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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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6. REFERENCES Boshier R. (1996). Theoretical perspectives on fishing vessel accidents and their prevention. Annual Conference of the National Search and Rescue Secretariat. Darmouth, Nova Scotia, Canada.

COM(2007)62. Communication from the Commission to the European Parliament, the Council, the European Economic and Social Committee and the Committee of the Regions. Improving quality and productivity at work: Community strategy 2007-2012 on health and safety at work. Brussels, 21 February 2007.

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European Commission, DG EMP. European Guide for Safety and Health Awareness in Small Fishing Vessels. Draft October 2011 (to be published by the end of 2012).

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Wiseman M et al. (2000). Fishing vessel safety review (less than 65 feet). Maritime Search and Rescue. Newfoundland Region.

Fisheries and oceans, Canada.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Síndrome dos Edifícios Doentes: o problema do ar condicionado Sick Building Syndrone: the problem of air conditioning a Camargo, Mericler Doneda; bCosta Junior, Hamilton a Serviço Social da Indústria – SESI, Rua Cândido de Abreu 200, Curitiba, Paraná, Brasil, mericler.camargo@sesipr.org.br; bUniversidade Federal do Paraná - UFPR, Rua XV de Novembro 1288, Curitiba, Paraná, Brasil, hcosta@ufpr.br

1. INTRODUÇÃO A Engenharia de Segurança tem como missão precípua, a saúde e o conforto dos trabalhadores. A partir dos anos 70, uma das melhorias introduzidas no sentido de otimizar as condições ambientais dos locais de trabalho foi a climatização.

O conforto térmico visa o bem estar físico e objetiva a qualidade de vida dos ocupantes de um ambiente interno. Porém, com o advento desta comodidade vieram também problemas gerados em ambientes que não atendiam a um padrão de qualidade de ar aceitável. O impacto sofrido pelas empresas com a perda da produtividade causada por absenteísmo e tratamentos de saúde foi brutal, o que tem levado os empresários e o governo a se preocuparem cada vez mais com a prevenção das doenças ocupacionais, provenientes de tais ambientes.

Em 1982, a Organização Mundial de Saúde definiu a Síndrome dos Edifícios Doentes – SED como sendo a combinação de sintomas gerais, que afetam 20% (vinte por cento) ou mais dos ocupantes de um determinado ambiente fechado, com sintomatologias diversas, sem origens determinadas, ocorrendo uma regressão espontânea dos sintomas quando do afastamento das pessoas de tal ambiente.

A Síndrome dos Edifícios Doentes – SED constitui-se num problema crescente com uma grande escala de doenças coletivas ocorrendo nos ambientes de trabalho. Este problema resulta da combinação de edifícios enclausurados, larga escala de materiais utilizados e dos modernos escritórios que possuem muitos dispositivos que emitem vapores nocivos e tóxicos. A SED tem gerado um aumento de absenteísmo ou pelo menos prejudicado o bem-estar, a produtividade e a qualidade dos serviços executados nos ambientes internos de trabalho, explica o Dr. João Vicente Assunção, chefe do Departamento de Saúde Ambiental da Faculdade de Saúde Pública da USP.

No Brasil, a necessidade de se combater a SED tornou-se evidente quando, em abril de 1998, o então Ministro das Comunicações, Sérgio Motta, faleceu após ter seu quadro clínico agravado em função de fungos alojados em dutos do

sistema de climatização. (Fonte de Consulta:

Em agosto de 1998, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária – Anvisa, órgão regulamentador do sistema de saúde, publica a Portaria nº 3.523, estabelecendo, para todos os ambientes climatizados artificialmente de uso público e coletivo, a obrigatoriedade de elaborar e manter um plano de manutenção, operação e controle dos sistemas de condicionamento de ar.

A partir de março de 1999, iniciou-se o treinamento dos técnicos das Vigilâncias Sanitárias estaduais com o objetivo de sistematizar e implantar o processo de fiscalização com a elaboração de uma rotina de procedimentos de verificação.

Apesar de todo o esforço empreendido pela Anvisa, faltava ainda criar critérios que avaliassem a adequação dos procedimentos adotados pelas empresas de manutenção dos estabelecimentos, ou seja, se tais procedimentos refletiam diretamente na melhora da qualidade do ar interior. Diante dessa necessidade, publicou-se, em outubro de 2000, a Resolução nº 176, contendo parâmetros biológicos, químicos e físicos através dos quais é possível avaliar a qualidade do ar interior.

A partir desse momento, começaram a surgir iniciativas que revelaram a preocupação das instituições com a qualidade de vida e, claro, com a produtividade de seus funcionários. Dentre as empresas pioneiras, podemos citar a Infraero e a Embratel. A primeira, com o lançamento de um projeto que visa garantir a qualidade do ar em todos os aeroportos brasileiros, que sejam climatizados artificialmente, a partir de levantamentos periódicos. A segunda, buscando a qualidade do ar interior de todos os prédios sob sua administração.





Atualmente, a Anvisa trabalha na definição de critérios para ambientes climatizados com fins especiais, como as salas de cirurgia e Unidades de Tratamento Intensivo de hospitais, por exemplo, onde o risco de contaminação pode ser fatal para pessoas com organismo debilitado.

O objetivo desse trabalho é elucidar sobre a Síndrome dos Edifícios Doentes, com enfoque nos agentes contaminantes biológicos presentes em ambientes que utilizam sistemas de ar condicionado e as possíveis doenças causadas por esses contaminantes.

2. METODOLOGIA A metodologia utilizada foi um levantamento bibliográfico seguido de uma pesquisa exploratória aplicada em amostras de água, retiradas de determinados pontos da Usina Hidrelétrica de Itaipu e levadas para o Laboratório Ambiental da mesma empresa para tratamento e obtenção de resultados referentes exclusivamente para esta pesquisa, o referente a questão da contaminação microbiológica.

Durante o período compreendido entre 19/10/2008 a 18/12/2008, foram coletadas amostras em tubos nos dutos das salas de controle e nas águas de bandeja de condensado do sistema de ar condicionado das Unidades 1 (hum) a 18 (dezoito) da Usina Hidrelétrica de Itaipu situada na cidade de Foz do Iguaçu. O material foi coletado duas vezes por semana, durante 8 semanas, obtendo-se um universo de 288 amostras. Esse material, foi colocado em placas de Petri, ainda quente e que ao resfriar forma uma camada gelatinosa sobre a qual será esfregado um swab contendo a água coletada. O período para o desenvolvimento das colônias foi de no mínimo 24 horas e máximo 7dias Foram realizadas as análises abaixo relacionadas, para cada amostra, com o intuito de se obter a identificação de fungos

patogênicos, contagem total de fungos e a comparação com padrão de normalidade:

Contagem de fungos e bactérias heterotróficas pela técnica de “Pour-Plate” Determinação qualitativa de bactérias em aerobiose e anaerobiose.

Pesquisa de Pseudomonas SP.

Contagem de fungos relacionando o total de colônias com o total de espécies da amostra Pesquisa de algas Pesquisa de larvas e ovos de Nematóideos Pesquisa de protozoários do tipo Acanthamoeba SP Pesquisa da bactéria Legionella pneumophila

2.1. Contaminação Microbiológica:

Os ensaios desta categoria visam determinar o nível de contaminação microbiológica do ar interior, através da contagem de colônias de fungos existentes nas amostras coletadas, e comparar se o ar do interior do estabelecimento apresenta nível de contaminação maior ou menor do que o ar externo.

Identificação de Fungos Patogênicos: Parâmetro: Ausência de Fungos Patogênicos De acordo com o estabelecido pela Resolução nº 176, "é inaceitável a presença de fungos patogênicos", ou seja, que tenham capacidade de produzir doenças, em ambientes com sistemas de climatização artificial.

Contagem Total de Fungos: Parâmetro: Contagem Total de Fungos 750 ufc/m3. (quantitativo) Comparação com Padrão de Normalidade (I/E): Parâmetro: I/E 1,5 (relativo) Neste ensaio, compara-se a contagem de fungos do ar interno com a contagem de fungos do ar externo, ou seja, comparase a contaminação do ar do ambiente pesquisado com a contaminação normal a qual estaríamos expostos, caso estivéssemos fora destes estabelecimentos.

Os resultados deste ensaio funcionam como indicadores de três situações possíveis:

1. Quando I/E 1,5: o ar externo captado apresenta nível de contaminação maior que o ar interno, ou seja, o ar que chega ao ambiente onde estão os ocupantes do estabelecimento está sendo "limpo" ao passar pelo sistema de climatização – boas condições;

2. Quando I/E = 1,5: a contaminação microbiológica do ar externo e do ar interno são iguais – condições regulares;

3. Quando I/E 1,5: o ar captado, ao passar pelo sistema de climatização, está sendo contaminado e os ocupantes do estabelecimento estão expostos a um ambiente "pior" do que aquele que se apresenta do lado de fora – más condições.

A contaminação do ar interno pode ocorrer sob certas circunstâncias, sendo que, na maioria das vezes, está relacionada a uma falha no projeto do edifício, no sistema de ventilação ou no ar condicionado, que, associada às condições ambientais favoráveis de temperatura e umidade relativa, permite a proliferação de microorganismos.

3. RESULTADOS Os resultados das análises se mantiveram dentro dos padrões referenciais brasileiros qualitativos que preconizam que não é admitida a presença de fungos e bactérias nos ambientes internos. Não foram encontrados fungos e nem bactérias em nenhuma das placas contendo as amostras.

O padrão qualitativo tem como valor máximo aceitável, 750 UFC (unidades formadoras de colônias)/m3 de ar, o qual também não foi superado em nenhuma amostra.

A contaminação do ar interno pode ocorrer sob certas circunstâncias, sendo que, na maioria das vezes, está relacionada a uma falha no projeto do edifício, no sistema de ventilação ou no ar condicionado, que, associada às condições ambientais favoráveis de temperatura e umidade relativa, permite a proliferação de microorganismos.

A inalação de material biológico, como fungos, por exemplo, mesmo em pequenas proporções, resulta em uma reação do organismo humano e, com a exposição contínua a um ambiente contaminado com material biológico, essa reação tende a ser cada vez mais violenta, resultando em reações alérgicas, como irritação dos olhos, do nariz (corisa) e da garganta (tosse freqüente), entre outros sintomas.

Constatou-se também no acompanhamento das amostras e através das visitas à Itaipu Binacional que o método de limpeza dos dutos adotado, foi o realizado através de processo robotizado. Através do Laboratório Ambiental da Itaipu Binacional com todas as análises realizadas (bacteriológicas, micológicas e microbiológicas) do ar condicionado, tem condições de determinar a periodicidade e o processo de manutenção do sistema de ar condicionado.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

4. CONCLUSÃO A qualidade do ar interior vem se tornando ao longo do tempo, uma área de interesse mundial tendo como objetivo principal o conforto e a saúde dos trabalhadores. Portanto torna-se óbvio que os Edifícios Doentes representam um problema ambiental de grande significado e complexidade.

Em nossa sociedade cada vez mais urbanizada essa é uma área que realmente merece especial atenção. Trata-se de um problema complexo porque envolve muitas substâncias química, múltiplos sintomas, muitos sistemas orgânicos afetados e ainda, apresenta uma escola diferenciada de sensibilidade individual aos poluentes do ar interno. O ar condicionado veio para propiciar bem estar às pessoas, elevar seu grau de produtividade no trabalho, em ambientes confortáveis e saudáveis, com grau de pureza hogroscópico e condições térmicas em perfeito ajuste, contribuindo para um microclima próximo do ideal Tudo isto a princípio é o que deve ser feito, porém o que ocorre é que nem sempre um projeto de ar condicionado está de acordo com as técnicas exigidas. Vemos que nos novos edifícios, cada vez mais envidraçados por questões arquitetônicas, o ar condicionado fica num papel secundário quando na verdade deveria ocupar o seu devido lugar: o de trazer conforto e bem estar.

Existem problemas provenientes de projetos mal elaborados e instalações que impedem a perfeita captação de ar externo.

A taxa de renovação de ar interno é reduzida por enfoques econômicos e a manutenção, além de ser vista como um ônus adicional não tão necessário, é precária.

A Portaria 3.653 que entrou em vigor foi o primeiro passo de uma longa, porém estimulante jornada porque, segundo se observa, foi despertada a consciência de que são necessários trabalhadores saudáveis e cada vez mais produtivos.

A Segurança do Trabalho está, aos poucos, ocupando seu lugar, atingindo paulatinamente os resultados a que se destina:

a preservação da vida dos trabalhadores e empresas sem causas trabalhistas.

Pode-se concluir com grande certeza, que a preocupação prevencionista em relação as doenças ocupacionais são valorizadas na empresa que é realmente compromissada com a saúde e conforto dos trabalhadores.

5. REFERÊNCIAS Ar de Itaipu sob controle total. Jornal de Itaipu, Foz do Iguaçu, no 105, p.6, abril 1998.

Bossolan, Eliane Miller. Escritórios causam doenças ocupacionais. Jornal Segurança & Saúde no Trabalho, São Paulo, no 16, p.4, outubro de 1997.



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