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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Os gestores, à semelhança de Karapetrovic et al. (2006) e Santos et al. (2011), alegaram a melhoria da imagem como ferramenta de marketing e da relação com as parte interessadas, assim como, a optimização dos processos, a redução da carga documental e a melhoria da organização interna, como principais motivações para integrar os sistemas de gestão. É ainda notória uma diferença entre os dois grupos de organizações, verificando-se que as que apresentam um nível de integração mais elevado indicam motivações de índole de optimização do sistema e melhoria da eficácia. Embora o outro grupo de organizações indique a melhoria da organização interna, as motivações são muito limitadas, virando-se mais para o exterior do que para o sistema em si. A redução da carga documental, à semelhança do referido por Sampaio e Saraiva (2010) e Santos et al. (2011), parece ser a grande motivação para estas organizações, o que se repercute em dificuldades no campo operacional.

Durante a integração dos sistemas de gestão, as organizações depararam-se com dificuldades, sobretudo as organizações com elevado nível de integração. Estas dificuldades, também identificadas por autores como Santos et al. (2011) e Sampaio et al. (2008), ocorreram sobretudo ao nível da reestruturação interna e mudança de comportamentos dos colaboradores. As organizações com baixo nível de integração não apontaram obstáculos até ao momento, em virtude do facto de apenas ter integrado a documentação, continuando os subsistemas a operar em paralelo.

As organizações com elevado nível de integração consideram que os seus sistemas se encontram bem integrados, indo de encontro ao sistema “all in one” referido por Karapetrovic (2002). Estas conseguem distinguir quatro níveis de integração, começando pela política, passando à integração da documentação, à definição de objectivos e metas e por fim, o alinhamento das ferramentas de gestão. As restantes organizações sentem que o seu nível de integração é reduzido em virtude da mesma apenas se reflectir ao nível da documentação, permanecendo os processos separados, ou seja, apresentam uma integração que, segundo Bernardo et al. (2009) se classifica de parcial. É notória a diferença entre as organizações com elevado e baixo nível de integração, na medida em que as primeiras já referem os diferentes níveis identificados por Karapetrovic (2002), e as segundas ainda não conseguiram identificar esses níveis, o que reflecte o baixo nível de integração existente nas mesmas.

Foi também possível verificar que a integração dos sistemas de gestão se assumiu como uma mais-valia para as organizações, uma vez que a mesma proporciona uma melhoria dos indicadores e um melhor controlo dos procedimentos. Estas mais-valias são um efeito positivo das motivações apontadas pelas organizações, nomeadamente ao nível da melhoria da eficácia e controlo dos sistemas e da resposta a alguns clientes com requisitos específicos.

Os principais benefícios percepcionados pelas organizações com elevado nível de integração foram ao nível da organização de processos, melhoria do funcionamento da organização devido à mudança de comportamentos e melhoria da definição de responsabilidades. As organizações com um nível de integração mais baixo sentiram essencialmente benefícios ao nível da redução documental. Com os benefícios obtidos, as organizações com elevado nível de integração afirmaram que se a organização não tivesse implementado/integrado os sistemas de gestão, o nível de desempenho seria inferior ao actual. Esta constatação leva a crer que só uma integração plena dos sistemas de gestão permite obter as maisvalias e benefícios associados à mesma.

A respeito da facilidade de integração das normas, as organizações com elevado nível de integração consideram ser de bastante fácil integração, sobretudo a ISO 14001 e a OHSAS 18001 pelo facto de as mesmas serem mais semelhantes.

Por outro lado, as organizações com baixo nível de integração sentem alguma dificuldade na integração, não pela falta de compatibilidade das normas, mas sobretudo pela estrutura organizacional vigente. A organização que sentiu uma maior dificuldade na integração das normas foi precisamente a que optou por implementar os três sistemas em simultâneo de forma integrada.

Com base nos factores críticos de sucesso identificados, salientam-se como sendo mais importantes, o envolvimento da gestão de topo, os recursos financeiros e humanos e a formação. É inquestionável a importância do envolvimento da gestão de topo para o sucesso que se espera obter aquando da integração dos sistemas de gestão. Este compromisso, para além de ser visto como factor fundamental e que pode influenciar o alinhamento dos sistemas de gestão com o plano de negócios da organização, vai fazer com que o resto da organização se comprometa também. Desta forma, a gestão de topo pode alocar mais facilmente os recursos necessários à implementação e/ou integração dos sistemas de gestão (Teo e Ang, 1999). Segundo Awan et al. (2008) é importante criar sinergias entre as áreas funcionais do negócio e as restantes áreas funcionais da organização, no sentido de serem atribuídas responsabilidades na implementação de práticas relevantes ao sistema. A formação é sempre um factor de extrema importância, permitindo o aprofundamento de conhecimentos e a actualização de outros, sobretudo em áreas onde a evolução técnico-científica é constante.





4. CONCLUSÕES A adopção de um sistema integrado de gestão é, nos dias de hoje, uma decisão estratégica de elevada importância para a competitividade e sustentabilidade das organizações. O sucesso da integração do sistema de gestão está significativamente relacionado com as verdadeiras motivações que levam as organizações à integração. Para atingirem esta eficácia e um nível de integração “all-in-one”, as organizações necessitam de obedecer a um conjunto de factores que levarão ao sucesso da integração e a um melhor controlo dos sistemas.

Com a integração dos sistemas, e de acordo com as organizações que colaboraram neste estudo, é possível apontar um conjunto de benefícios e mais-valias associados. Estes reflectem as motivações iniciais e, em termos práticos, trouxeram alterações positivas, nomeadamente a reestruturação da organização em geral e do sistema em particular, sobretudo ao nível dos processos, da documentação, da comunicação e da responsabilidade dos colaboradores. Não obstante dos benefícios que a integração auferiu à organização, identificaram-se algumas dificuldades sentidas pelas mesmas em todo este processo, nomeadamente a nível de mudanças de comportamentos e procedimentos, assim como da estrutura organizacional e o investimento financeiro inicial necessário.

O nível de integração verificado pode ser influenciado pela ordem de implementação e integração das normas, ou seja, este estudo aponta para uma ordem de implementação que segue a ordem de publicação dos referenciais. Este pode ser um factor preponderante na medida em que as organizações implementam as normas ISO 14001 e OHSAS 18001 após terem o sistema de gestão da qualidade implementado e enraizado.

Pode-se ainda concluir que são diversos os factores indicados como críticos para o sucesso da integração dos sistemas de gestão. Uma vez que nem todos se revestem do mesmo grau de importância, com base na literatura e no presente estudo foram considerados mais importantes o envolvimento da gestão de topo, os recursos humanos e financeiros e a formação.

5. REFERÊNCIAS Abrahamsson, S.; Hansson, J.; Isaksson, R. (2010), Integrated Management Systems – Advantages, problems and possibilities. Gotland University, Visby.

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Bernardo, M.; Casadesus, M.; Karapetrovic, S.; Heras, I. (2009), How integrated are environmental, quality and other standardized management systems? An empirical study. Journal of Cleaner Production, Vol. 17, pp. 742-750.

Billig, O.; Camilato, S. (2008), Sistema de gestão integrada de qualidade, segurança, meio ambiente e saúde. Unisinos. São Leopoldo.

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61-67.

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Pojasek, R. (2007), A Framework for Business Sustainability. Environmental Quality Management, Vol. 17 Issue 2, pp. 81-88.

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Sampaio, P.; Saraiva, P. ; Rodrigues, A. G. (2008), Sistemas de gestão: Da qualidade para outros sistemas. Proceedings do Colóquio Internacional de Segurança e Higiene Ocupacionais, Guimarães.

Santos, G.; Mendes, F.; Barbosa, J. (2011), Certification and integration of management systems - The experience of Portuguese small and medium enterprises. Journal of Cleaner Production, Issue 19, pp. 1965-1974.

Silva, A. (2010), Factores internos que contribuem para a adopção de um sistema integrado de gestão. Universidade Presbiteriana Mackenzie. São Paulo.

Teo, T.; Ang, J. (1999), Critical success factors in the alignment of IS plans with business plans. International Journal of Information Management, Vol. 19, pp. 173-185.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Nanotechnologies are Safe? New Demand for Standardization Almeida, Luisa, Ramos, Delfinab a Department of Textile Engineering, University of Minho – Guimarães – Portugal, email: lalmeida@det.uminho.pt ;

b Polytechnic Institute of Cávado and Ave, Technology School – Barcelos – Portugal, email: gramos@ipca.pt

1. INTRODUCTION The rapid development of nanotechnology has led to the emergence on the market of several products containing nanoparticles. The risks to health, either for workers who handle nanoparticles, and for consumers, by inhalation, ingestion or skin contact are still often not really known.

According to the NNI (National Nanotechnology Initiative, launched in 2000 in the USA) by 2015, it is expected that nanotechnologies will be responsible for 2 million jobs and about 1 trillion US$ production. Other estimates are even more optimistic: 1.5 trillion Euro in 2015 and even 2.6 trillion US$ already in 2014. This most optimistic scenario would imply that the market for nanotechnology-based products would be larger than the prospected information and communication technology market and would exceed the future biotech market by ten times.

What is sure is that nanotechnologies are already almost everywhere, with more than 1500 products containing nanoparticles in the market today.

Knowledge of the exposure to, or effects of, engineered nanomaterials on human health and safety in occupational environments is limited and does not allow reliable assessment of risks of these materials on workers’ health. Anyhow, there are already several studies concerning exposure to engineered nanomaterials, which have been associated with a number of health effects including pulmonary inflammation, genotoxicity, carcinogenicity and circulatory effects (Savolainen 2010). There is therefore an increasing concern of regulatory authorities concerning nanotechnology.

The European Commission has set out a European Strategy for Nanotechnologies, based on a «safe, integrated and responsible approach». An important instrument of this strategy is standardization. This topic will be developed in this presentation.

2. CEN/TC352 – NANOTECHNOLOGIES In 2006, within CEN (European Committee for Standardization), the Technical Committee CEN/TC352 has been created, to develop standardization in the field of nanotechnologies. This includes the preparation of standards for classification, terminology and nomenclature, basic metrology, measurement and characterization (including procedures for calibration), health, safety and environmental issues. The primary aim is «understanding and controlling materials and processes at the nanoscale, particularly below 100 nanometers in one or more dimensions (...)». The business plan of CEN/TC 352 emphasis that the Technical Committee will seek to develop and maintain relevant and up to date standards, which will meet the needs of industry and support relevant legislation over years.

A first standard document has been adopted in 2008 (CEN ISO / TS 27687:2008 - Nanotechnologies - Terminology and definitions for nano-objects - Nanoparticle, nanofibre and nanoplates) and the standardization program is ongoing, in cooperation with the corresponding international committee (ISO/TC229).

Details about already published standard documents related to Nanotechnologies will be given in the presentation.



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