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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Even so, crisis management has been studied trying to identify how organizations learn from errors and how they behave facing unexpected events, considering a variety of events that could be in a natural, industrial, work, media, or even financial context. Some organizations can face crises and rise again through them because they implement a mindful infrastructure following five principles that could be developed in different levels. That infrastructure allows them to be attentive to details, to be resilient facing chaotic situations, to use expertise in the correct way, to be attentive to where the work is done, and by that to be able to adjust quickly to the complexity of our world where crises happen.

This work is part of a Doctoral thesis in progress and aims to explore how organizations can transform the negative impact of a crisis into positive results through learning.

5. ACKNOWLEDGMENTS

This research project is financially supported by a FCT – Fundação para a Ciência e a Tecnologia, Grant, reference:

SFRH/BD/72491/2010.

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Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Movimentação Manual de Doentes: Aplicação do Método DINO em Enfermeiros Patient Handling: Applying DINO Method among Nurses Canuto, Daniel a; Gomes, Silvia a; Francisco, Cláudia c; Correia, Lidia c; Cotrim, Teresa ab a Faculdade de Motricidade Humana, Estrada da Costa, Cruz Quebrada, dcanuto@fmh.utl.pt; sdgomes@fmh.utl.pt b CIPER, Estrada da Costa, Cruz Quebrada, tcotrim@fmh.utl.pt; c Hospital Garcia de Orta, EPE, Av. Torrado da Silva, 2800 Almada, csfrancisco@hgo.min-saude.pt, lcorreia@hgo.min-saude.pt

1. INTRODUÇÃO Trabalhar em serviços de saúde é considerado frequentemente fisicamente exigente (Johnsson e cols, 2002). Para os prestadores de cuidados, como é o caso dos enfermeiros e auxiliares de acção médica, as transferências e o manuseamento de doentes são tarefas realizadas diariamente e repetidamente ao longo de um turno de trabalho, o que as torna extenuantes e numa das maiores causas de lesões músculo-esqueléticas relacionadas com o trabalho (Kjellberg e cols, 2000; Johnsson e cols, 2002).

Na literatura, a “transferência de doentes” tem sido definida como uma tarefa na qual os enfermeiros assistem ou elevam um doente de um local para outro, ou de uma posição para outra. Podemos então concluir que a transferência de doentes é uma tarefa complexa e que consiste na interacção entre dois ou mais indivíduos. Nesta interacção estão presentes o indivíduo que irá realizar a transferência e o indivíduo que irá ser transferido (Johnsson e cols, 2002).

Este estudo teve como objectivo a caracterização do desempenho de enfermeiros durante a realização de tarefas de movimentação manual de doentes, nomeadamente de transferência de doentes, pela aplicação de um método de avaliação específico denominado DINO – Direct Observation Instrument for Assessment of Nurses’ Patient Transfer Technique (Johnsson e cols, 2004). Pretendeu-se também identificar factores críticos que influenciem positivamente ou negativamente o desempenho dos enfermeiros para alcançar os objectivos destas tarefas, sendo utilizados, complementarmente ao DINO, questionários de opinião dos profissionais e dos doentes relativamente às transferências realizadas.





Este estudo integrou-se num projecto mais amplo de adaptação e aplicabilidade da versão portuguesa do IET (Intervention Evaluation Tool) designada de Instrumento de Avaliação da Intervenção Ergonómica na Prevenção e Controlo do Risco Ligado à Movimentação Manual de Doentes (InAvIE) (Fray e Hignett, 2009; Cotrim e cols, 2011).

2. MATERIAIS E MÉTODOS Neste estudo foi utilizado o método observacional através do DINO (Johnsson e cols, 2004) para a caracterização do desempenho dos enfermeiros durante a realização de transferências de doentes e foram aplicados dois questionários com o objectivo de caracterizar a opinião dos profissionais sobre a tarefa e a opinião dos doentes sobre a segurança, conforto e privacidade da transferência a que foram submetidos que fazem parte integrante do IET (Fray e Hignett, 2009; Cotrim e cols, 2011).

O DINO é um instrumento a ser utilizado numa observação directa de modo a avaliar o desempenho da tarefa de transferência de doentes por enfermeiros, usando uma lista de verificação com 16 itens relativos às fases de preparação, execução e resultado das mesmas. Na Fase de Preparação as respostas são dadas através de uma escala dicotómica de Sim (cumprimento do critério) e Não. Na Fase de Desempenho as respostas são dadas através de uma escala na qual o valor mínimo é 0 e o valor máximo é 4. O valor 0 significa que o enfermeiro não cumpre o critério que esta a ser avaliado e o valor 4 significa que o enfermeiro cumpre totalmente o critério que está a ser avaliado. Na Fase de Resultado as respostas voltam a ser dadas através de uma escala dicotómica de Sim e Não. O resultado do DINO é uma pontuação que pode variar entre 0 e 16 pontos. A melhor pontuação (16 pontos) corresponde à execução de uma técnica segura (Johnsson e cols, 2004).

Após o consentimento informado dos participantes foram realizadas 40 observações em oito serviços de internamento.

Nestes oito serviços existem um total de 179 enfermeiros. Cada transferência foi realizada por dois enfermeiros ou por um enfermeiro e um auxiliar de acção médica. Foi observado sempre o enfermeiro que liderava a transferência.

Imediatamente após cada observação da transferência e do preenchimento da lista de verificação do DINO, foram aplicados os questionários tendo como objectivo recolher informação sobre a opinião do profissional e do doente sobre a transferência realizada.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

3.1. Caracterização do tipo de doentes e de transferências A caracterização do grau de dependência dos doentes foi feita com recurso à galeria ARJO integrada no IET (Fray e Hignett, 2009; Cotrim e cols, 2011), sendo os mesmos classificados de A (autónomo) a E (totalmente dependente). A maior parte das observações foram realizadas com doentes do tipo B (parcialmente dependentes, que realizam marcha autónoma com supervisão) e apenas 27,5% com doentes totalmente dependentes (tipos D e E) (tabela 1).

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No que diz respeito ao Tipo de Transferência realizada, foram registados 5 tipos diferentes de transferências: “Cama Cadeirão”; “Cama - Cadeira de Rodas”; “Cama - Cadeira de Banho”; “Cama - De Pé” e “Cadeirão - Cama”. A transferência “Cama – Cadeirão” foi a mais observada (45%), enquanto que a transferência “Cadeirão-Cama” apenas foi observada em 17,5% das vezes (tabela 2).

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3.2. Resultados do DINO Os resultados do DINO podem ser observados nas pontuações finais obtidas entre o mínimo de 8 e o máximo de 15, não se encontrando nenhum resultado abaixo do valor médio da escala (8). A média dos resultados foi de 11,28 pontos (dp=4,99), o que poderá sugerir que a execução técnica das transferências poderá não ter sido a mais segura. Ao analisarmos os resultados com mais detalhe verifica-se que 65% das observações teve uma pontuação satisfatória (tabela 2), mas 50% das transferências foram realizadas com doentes do tipo B.

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Na primeira fase de preparação da tarefa são avaliados um conjunto de itens que constituem 43,8% da pontuação final do DINO. Pelos resultados obtidos na avaliação desta fase observou-se que apenas numa transferência (n=1) o doente não foi encorajado a cooperar de modo adequado (2,5%) e em 35 observações existia espaço suficiente preparado para a realização da mesma (87,5%). Em 9 das transferências foi registado que os equipamentos para os quais os pacientes foram transferidos não estavam correctamente posicionados e bloqueados (22,5%) e em nenhuma das observações a altura da cama foi considerada como sendo correcta, uma vez que nenhuma cama era regulável em altura. Estes dois últimos factores levaram a uma diminuição das pontuações finais DINO. Foi ainda analisada a utilização de ajudas técnicas, sendo que em 18 observações estas foram utilizadas e em todas o seu uso foi o correcto (45%).

Na fase seguinte da realização da tarefa (Fase de Desempenho) são analisados factores relacionados com o trabalho em equipa, comunicação e interacção com o doente, a carga nas costas e nos ombros e o equilíbrio do profissional. Estes factores constituem 37,5% da pontuação final DINO e são avaliados através de uma escala numérica cujos valores variam entre 0 a 4, sendo que os níveis 0 e 1 correspondem a uma pontuação insatisfatória e os níveis 2, 3 e 4 correspondem a uma pontuação satisfatória. Os resultados mostraram: um bom equilíbrio dos profissionais com 39 observações com um nível satisfatório (97,5%); uma boa coordenação da equipa com 39 observações com um nível satisfatório (97,5%); e uma boa economia do esforço no movimento com um nível satisfatório em 39 observações (97,5%). Quanto à carga nas costas e nos ombros, esta foi avaliada como satisfatória em 35 observações (87,5%). Os critérios de comunicação e interacção com o doente foram cumpridos satisfatoriamente em 39 das observações (97,5%) e foi permitido ao paciente participar totalmente ou quase totalmente na transferência de acordo com as suas capacidades de realização de movimentos voluntários em 39 observações (97,5%).

Na fase de resultado da tarefa é feita a avaliação de factores relacionados com o doente, como a manifestação de dor, medo ou incerteza do doente durante a transferência, ou se o doente ficou numa posição funcional. Estes itens constituem 18,8% da pontuação final do DINO. Através dos resultados obtidos verificou-se que em 38 observações a técnica escolhida para a realização desta tarefa não provocou dor ao doente (95%), em 37 observações a técnica escolhida não provocou sentimentos de medo ou incerteza (92,5%), mas em apenas 25 observações o doente ficou numa posição funcional no final da transferência (62,5%).

Relativamente ao Questionário de Opinião do Doente apenas foram recolhidas 22 respostas, uma vez que os restantes não estavam orientados ou não conseguiam compreender as perguntas. Os resultados evidenciaram que 63,6% dos doentes consideraram que a transferência foi realizada com muita segurança e confiança, 81,8% consideraram que a transferência

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foi muito confortável e sem nenhum desconforto adicional e 90,9% consideraram que a sua dignidade e privacidade foi mantida o máximo possível durante a realização da transferência.

Quanto ao Questionário de Opinião do Profissional que realizou a transferência, 97,5% dos enfermeiros consideraram que as transferências foram realizadas satisfatoriamente de acordo com o seu plano.

4. CONCLUSÕES Tendo em conta os resultados obtidos na pontuação final DINO podemos concluir que esta avaliação foi positiva mas com a identificação de aspectos passíveis de melhoria. Estas melhorias vão depender essencialmente das variáveis com menores pontuações identificadas como factores críticos que influenciaram os resultados finais.

Outros factores que poderão ter influenciado os resultados foram o Tipo de Transferência, o Tipo de doente e o Tipo de Serviço no qual foi realizada a transferência.

5. REFERÊNCIAS Cotrim, T., Francisco, C., Correia, L., Fray, M., Hignett, S. (2011), Patient Handling Risk Assessment: First Steps for Applying the “Intervention Evaluation Tool” in Portuguese Hospitals, 3rd International Conference Healthcare Systems Ergonomics and Patient Safety 2011, June, Spain.

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