de recurso ao TT pela EUTT, que percebem ser incongruente com a actividade e com a duração dos contratos, por sua vez independente do desempenho do trabalhador, (4) ausência de identificação com uma profissão e com a actividade que desempenham, (5) falta de equipamento de protecção individual e de formação em segurança.

Os trabalhadores referem diferenças de tratamento em relação aos trabalhadores afectos à empresa e apontam como preocupante a questão dos equipamentos de protecção individual; são eles que, às suas custas e no limite das suas possibilidades, têm, se quiserem, que comprar as botas de biqueira de aço e as luvas de protecção. As empresas utilizadoras nem fornecem nem exigem aos trabalhadores temporários que se apresentem equipados. Cientes da necessidade de se protegem contra os riscos mais óbvios associados à sua actividade, escolhem proteger os pés (enfrentam risco queda de objectos) e as mãos (fazem manipulação e transporte de objectos pesados e trabalho exposto às condições meteorológicas).

Da análise das trajectórias com apoio do bio-gráfico, percebe-se que a entrada no TT marca a saída de uma fase de desemprego, ou emprego ainda mais precário, e que surgiu como única opção; esta nova fase é das menos positivas da vida por ser insegura, mal remunerada e não qualificante. Face à necessidade de trabalhar, aceitaram um emprego abaixo das suas qualificações, um salário abaixo do que recebiam anteriormente ao desemprego e assumem funções de risco sem reclamar para não perder a sua fonte de rendimento e voltar ao desemprego.

4. CONCLUSÕES O estudo realizado incidiu sobre duas das faces do trabalho temporário: os utilizadores e os trabalhadores. Das análises conduzidas do ponto de vista qualitativo e exploratório, os dados emergem e ancoram-se nas abordagens que apontam para uma realidade que reflecte tendências de contratação que se baseiam na convicção de que um assalariado trabalha

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

melhor se a sua relação contratual não lhe garantir estabilidade (Lacomblez, 2008). Condições de emprego que inevitavelmente afectam condições de trabalho, perspectivas de vida dominadas pela insegurança, falta de informação, instabilidade e receio de que tudo piore com a chegada possível, eminente, do desemprego.



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