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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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4. CONCLUSÕES As posturas assumidas durante a execução das atividades do armador (corte, dobragem e armação) é um dos fatores responsáveis pela carga física de trabalho, confirmado tanto pela entrevista quando o trabalhador elenca os locais que mais sente dores, quanto na conclusão do REBA, através da identificação do grau de risco médio, mas com necessidade de intervenção. Além disso, as condições físicas do local de trabalho, bem como as condições dos equipamentos e das ferramentas de trabalho interferem nessas posturas. Fica evidente ainda se tratar de uma duração prolongada em posturas constrangedoras e incorretas do ponto de vista da ergonomia.

Outros pontos importantes observados foram que as atividades eram desempenhadas por um único trabalhador, que na realidade poderia está recebendo auxílio de um servente, principalmente na dobragem de ferro grosso, em que grande esforço físico é exigido. A jornada de trabalho, de acordo com a entrevista, é longa (nove horas) para a realização de atividade que necessita de um esforço físico constante do trabalhador.

Diante disso, recomendam-se algumas melhorias para o ambiente de trabalho e para execução das atividades, priorizando

os recursos disponíveis pela empresa:

1. Utilização de máquina policorte, pois é tecnologicamente mais eficiente exigindo bem menos do trabalhador, oferecendo dessa forma menos problemas a coluna. Uma segunda opção, financeiramente mais viável, seria aproveitar a ferramenta, porém alongando o cabo de alavanca que aciona a guilhotina, para que fique numa altura de utilização que não prejudique a coluna do trabalhador durante a execução do serviço. Uma terceira opção seria apoiar a guilhotina sobre uma bancada de altura regulável para se adequar ao trabalhador ou ainda a compra de vergalhões já cortados evitando assim posturas inadequadas e esforços repetitivos. Além disso, sugerem-se aquisição de bancadas com regulagem de altura nos cavaletes de sustentação e bancos para que o armador possa trabalhar sentado durante a dobra do vergalhão.

2. Sugerimos também paralisações de 15 minutos na jornada de trabalho em intervalos de duas em duas horas para o relaxamento e quebra da rotina e monotonia da atividade. E ainda a contratação de um ajudante para o ferreiro, pois assim diminuiria a carga de serviço sobre ele havendo uma melhor distribuição das tarefas levando, possivelmente, a um aumento de produtividade e melhoria na qualidade do serviço.

Por fim, é importante destacar que o crescimento econômico não deve sobrepor a vida e saúde dos trabalhadores. E que através de uma análise ou um programa que utilize os preceitos de um método focado na saúde e segurança do trabalhador, é possível um meio viável para diagnóstico de prováveis falhas e também uma forma de descobrir boas práticas ergonômicas para eliminação dos riscos ou ao menos a redução destes.

5. REFERÊNCIAS Colombini, D. et al. (2005). Il método ocra per l´analisi e la prevenzione del rischio da movimenti ripetuti. Milão: FrancoAngeli.

Couto, H.A. (1995). Como Gerenciar a questão de L.E.R/D.O.R.T. (1° ed.) Belo Horizonte: ERGO.

Ferreira Junior, M. (2000) Saúde no trabalho: temas básicos para o profissional que cuida da saúde dos trabalhadores. (1° ed.) São Paulo: Roca.

Hignett, S., Mc Atamney L. (2000). Rapid entire body assessment (REBA), Applied ergonomics, 31, 201-205.

Iida, Itiro.(2005). Ergonomia: Projeto e Produção. (2° ed.) São Paulo: Edgard Blücher.

BRASIL, Ministério do Trabalho e Emprego (2011). Normas Regulamentadoras: NR – 17 e NR – 18. Disponível em:

http://portal.mte.gov.br/legislacao/normas-regulamentadoras-1.htm. Acesso em: 05/08/11.

PREVIDÊNCIA SOCIAL (2010). Boletim Estatístico Regional da Previdência Social. Disponível em: http://www.previdencia.gov.br.

Acesso em: 08/09/11.

Ranney, D.; Wells, R.; Moore, A. (1995). Upper limb musculoskeletal disorders in highly repetitive industries: precise ana tomical physical findings. Ergonomics, 38(7), 1408-23.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Complementaridade de métodos na avaliação de riscos Complementarity of risk assessment methods Costa, Rui a; Oliveira, Carlos b; Fujão, Carlos c a Companhia Carris de Ferro de Lisboa, Linda-a-Velha, a Instituto Superior de Educação e Ciências, Lisboa, rui.costa@carris.pt; b Instituto Superior de Educação e Ciências, Lisboa, gomes.oliveira@netcabo.pt; c Instituto Superior de Educação e Ciências, Lisboa, cafujao@isec.universitas.pt

1. INTRODUÇÃO Embora presença recorrente, na temática da segurança e saúde do trabalho (SST), a avaliação de riscos é ainda caracterizada por lacunas técnicas, seja por desconhecimento, ou por falta de credibilidade operacional, i.e., não lhe é reconhecido o potencial de ferramenta técnica efectiva ao serviço da SST.

Com frequência superior ao desejável, a actividade de avaliação e controlo de riscos profissionais, resulta em abordagens ligeiras no plano metodológico, as quais podem gerar resultados pouco rigorosos e consequentemente num plano prático, limitar a tomada de medidas direccionadas e eficazes. Tal acontece, quando se pensa levar a cabo correctamente as diferentes etapas de identificação de perigos, avaliação e redução de riscos associados, não fazendo uso dos devidos recursos técnicos (William & Mostia, 2009).





É sabido que a escolha e utilização de elementos sólidos numa qualquer elaboração, origina per si resultados igualmente sólidos. A obtenção de resultados adequadamente válidos, está na dependência directa da pertinência e significância dos elementos utilizados, claro está, sempre dependente da subjectividade de quem a efectua.

Os diferentes métodos de avaliação de riscos, embora devidamente consolidados, simultaneamente no âmbito da sua aplicação e resultados esperados, quando possível podem e devem ser aplicados em conjunto e de forma complementar, evidenciando e validando a obtenção de dados reais e efectivos.

A intenção de criar uma ponte entre as vertentes académica e profissional, motivou a elaboração desta abordagem, elegendo nesse sentido a actividade de abastecimento de veículos pesados a gás natural comprimido (GNC) numa empresa de transportes rodoviários urbanos, cujo objectivo, foi comprovar o potencial de risco presente na interacção Homem-Sistema, configurado na utilização de uma substância com um potencial energético significativo. Acresce que a situação descrita é agravada pela inobservância de procedimentos de manutenção previstos e pela utilização indevida de um acessório de abastecimento, o acoplador de adaptação. A sua utilização visa igualar o diâmetro da mangueira do terminal de abastecimento, em conformidade com o determinado para veículos pesados (NGV2), ao bocal de enchimento de um segmento de veículos, de características correspondentes a veículos ligeiros (NGV1).

Palavras-chave: Avaliação de risco; JHA; FMEA; Análise de vulnerabilidade; Complementaridade de métodos; Factores de formação de risco; Melhoria contínua.

2. METODOLOGIA A opção pelos métodos qualitativos, deveu-se à evidência dos mesmos serem um dos mais sólidos pontos de partida para levar a cabo um processo de avaliação de riscos, mesmo se esta, em última análise evoluir para uma semi-quantificação correspondente à “valoração, em níveis discretos, dos riscos presentes num processo produtivo” (Oliveira, 2010).

A aplicação direccionada de cada método, distribuiu-se ao longo de três fases distintas, no entanto inter-dependentes: A fase de identificação, com base nos dados observados e recolhidos no terreno (actividades de risco, factores de risco, produtos e equipamentos), variáveis fundamentais para o desenvolvimento de qualquer método; A fase de avaliação, de modo a qualificar e/ou quantificar o risco, efectuada segundo métodos determinísticos e probabilísticos, contributo fundamental para analisar possíveis consequências à luz da informação recolhida na primeira fase, viabilizando assim a potencial materialização desses acontecimentos, de forma a serem devidamente considerados; A fase da hierarquização, que reflecte numa escala os resultados obtidos nas fases anteriores. Esta consequente hierarquização, irá reflectir numa escala os resultados obtidos nas fases anteriores, de modo a destacar os riscos cujo controlo deve ser prioritário (Tixier et al. 2002) Como forma de evidenciar a complementaridade de utilização de diferentes métodos, optou-se, com base nas variáveis em estudo, pela Análise de Vulnerabilidade (método qualitativo simples) associada ao abastecimento de GNC. Esta análise forneceu a orientação sobre os métodos subsequentes (qualitativos what if), elegendo para tal a análise de perigos da tarefa (job hazard analysis – JHA), a qual além das evidências humanas, permitiu a identificação de factores materiais que “forçaram” a utilização da análise de modos de falha e efeitos (failure mode and effects analysis – FMEA), “técnica de avaliação qualitativa mas quantificável, como tal podendo ser qualitativa ou quantitativa” (Nunes, 2009).

A expressão deste raciocínio direccionada para a utilização do acoplador de adaptação foi a seguinte: A aplicação da análise de vulnerabilidade ao “sistema abastecimento”, evidenciou os meios pelos quais se verificaria a materialização dessa mesma vulnerabilidade, respectivas causas e consequências para o processo produtivo, “cuja destruição ou disfunção acarretará, como consequência, grave inconveniente ou mesmo a cessação da actividade da empresa” (Oliveira, 2009); O recurso à JHA, direccionada para a tarefa de abastecimento de veículos, ressalvada pela análise de vulnerabilidade, permitiu destacar causas humanas indutoras de falha, “Com uma frequência superior à desejável, a falha humana está associado à maioria dos acidentes de trabalho em todas as áreas que este ocorre e que compreendem sistemas humanos, semi-automatizados e automatizados” (Matthews et al. 2000), bem como causas materiais pela utilização indevida do acoplador de adaptação, que desperta a dualidade conflituosa entre objectivos operacionais e objectivos de segurança. Este recurso, permitiu pelas suas características dividir a tarefa em sub-tarefas, às quais se aplicaram as diferentes etapas de uma JHA, nomeadamente a identificação de perigos e/ou factores de risco, causas, consequências e respectivas medidas correctivas; Finalmente o recurso à FMEA, pela necessidade em definir os potenciais modos de falha e respectivos efeitos da utilização do acoplador de adaptação, factor de risco identificado na aplicação da JHA.

Esta sequência permitiu isolar os factores de risco primários (dano e probabilidade) mais relevantes, cuja significância, teve início com a definição de factores secundários de formação do risco, elaborada de forma separada para factores de formação de probabilidade com a escolha de dois pares fpi (fp1 e fp2) derivados da FMEA e fp’i (fp’3 e fp’4) baseados na JHA. Apoiados nestes elementos secundários, cada par originou uma matriz intermédia, α e β, as quais derivaram nos ainda factores de ordem secundária fpα e fpβ, conjugados então numa matriz final de probabilidade.

Os factores de formação do dano, limitados ao tipo e incidência, tiveram como suporte a constatação transversal, inteligida ao longo dos três métodos aplicados, originando um único par fd (fd1 e fd2) combinado directamente numa matriz de dano. O produto final, então como factores primários de formação do risco, probabilidade e dano, foram combinados na respectiva matriz de risco culminando na sua valoração.

Figura 1 – Elaboração de matrizes em cascata

A elaboração das matrizes intermédias e finais, devido à sua relativa simplicidade, apoiou-se no método proporcional geométrico simples, permitindo a divisão e categorização das variáveis em estudo, atribuindo-lhe níveis de valoração k segundo a fórmula na figura 2, em que Rmin = pmin. dmin e Rmax = pmax. dmax.

Quando aplicado ao cálculo das várias matrizes intermédias e/ou finais, procedeu-se apenas à alteração dos operadores:

Pci = Pmin + i. ((Pmax- Pmin)/k); Dci = Dmin + i. ((Dmax - Dmin)/k).

Com a definição do valor a atribuir a cada nível e com o recurso a ferramenta Excel, efectuou-se a representação gráfica das várias funções consideradas no estudo, fpα=fp1xfp2, D=fd1xfd2,…, pelo cálculo de curvas de factores constantes, processo que permitiu definir uma escala valorativa em níveis discretos e sua consequente caracterização.

Equação 1 – Cálculo de curvas de factores constantes

A escolha de fazer evoluir a valorização para uma valoração em níveis discretos com o recurso a um método semiquantitativo matricial, deveu-se somente à necessidade do risco apurado requerer uma representação perceptível aos vários intervenientes, de forma a propiciar o reconhecimento cognitivo incondicional pelos mesmos, apenas e só porque a primeira forma de evitar ou minimizar o risco é receá-lo. Como só percepcionamos o que medimos, é fundamental medir o risco de forma a representar a sua ameaça real.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO A caracterização do risco como considerável, segundo a escala definida para o efeito, com a correspondente proposta de alteração dos processos de trabalho existentes, era algo já esperado a priori e sem surpresa alguma. O conhecimento empírico do triângulo dos factores de risco envolvidos (materiais, humanos e organizacionais) permitia antecipar o nível atingido.

A utilização desta metodologia composta, permitiu referenciar riscos ignorados em abordagens anteriores, nomeadamente a probabilidade de ocorrência de combustão, com origem em fugas de GNC através dos elementos de união do acoplador, comprovadas in loco e com origem nas sobrecargas mecânicas incidentes sobre o mesmo. Com origem no mesmo elemento e durante a operação de desacoplamento à mangueira de abastecimento, a inexistência de um ducto de retorno fá-lo permanecer com uma pressão interna de 200 bar, situação que requer o cumprimento de uma série de procedimentos sequenciais pelos operadores, não documentados, cujo incumprimento origina um violento efeito de chicote que pode atingir o operador, ou a viatura.



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