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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Em relação aos fatores de piora da sintomatologia músculo-esquelética relatados, sobressaindo ansiedade e persistência do movimento, conforme observa Smith (1996), eventos estressantes aumentam a chance de lesões osteomusculares, devido ao estresse físico, gerando um risco maior de trauma por acidente. Além disso, com a consequente depressão do sistema imunológico, pode haver aumento das afecções, bem como aumento da possibilidade de lesões pelo acréscimo dos movimentos realizados na atividade profissional e diária.

4. CONCLUSÃO A existência confirmada da alta prevalência de transtornos traumáticos cumulativos relatados pelos sujeitos da pesquisa e as condições associadas nessa população indicam a necessidade de intervenções decisivas direcionadas aos grupos de maior risco para enfrentar o problema e sobretudo vigilância de saúde sobre a organização do trabalho no ambiente bancário. Corroborando com os achados na literatura de que os trabalhadores bancários vêm sendo submetidos a trabalhos repetitivos, prolongados, com alto nível de tensão neuromuscular foi verificada e comprovado e que, os aspectos biomecânicos, muito contribuem para o aparecimento das queixas musculoesqueléticas nos bancários.

Considerando que os transtornos traumáticos cumulativos estão vinculados em princípio à forma como o trabalho é organizado, a prevenção de riscos para sua ocorrência dá-se, sobretudo, em mudanças na organização do trabalho. Novos modelos na perspectiva da integralidade das ações de atenção, vigilância, educação e promoção à saúde do trabalhador são alternativas plausíveis para a melhora do quadro.

5. REFERÊNCIAS Mergener, C.B; Kehrig, R.T; Traebert, J. (2008). Sintomatologia músculo-esquelética relacionada ao trabalho e sua relação com qualidade de vida em bancários do Meio Oeste Catarinense. Saude soc. 17, 28-33.

Gravina, M.E.R; Rocha, L.E. (2006). Lesões por Esforços Repetitivos em bancários: reflexões sobre o retorno ao trabalho. Cadernos de Psicologia Social do Trabalho, 9, p. 41-55.

Sato, L. (2001). LER: objeto e pretexto para a construção do campo de trabalho e saúde. Cad Saúde Pública. 17, 147-52.

Lipp, M. (2001). Stress no Brasil: saúde, ocupações e grupos de risco. (4th. Ed.). São Paulo: Papirus.

Brandão, A.G.; Horta, B.L.; Tomasi, E. (2005). Sintomas de distúrbios osteomusculares em bancários de Pelotas e região: prevalência e fatores associados. Rev Bras Epidemiol, 8, p. 295-305.

Smith, M. J. (1996). Considerações psicossociais sobre os distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho (DORT) nos membros superiores. In: HUMAN FACTORS AND ERGONOMICS SOCIETY ANNUAL MEETING, 40., 1996, Wisconsin. Proceedings… Wisconsin: HFES, 776-780.

Yu, I., Wong, T. (1996). Problemas musculoesqueléticos entre operadores de computador do Banco de Hong Kong. Occup Med Lond, 46, 275-280.

Elaboração de um modelo procedimental para a investigação de Incidentes/ Acidentes de Trabalho Development of a procedural model for Incidents/Accidents at Work investigation Sobral, Maria João, Santos, Mariana, Pardal, Tatiana Escola Superior de Ciências Empresariais, Setúbal, email: sobral.mj@gmail.com; Escola Superior de Ciências

Empresariais, Setúbal, e-mail: mariananrsantos@gmail.com; Escola Superior de Ciências Empresariais, Setúbal, email:

pardal.tatiana@gmail.com

1. INTRODUÇÃO A informação mais recente sobre acidentes de trabalho da Organização Internacional do Trabalho, (in Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social/ Gabinete de Estratégia e Planeamento), refere-se a 2008 e dá conta de que, nesse ano ocorreram em Portugal 231 acidentes mortais. A mesma fonte refere ainda que em 2008 ocorreram em Portugal quase 175 mil acidentes (174 916) com um ou mais dias perdidos que deram origem a 7 156 003 dias de trabalho perdidos.

Este elevado número de acidentes de trabalho, suscita grande preocupação e remete para a necessidade de identificar as causas dos mesmos, permitindo assim que se efetue uma prevenção eficaz, melhorando a segurança dos trabalhadores.

Acontece que um número muito substancial de acidentes de trabalho acaba por não passar por qualquer tipo de investigação ou, por ser alvo de um processo de análise muito sumária. Estas situações devem-se ao facto de frequentemente se incumbirem para investigar as causas dos acidentes profissionais sem formação adequada. Acresce ainda o facto de frequentemente não serem disponibilizados os meios necessários para o poder fazer. Sendo assim, não se apuram as causas reais dos acidentes, o que se torna um obstáculo para evitar a recorrência dos mesmos.

Cada acidente não investigado ou mal investigado propicia a recorrência de acidentes de trabalho! Se nos reportarmos a incidentes a proporção de casos não comunicados, não investigados ou investigados deficientemente aumenta exponencialmente. As razões explicitadas estão na base que motivou as autoras a desenvolver um estudo que contribuísse para minimizar estas situações.

Esta investigação tem como objetivo a criação de um processo referente à Investigação e Prevenção de Incidentes e Acidentes de Trabalho (IPIAT), representado na Figura 1, do qual faz parte toda a informação pertinente e necessária ao mesmo, facilitando assim às entidades privadas e/ou públicas o preenchimento de documentação relativa a incidentes/acidentes de trabalho.





Figura 1 – Processo de Investigação e Prevenção de Incidentes e Acidentes de Trabalho (IPIAT) Este modelo visa ainda a uniformização da linguagem abordagem e aplicação, tendo em conta os referenciais OHSAS 18001:2007, ISO 9001:2008 e Classificações Europeias para Acidentes de Trabalho (Eurostat, 2001). Pretende-se obter uma análise, compreensão, aprendizagem e aplicação das ações necessárias para evitar reincidências.

O modelo procedimental deverá fornecer o conhecimento, a informação e as diretrizes, para que qualquer que seja a entidade, independentemente da sua atividade e dimensão, de ter ou não um sistema de segurança desenvolvido, possa implementar um conjunto de procedimentos para determinar os fatores/causas de um acontecimento indesejável, sejam provenientes das condições materiais de trabalho, do ambiente e local de trabalho, de fatores individuais ou da organização do trabalho. Esta opção decorre da existência de uma lacuna nesta área da Segurança ao nível da capacidade de reação a um evento indesejável.

A Norma 18001:2007, refere no ponto 4.5.3.1 - Investigação de Incidentes, a necessidade de investigar todo e qualquer incidente de trabalho, sendo no entanto muito vaga, não mencionado qualquer metodologia para a sua efetivação.

Acresce ainda o facto de, em Portugal, a investigação de incidentes/acidentes de trabalho ser uma área com grande défice de procedimentos operacionais adequados à sua realidade laboral.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

2. FONTES E METODOLOGIA

A investigação está alicerçada em pesquisa bibliográfica, incidindo quer em análise dos referenciais teóricos quer em estudos empíricos sobre a temática. Recorre-se ainda a análise documental, no sentido de identificar documentos com boas práticas relativamente aos procedimentos inerentes à investigação de acidentes/incidentes de trabalho. Dada a especificidade do estudo optou-se por criar um modelo tendo por base os métodos WAIT (Work Accidents Investigation Technique), o RIAAT (Registo, Investigação e Análise de Acidentes de Trabalho) e o Manual Guidance HSG245, que são considerados pelas autoras do estudo os mais adequados e melhores referências na área em estudo.

O WAIT (Work Accidents Investigation Technique), é um método prático para uso na investigação e análise de acidentes e incidentes de trabalho em todos os sectores de atividade industrial. A base teórica do método é uma versão contemporânea da antiga teoria do dominó, que explica os mecanismos de causalidade de um acidente. A técnica WAIT é baseada no novo modelo dos acidentes organizacionais desenvolvido por James Reason na década de noventa (Jacinto, 2007).

O RIAAT (Registo, Investigação e Análise de Acidentes de Trabalho), é um protocolo que permite cobrir o ciclo completo da informação do acidente desde o registo até à aprendizagem, consistindo simultaneamente num impresso e num método (o impresso permite ser futuramente transformado numa ferramenta de software). O método encontra-se estruturado em quatro partes sequenciais (Registo, Investigação e Análise, Plano de Acção e Aprendizagem

Organizacional). A metodologia utilizada pelo processo RIAAT baseia-se em dois modelos de causalidade de acidentes:

Metodologia do Eurostat (2001) e o Modelo dos acidentes organizacionais proposto por Reason (Jacinto et al, 2010).

O Manual Guidance HSG245 (Investigating Accidents and Incidents) visa a adoção de medidas de controlo para eliminar ou reduzir riscos de forma a prevenir acidentes de trabalho e doenças profissionais. O seu objectivo é apurar não apenas como os eventos adversos ocorrem, mas entender os factores que possibilitaram a ocorrência. Este Manual organiza um sistema de análise de eventos adversos, no qual é valorizado o conhecimento dos factores relacionados a vários acidentes, incidentes e circunstâncias indesejadas ocorridas (Health and Safety Executive, 2004).

3. RESULTADOS E SUA DISCUSSÃO

Esta investigação tem como resultado um modelo procedimental constituído por cinco etapas, as quais comportam vários passos operacionais a seguir, com o objetivo de prevenir e investigar incidentes/acidentes de trabalho, numa perspetiva de melhoria continua.

De acordo com o processo IPIAT, após ter sido detetada uma ocorrência é necessário realizar ações de contenção, e o incidente/acidente de trabalho deve ser comunicado aos superiores hierárquicos, aos Serviços de Higiene e Segurança no Trabalho e a quem de direito.

Segue-se então a investigação, que implica a identificação das causas do incidente/acidente, após a qual são planificadas as medidas de Segurança e Saúde a tomar, sendo estas depois implementadas, de forma a diminuir o risco e a probabilidade de recorrência do acidente.

Após a execução das medidas, é fundamental a comunicação e a aprendizagem, nomeadamente através de sensibilização dos trabalhadores sobre riscos específicos, prevenção e até sobre como agir em situação de emergência e promoção de comportamentos seguros. Por fim, é essencial que sejam tomadas ações de seguimento e monitorização. Estas incluem uma avaliação das medidas de segurança e saúde implementadas e o seu impacto no funcionamento da empresa, secção ou posto de trabalho específico.

Este modelo distingue-se dos restantes pela sua abrangência, uma vez que é aplicável a diferentes organizações, sejam elas públicas ou privadas, e a todos os setores de atividade; e permite ainda a migração de dados, de forma a agilizar o preenchimento do relatório único, tornando-se assim uma ferramenta com grande potencial prático.

O modelo concebido encontra-se em fase de experimentação em contextos laborais, podendo sofrer eventuais ajustes decorrentes da mesma.

4. CONCLUSÃO Em Portugal a investigação de incidentes/acidentes de trabalho encontra-se ainda em fase embrionária, havendo a necessidade criar modelos procedimentais mais operacionais que possam ser facilmente utilizados por qualquer entidade e aplicados a qualquer ramo de atividade. Foi a isso que nos propusemos, construindo um modelo “amigável” que permita ajudar a identificar as causas dos incidentes/acidentes de trabalho.

Procurou-se selecionar dentro da panóplia de informação díspar utilizada em diversos modelos existentes aquela que se melhor se coaduna com o estipulado na legislação vigente e documentos de apresentação obrigatória inerentes aos incidentes/acidentes de trabalho.

Nesse sentido, é analisado um conjunto de documentos sobre a temática, procurando hierarquizá-los e numa perspetiva de benchmarking tendo por base as boas práticas para construir um modelo prático e eficaz. Os modelos WAIT, RIAAT e Manual Guidance HSG245 constituem o ponto de partida para a construção do modelo IPIAT. Este caracteriza-se pelas suas cinco etapas, que permitem estruturar o modo de atuação perante um acidente/incidente, desde o momento em que este ocorre, sendo necessário socorrer vitimas e controlar danos, até às ações de seguimento.

O processo de investigação de incidentes/acidentes de trabalho é o espelho da reação a uma ocorrência por parte da organização, sendo particularmente responsável por torná-la mais forte e com trabalhadores mais saudáveis, seguros e felizes.

Esperamos que a aplicação do modelo IPIAT possa contribuir ativamente no futuro para a investigação de incidentes e acidentes de trabalho, para a sua prevenção e, sobretudo, para a diminuição do número de acidentes de trabalho.

5. REFERÊNCIAS Jacinto, M. Celeste, (2007). Análise de Acidentes de Trabalho - Método De Investigação WAIT (Work Accidents Investigation Technique). Lisboa: Verlag Dashöfer.

Jacinto, M. Celeste, Soares, C. Guedes, Fialho, Tiago, Silva, Silvia A. (2010). Projeto CAPTAR. RIAAT – Registo, Investigação e Análise de Acidentes de Trabalho. Manual do Utilizador. Consultado em 20 de setembro de 2011, em http://www.mar.ist.utl.pt/captar/pt/home.aspx.

Eurostat. 2001. Estatísticas Europeias de Acidentes de Trabalho (EEAT) – Metodologia. Edição 2001, DG Employment and Social Affairs. European Commission, Luxembourg. Consultado em 30 de setembro de 2011, em http://epp.eurostat.ec.europa.eu/portal/page/portal/health/health_safety_work/data/main_tables.

Gabinete de Estratégia e Planeamento, Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social (2010). Coleção Estatísticas- Acidentes de Trabalho 2008. (p 13). Lisboa: Centro de Informação e Documentação (CID / GEP).

Health and Safety Executive (2004). Investigating Accidents and Incidents, User’s Manual. Guidance HSG245. The British Health & Safety Executive, HSE Books, UK. Consultado em 20 de setembro de 2011, em http://books.hse.gov.uk/hse/public/saleproduct.jsf?catalogueCode=9780717628278.

OHSAS 18001:2007 – Occupational Health and Safety.

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