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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Ao nível das condições do exercício da profissão, todos os trabalhadores eram contratados diretamente pela empresa. A maioria dos trabalhadores executava esta atividade há mais de 10 anos (70.6%) e laboravam mais de 40 horas semanais (94.1%).

3.1.Caracterização dos fatores de risco e avaliação do risco ergonómico em atividades TET Nos TA foram observadas as tarefas associadas à “Abertura e fecho de arcos” e “Troca de cabos”. Nas MPT foram observadas as tarefas relativas à limpeza exterior e interior dos postos de transformação.

Foram analisados os fatores de risco associados às posturas e à manipulação de ferramentas e equipamentos. Os resultados demonstram que os membros superiores e o pescoço são as zonas que apresentaram maiores problemas ao nível postural nas tarefas realizadas.

Nos TA, a tarefa queapresentou mais factores de risco ergonómicos foi a “Ligação de cabos em postes”, tarefa associada à atividade de “Troca de cabos”, sendo mesmo a tarefa TET mais problemática de todas as analisadas. Esta tarefa obrigava a posturas lesivas ao nível do tronco e do pescoço, podendo ocorrer situações de flexão, distensão e/ou inclinação lateral, bem como ao nível dos membros superiores, especialmente elevação e abdução. Ao nível dos membros inferiores verificaram-se situações de flexões acentuadas e de apoio unilateral. Esta situação foi apoiada pelo valor de REBA encontrado (Valor de REBA=12), apresentando um risco muito elevado. Os resultados demonstram que esta tarefa é prioritária relativamente às demais analisadas, no que diz respeito a uma intervenção de mudança. Relativamente à tarefa de “preparação de cabos” esta apresentou um risco elevado (REBA=9) e as restantestarefas risco moderado (REBA=6 na “Abertura e fecho de arcos” e REBA=5 no “Auxílio à ligação dos cabos, trabalho em barquinha”). A tarefa “Auxilio à ligação dos cabos, trabalho em barquinha” foi a que apresentou um menor número de situações lesivas, sendo mesmo a tarefa TET com menor nível de risco (valor de REBA=5).

Ao nível da MPT, a tarefa que apresentou um maior número de situações de risco foi a “Limpeza de paredes com utilização de escada”, nomeadamente ao nível da postura do tronco (distensão e postura estática) e dos membros superiores, zonas mais afetadas por esta atividade. Estas posturas, associadas à aplicação de força por parte dos trabalhadores nos membros superiores, constituem fatores de risco significativos (Cabeças, 2007) e podem causar fadiga muscular ao trabalhador, potenciando o desenvolvimento de LMERT (Kumar e Kumar, 2008). Este resultado vai de encontro ao valor de REBA encontrado o qual reflete uma situação de risco elevado (REBA=9). A tarefa de “limpeza da parte inferior do transformador” apresentou igualmente um risco elevado (REBA=8) e as restantes tarefas MPT um risco moderado ( REBA=5 na “Limpeza de transformador com utilização de escada”; REBA=5 na “Limpeza da parte superior do transformador sem utilização de escada” e REBA=7 na “Limpeza da cabine, parte inferior).

3.2.Análise da perceção do risco dos trabalhadores Os trabalhadores foram questionados quanto à possibilidade de algumas posturas e situações potenciarem o desenvolvimento de LMERT, nomeadamente: transporte de ferramenta pesadas; utilização de ferramentas; trabalho repetitivo; descida de material para o poste; postura incorreta do tronco; postura incorreta do pescoço; postura incorreta dos braços e espaço de trabalho disponível. Os resultados demonstram que em geral os trabalhadores reconhecem os fatores de risco associados às suas tarefas diárias, nomeadamente no que respeita ao transporte de ferramentas pesadas, onde 58.8% referiram “Concordo totalmente” com o facto do transporte deste tipo de cargas se encontrar associado ao desenvolvimento de LMERT e 41.2% “Concordo”. O trabalho repetitivo foi apontada como a situação menos lesiva, onde apenas 17.6% referiram “Concordo totalmente” no que respeita à possibilidade do trabalho repetitivo se encontrar associado ao desenvolvimento de LMERT, 35.3% “Concordo”, 35.3% “Indiferente”, 5.9% “Discordo” e 5.9% “Sem resposta”. Estes resultados poderão estar associados ao facto de alguns trabalhadores poderem não executar trabalho repetitivo e não identificaram esta situação como apresentando risco.

Relativamente às ferramentas, as quatro caracteristicas questionadas – peso, força necessária, forma e dimensões – os trabalhadores indicaram, de uma forma geral, que estas eram adequadas, sendo que os trabalhadores de MPT apresentaram 100% de adequabilidade em todas estas. Quanto aos trabalhadores de TA, apesar dos resultados mostrarem que as ferramentas são em geral adequadas, o peso e a força necessária, obtiveram uma percentagem significativa de respostas “Pouco adequada”, 21.4% e 23.5% respetivamente, e alguns trabalhadores identificaram-nas como “Inadequada”, 7.1% e 5.9% respetivamente.

3.3.Classificação da dor/desconforto De modo a analisar quais as zonas do corpo que o trabalhador refere como sendo as mais afetadas pela dor/desconforto, foi adaptado o diagrama corporal proposto por Corlett e Bishop (1976). Para cada uma das 15 zonasanalisadas foi calculada a Média Ponderada (MP) da intensidade de dor/desconforto atribuídos para cada dos grupos de trabalhadores em estudo. No grupo dos TA o pescoço foi a zona onde os trabalhadores identificaram índices de dor/desconforto mais elevados (MP = 2.00), seguida das ancas (MP = 1.64), da coluna lombar (MP = 1.57) e da parte superior das costas (MP = 1.50). Ao nível da MPT, a situação foi ligeiramente diferente, sendo que os trabalhadores atribuíram índices superiores ao nível dos ombros (MP =2.00), seguida das mãos (MP=1.67) e da coluna dorsal (MP=1.67). Estes resultados poderão estar associados ao tipo de trabalho realizado pelos trabalhadores de diferentes tipos de TET, uma vez que os TA obrigam, de uma forma geral, à distensão do tronco e do pescoço para que os trabalhadores tenham contacto visual com a tarefa, e a MPT exige a utilização de ferramentas, que embora não sejam pesadas, são manipuladas acima do nível dos ombros e/ou em posturas não-usuais. No entanto, não foi analisada a possibilidade de existirem lesões anteriores que interfiram com a sintomatologia de dor/desconforto.





4. CONCLUSÕES O presente estudo permitiu analisar a possibilidade de risco ergonómico associado aos TET. De uma forma geral, as tarefas analisadas apresentaram características que podem potenciar o desenvolvimento de LMERT a vários níveis, nomeadamente a adoção de posturas lesivas, trabalho em base instável, manipulação de ferramentas pesadas e que obrigam à aplicação de força, trabalho repetitivo e número elevado de horas de trabalho semanais.

Este estudo mostrou que é essencial encontrar soluções, nomeadamente ao nível dos meios auxiliares, das ferramentas e da organização do trabalho, que possam contribuir para a diminuição do risco ergonómico associado às atividades analisadas. Estas poderão passar pela utilização de ferramentas mais leves, que permitam uma boa aderência, que obriguem a um menor esforço e não requeiram a adoção de posturas incorretas na sua utilização; pela adoção de meios auxiliares mais adequados às tarefas, nomeadamente arnês com cadeira rija acoplada, bem como uma maior disponibilidade dos já existentes, especialmente no que diz respeito às plataformas elevatórias; e pela redução do número de horas de trabalho semanais.

5. REFERÊNCIAS Cabeças, J. M. (2007). The risk of distal upper limb disorder in cleaners: A modified application of the Strain Index method.

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http://osha.europa.eu/en/publications/reports/en_TE8107132ENC.pdf Gallagher, S., Hamrick, C. A., Cornelius, K., &Redfern, M. S. (2001). The effects of restricted workspace on lumbar spine loading.Occupational Ergonomics, 2: 201– 213.

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Hignett, S., &McAtamney, L. (2000).Rapid Entire Body Assessment (REBA).Applied Ergonomics, 31: 201-205.

Kumar, R., Kumar, S., (2008). Musculoskeletal risk factors in cleaning occupation - a literature review. International Journal of Industrial Ergonomics,38: 158-170.

Marklin, R. W., Lazuardi,L. &Wilzbacher, J. R. (2004). Measurement of handle forces for crimping connectors and cutting cable in the electric power industry. International Journal of Industrial Ergonomics, 34: 497-506.

Malchaire, J., Cock, N. &Vergracht, S. (2001). Review of the factors associated with musculoskeletal problems in epidemiological studies. IntArchOccupEnvironHealth, 74: 79-90

Ministério da Saúde (2005). Como se diagnostica a obesidade?. Acedido em:

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Queiroz, M.V., Uva, A.S., Carnide, F., Serranheira, F., Miranda, L.C., Lopes, M.F., et al. (2008). Lesões Musculoesqueléticas Relacionadas com o Trabalho. Guia de Orientação para a Prevenção. DGS. Lisboa.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Estudo sobre o comportamento humano em caso de incêndio na sociedade portuguesa Human behavior under fire situations – portuguese population Cordeiro, Elisabetea; Leça Coelho, Antóniob a ENGSEGINC, Moncalva, 3105-287 Pelariga, Portugal, email: eccordeiro@gmail.com; bLNEC, Av do Brasil 101, 1700Lisboa, Portugal, email:alcoelho@lnec.pt

1. INTRODUÇÃO Das possíveis situações de emergência a que, provavelmente, tem mais implicações no comportamento humano está directa, ou indirectamente, relacionada com um incêndio devido às diversas manifestações associadas à sua ocorrência (aumento da temperatura, presença de chamas, fumo e/ou gases tóxicos).

A análise e a previsão do comportamento humano na resposta a uma situação de incêndio requerem um sistema integrado que envolve as pessoas, o edifício e o fogo. As pessoas irão responder de forma distinta a diferentes situações de incêndio, dependendo de diversos factores.

Apesar de existir alguma aleatoriedade no comportamento humano numa situação de incêndio, considera-se que é possível a sua padronização em função de diversos factores.

2. SÍNTESE DA ANÁLISE DO INQUÉRITO De seguida apresenta-se uma síntese de um estudo iniciado no País (Cordeiro, 2010) relevando alguns dos aspectos considerados mais importantes.

Um primeiro aspecto que importa realçar está relacionado com a representatividade da amostra que serviu de base ao estudo. A receptividade ao inquérito foi razoável com 225 respostas a nível nacional. Na distribuição por género, salienta-se o facto de o número de homens e mulheres que responderam ao inquérito ser praticamente igual, 49,33% para o sexo feminino, 48,89% para o masculino (1,78% não se identificou quanto ao género), facto que reflecte a realidade portuguesa segundo as estatísticas de quando o estudo foi realizado. Relativamente à idade dos inqueridos verifica-se que ela está compreendida entre os 17 e 78 anos, sendo a média de 35,96 anos. Aqui verificou-se que a média nacional, quando o estudo foi efectuado, era de 39,09 anos, o que significa que a amostra também neste aspecto segue alguma tendência nacional. Por outro lado, num universo de 225 inquiridos, apenas 72 têm formação contra incêndio e somente 19 fazem uma reciclagem anual, facto que parece também não se afastar muito da realidade portuguesa. Já no que se refere ao aspecto particular das habilitações literárias, a amostra não traduz a realidade do País, pois mais de 50% dos inquiridos têm formação de nível universitário, percentagem que excede largamente a realidade nacional. Dos 225 inquiridos 50 deles já estiveram envolvidos numa situação de incêndio.

Tentando compreender se os inquiridos têm conhecimento dos planos de evacuação dos edifícios que frequentam, verificou-se que 141 responderam negativamente.

Figura 1: Conhecimento dos Planos de Evacuação

Por outro lado constatou-se que 96,89% mencionaram que conseguem identificar as saídas de emergência, percentagem que desce de forma significativa no que se refere à sua localização nos edifícios que frequentam, pois somente 55,56% declaram ter esse conhecimento.

A generalidade das pessoas considera que o pânico é frequente numa situação de incêndio fruto de notícias da imprensa que exploram os acontecimentos em que esse comportamento está presente, embora alguns estudos estrangeiros refiram que na generalidade dos casos isso não se verifica (RITA et al, 2009). De acordo com os resultados obtidos no inquérito, 210 dos 225 dos inquiridos consideram que numa situação de incêndio irá ocorrer pânico.

Quanto ao espírito de entreajuda, da análise das respostas constata-se que 137 das respostas mencionaram que ele existe, sendo 76 do género feminino e 61 do género masculino.

Dos 50 inquiridos que já estiveram envolvidos num incêndio, 27 deles referiram que a sua reacção será igual, independentemente de estar num edifício seu ou não, e dos 175 restantes 92 mencionaram que também terão a mesma reacção.

Um dos objectivos do inquérito era saber como é que as pessoas têm conhecimento da existência de um incêndio. Da análise feita constatou-se que o factor mais referido foi o “Cheiro a fumo”, com 36%.

Da análise das respostas, relativamente à interpretação dada ao sinal de alarme, constatou-se que 40% dos inquiridos indicam, face à incerteza da situação, que se trata de um incêndio, enquanto 27% consideram estar perante um “Exercício de evacuação”.

Figura 2: Interpretação ao sinal de alarme



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