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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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No que diz respeito ao estado funcional, verificou-se no grupo controlo um aumento, mas que não é significativo (p=0,111), enquanto que, no grupo experimental constatou-se uma diminuição significativa (p=0,000). Isto leva-nos a dizer que ao fim de 6 semanas de uso da tala nocturna, os indivíduos com STC ligeiro e moderado, tiveram uma melhoria significativa no seu estado funcional, em comparação com os que não usaram a tala. Estes dados vão de encontro ao mencionado noutros trabalhos, que referem que a STC leva a uma perda gradual da função nas actividades da vida diária e que ao utilizar-se a tala diminui-se a sintomatologia (Sevim et al, 2004; Burke, 2003; Muller, 2004; Premoselli, 2006) e por consequente melhora-se a funcionalidade.

Relativamente ao SF-36, o domínio Dor Corporal é o que apresenta um score mais baixo (inferior a 40 em ambos os grupos, no momento da avaliação) o que significa uma baixa percepção do estado de saúde, mas também é o que mais aumenta. Por esse motivo, verifica-se que neste domínio as melhoras são significativas entre os dois momentos de avaliação (p=0,000, no grupo experimental, e p=0,022, no grupo controlo), em ambos os grupos e, no caso do grupo experimental, também o domínio Saúde Geral (p=0,032).

Os resultados obtidos com o domínio Dor Corporal, sugerem que na amostra em estudo este é o domínio onde se verifica a mais baixa percepção de saúde. Tal facto contraria a literatura que refere o domínio Vitalidade como sendo o que apresenta menores valores (Ribeiro, 2005). Desconhecemos se este resultado se deve ao reduzido número de indivíduo, reflectindo diferenças individuais, ou se tem a ver com questões culturais da zona geográfica onde decorreu o estudo. No que toca à comparação estabelecida em função do grupo, os resultados obtidos não são conclusivos em relação à utilização da tala pois verifica-se que em ambos ocorrem melhorias significativas no domínio Dor Corporal, apesar de ser mais expressiva no grupo experimental. Podemos sugerir que esses resultados se devem ao facto de parte dos indivíduos referirem que, durante o decorrer do estudo, o investigador lhes permitiu expressar os sentimentos que a patologia lhes provoca, permitindo ajudar na percepção da Dor Corporal, sendo mais significativo esse facto do que a utilização da tala, pois a melhoria ocorreu em ambos os grupos.

Relativamente ao domínio Saúde Geral, após a intervenção, este domínio apresenta diferenças significativas no grupo experimental, o que poderá sugerir que a aplicação da tala surta efeito em termos da percepção que o participante tem.

Desta forma, os resultados obtidos permitem que se especule que o desempenho ocupacional no indivíduo, após a intervenção, tenha melhorado. Nos restantes domínios, não se evidenciam resultados relevantes entre os dois grupos, o que pode dever-se ao facto do instrumento de avaliação da QV ser muito geral, embora frequentemente utilizado nos estudos.

5. CONCLUSÃO Após a concretização deste estudo, consideramos que o uso da tala nocturna nos indivíduos com STC ligeiro e moderado pode ser uma abordagem a utilizar enquanto estes aguardam cirurgia, uma vez que diminui a sintomatologia, melhora o estado funcional e tem um impacto positivo na QV.

Como limitações do estudo referimos a possível existência de variáveis que podem ter influenciado os resultados, o número reduzido da nossa amostra e esta dizer respeito a uma determinada zona geográfica, não se podendo, portanto, generalizar os resultados à população com patologia de STC.

6. AGRADECIMENTOS Agradecemos ao Prof. Dr. Rubim Santos (ESTSP) e Doutorando António Duarte (APTM) orientadores da Dissertação de Mestrado e na qual este trabalho se baseou; à Doutoranda Helena Sousa (ESTSP); ao Departamento de Bioestatística (ESTSP); ao ortopedista Dr. Artur Neto (CHEDV- Feira); aos pacientes que participaram no estudo e à empresa JMV pelo apoio logístico.

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Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Situações de perigo grave e iminente: proposta de metodologia de atuação em parques de campismo Situations of serious and imminent danger: proposal of a methodology for preparedness in campsites Almeida, Ciprianoa, Cruz, Rui Manuelb, Tato, M. Diogoc, Batista, J. Santosd CIGAR/Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Portugal; cbmalmeida@gmail.coma; ruimcruz@netcabo.ptb;

tatodiogo@fe.up.ptc; jsbap@fe.up.ptd

1. INTRODUÇÃO O campismo, principalmente na época de verão, é uma atividade de lazer muito procurada em Portugal. Não só a população portuguesa, mas também inúmeros estrangeiros são atraídos pelo clima e beleza do país, que propicia momentos de relaxamento e descanso.

O licenciamento para a instalação destes empreendimentos turísticos deve ter em conta as restrições de localização legalmente definidas com vista a acautelar a segurança de pessoas e bens face a possíveis riscos naturais e tecnológicos, tal como menciona a Lei n.º 39/2008, de 7 de Março no seu artigo 5.º.

Segundo o Turismo de Portugal, no ano de 2009, estiveram em atividade 225 parques de campismo, num total de 1166 ha de área útil e com capacidade para alojar 179 mil pessoas. As entidades exploradoras particulares detêm 62% dos parques, as Federações e Clubes 18% e os Organismos Autárquicos 20%.

Neste contexto juntam-se um número elevado de utentes num curto intervalo de tempo, os quais procuram esquecer as preocupações quotidianas e, por isso, em baixo estado de alerta. Com a concentração de utentes, cresce, paralelamente, a de veículos motorizados e de outros equipamentos e materiais diversos, alguns dos quais facilmente inflamáveis (tendas), outros potencialmente explosivos (botijas de gás).

Os Parques de Campismo apresentam, como locais de trabalho, uma realidade específica caracterizada pela sazonalidade e, por consequência, pela contratação flutuante de trabalhadores indiferenciados. A este facto acresce a necessidade de manter atualizado o quadro de pessoal em matéria de segurança.

A Lei n.º 102/2009, de 10 de Setembro, regulamenta o regime jurídico da promoção e prevenção da segurança e da saúde do trabalho, de acordo com o previsto no artigo 284.º do Código do Trabalho, no que respeita à prevenção. A tabela 1 identifica os aspetos mais relevantes desta lei para a elaboração do trabalho apresentado.

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Apesar desta diversidade de problemáticas, a resposta a situações de perigo grave e iminente (PGI) tem de ser rápida, esclarecida e adequada ao contexto do momento. O objetivo principal deste trabalho centra-se numa vertente preventiva, propondo-se analisar estes locais de trabalho e lazer, identificando as diversas situações potencialmente críticas, geradoras de situações de PGI, sugerindo medidas corretivas que permitam a necessária preparação para uma resposta rápida e eficaz a eventuais situações de emergência.

2. ABORDAGEM METODOLÓGICA

2.1. Materiais e Métodos Para o desenvolvimento deste trabalho foi efetuada, para além de uma consulta a responsáveis e trabalhadores de Parques de Campismo, uma pesquisa em duas vertentes principais. Por um lado, uma análise exaustiva da legislação e regulamentação em vigor em Portugal, tanto a específica como conexa, normas técnicas, manuais e investigação desenvolvida sobre o tema em estudo. Por outro lado, procedeu-se a uma observação analítica dos locais objeto de estudo, regulamentos internos, documentos de registo de estadas, plantas da rede de incêndio e registo fotográfico de situações críticas, no sentido de identificar aquelas que poderão ser potenciadoras de acidentes (Almeida, 2011).

Com as informações obtidas e o material recolhido, foi efetuada uma avaliação das medidas de prevenção e combate existentes para este tipo de situações, identificados os desvios relativamente às orientações legislativas e evidências de boas práticas. Por fim, são propostas alterações promotoras de uma melhor gestão da prevenção em caso de PGI, a serem postas em prática por um Técnico Superior de Segurança e Higiene do Trabalho ou responsável pela segurança, contemplando igualmente todos os utentes.

No sentido de obter resultados mais fidedignos, acedeu-se a vários documentos de registo que permitiram recolher dados relativos ao ano de 2010, nomeadamente à taxa de ocupação, ao número de carros, de tendas, de roulottes e alvéolos, durante todos os meses do ano.

Na variável taxa de ocupação, os meses de Julho e Agosto são os de maior procura, enquanto os de Janeiro e Dezembro são aqueles em que essa procura é mais reduzida. No limite, a diferença entre a taxa de ocupação máxima e a mínima situa-se numa proporção de 112 para 1.

Tendo em conta a regulamentação de Segurança Contra Incêndios em Edifícios que, através do Decreto-Lei n.º 220/2008, publica o “Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndios em Edifícios (RJ-SCIE) e a Portaria n.º 1532/2008 de 29 de Dezembro que aprova o Regulamento Técnico de Segurança contra Incêndio em Edifícios (RT-SCIE), a análise de dados efetuada permitiu a caraterização destes locais, bem como conhecer o fator de risco.

De acordo com o artigo 198º da Lei 102/2009 e o previsto no artigo 21º do Decreto-Lei nº 220/2008: “Concretização das medidas de autoproteção”, do RT - SCIE. As medidas de autoproteção exigíveis são os registos de segurança, os procedimentos em casos de emergência, as ações de sensibilização, a formação em SCIE e simulacros.

As disposições constantes no regulamento de segurança de instalações elétricas de parques de campismo e de marinas aprovado pelo Decreto – Lei n.º 393/85, de 9 de Outubro e pela Portaria 1320/2008, de 17 de Novembro, que estabelecem os requisitos de instalação e funcionamento dos parques de campismo, permitiram a análise de irregularidades neste domínio.

2.2. Metodologia de Desenvolvimento A temática da segurança face a situações de PGI é uma preocupação e responsabilidade de todos os cidadãos (Delicado, 2007). É, por isso, alvo de particular atenção pelas entidades responsáveis e pelo Estado. A possibilidade de ocorrência deste tipo de situações está permanentemente presente, pelo que a sua prevenção impõe as seguintes medidas (Almeida, 2011):

 avaliação de oportunidades de melhoria na gestão da prevenção, nomeadamente, necessidades de informação e formação;

 análise do plano de organização de emergência, da rede de incêndios e sinalética;

 identificação dos desvios às medidas de autoproteção;

 proposta de medidas corretivas a nível organizacional.



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