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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Quando uma variável resposta (Inteligibilidade) está associada a uma única variável preditiva numérica (Acústica), por meio da equação de uma reta, então fala-se de uma regressão linear simples. No entanto essa relação linear não é perfeita, pois há um grau considerável de imprevisibilidade em forma de ruído. Assim, a relação linear

simples pode ser descrita no modelo abaixo:

Os valores de são permutáveis, isto é, podem estar associados a qualquer valor.

e . Os primeiros são os A proposta metodológica consiste em obter as distribuições posteriores dos parâmetros, parâmetros do modelo a ser ajustado, e o último, diz respeito à precisão do modelo. Para a elaboração do modelo, se faz necessário a formulação de sumários, notações e formulações, que serão utilizados no cálculo da variância e da

covariância a seguir. Estes são descritos a seguir:

–  –  –

A etapa seguinte, diz respeito à determinação do coeficiente de correlação e para a variância dos resíduos :

O termo é usualmente chamado de erro padrão dos resíduos e é a variância dos resíduos. Eles serão importantes para

a determinação dos parâmetros de escala das distribuições de interesse. Logo, temos:

–  –  –

Da proposição feita, pode-se obter um conjunto de distribuições de probabilidade que vão ser associadas aos parâmetros do modelo em questão.

3. CONCLUSÕES Este trabalho está relacionado a um projeto PIBIC/UFPB que se encontra em fase de coleta de dados. Ao final do estudo e concluída e construção do modelo, importantes análises poderão ser realizadas. Os estudos poderão evidenciar a probabilidade de níveis acústicos estarem ou não dentro da faixa aceitável, bem como associar aos valores encontrados (variáveis resposta), faixas de probabilidade. Esta prática diferirá das análises ambientais realizadas até hoje onde os estudos se limitam a avaliação de conformidade/adequação dos dados coletados as normas regulamentadoras. Estudos como este poderão garantir uma maior riqueza às análises realizadas nos estudos de conforto termofísico, possibilitando que medidas possam ser tomadas no que diz respeito a adequação dos ambientes analisados.

4. REFERÊNCIAS ABNT - NBR 10.151 – Acústica: Avaliação do ruído em áreas habitadas, visando o conforto da comunidade - Procedimento. Norma Técnica. Rio de Janeiro. 2000.

Fernandes, J. C. Padronização das condições acústicas para salas de aula. AnaisXIII Simpósio de Engenharia de Produção - SIMPEP Bauru, SP. 2006.

Gonçalves, V. S. B. Impacto da acústica em salas de aula no desempenho vocal dos professores ativos da rede municipal de ensino da cidade de João pessoa - PB. Dissertação de Mestrado apresentada ao Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção da Universidade Federal da Paraíba, 2008.

Kinas, P. G.; Andrade, H. A. Introdução à análise bayesiana (com R). Porto Alegre: maisQnada, 2010.

Kruger, E. L.; Zannin, P. H. T. Acoustic, thermal and luminous comfort in classrooms.Building and Environment. Volume 39, Issue 9.

Pág.1055-1063. 2004.

Müller, Swen. Medir o STI. In Proceedings of the 2. II Seminário de Música, Ciência e Tecnologia. São Paulo. 2005.

Zannin, P. H. T.; Zwirtes, D. P. Z. Evaluation of the acoustic performance of classrooms in public schools.AppliedAcoustics. Volume

70. Pág. 626 – 635. 2009.

Santos, M. S. Inferência Bayesiana na avaliação da segurança de fundações em estacas de deslocamento. Dissertação de Mestrado apresentada ao programa pós-graduação da Escola Politécnica da Universidade Federal de São Paulo. 2007.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Medidas de autoprotecção previstas na regulamentação de segurança contra incêndio em edifícios Self-protection measures provided for by fire safety in buildings Silva, Samuel Carmoa & Rodrigues, João Paulo2b a EXACTUSENSU – Consultores Associados, Lda. Rua do Pinheiro Manso 551 C. 4100-413 Porto. PORTUGAL.

Telef.: +351 226 189669 Fax: +351 226 189669. e-mail: c.samuel.silva@gmail.com;

b Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Rua Luís Reis Santos. Polo II da Universidade. 3030-788 Coimbra. PORTUGAL. Telef.: +351 239 797237 Fax: +351 239 797242. email: jpaulocr@dec.uc.pt

1. INTRODUÇÃO Entrou em vigor em 1 de Janeiro de 2009 o Decreto-Lei n.º 220/2008, que estabelece o Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndios em Edifícios e determina as condições de segurança contra incêndios a aplicar a um grande número de edifícios [1].

Este diploma contém um vasto número de exigências técnicas no que diz respeito à segurança contra incêndio dos edifícios e recintos a construir, alterar ou ampliar. Contempla também as necessárias medidas de autoprotecção, aplicáveis quer em edifícios existentes quer em edifícios a construir.

Nesta comunicação resumem-se as medidas de autoprotecção previstas na regulamentação Portuguesa de Segurança Contra Incêndios e o estado da sua implementação em Portugal.





2. MEDIDAS DE AUTOPROTEÇÃO O Decreto-Lei n.º 220/2008 contém um vasto número de exigências técnicas a aplicar em novos edifícios e recintos a

construir, alterar ou ampliar no que diz respeito a:

Conceção geral de arquitectura dos edifícios;

Às disposições sobre construção;

Às instalações técnicas; e Aos sistemas e equipamentos de segurança.

Os edifícios são identificados em 12 utilizações-tipo, sendo utilização-tipo denominada como classificação de uso dominante [3].

A tabela 1 indica as utilizações-tipo previstas no regulamento.

–  –  –

As utilizações-tipo dos edifícios e recintos em matéria de risco de incêndio podem ser classificadas da 1.ª, 2.ª, 3.ª, e 4.ª categoria, sendo consideradas respectivamente de risco reduzido, risco moderado, risco elevado e risco muito elevado.

Os fatores de risco que condicionam a categoria de risco variam em função da utilização-tipo. A tabela 2 caracteriza, a título de exemplo, os fatores de risco a considerar para um edifício administrativo (utilização-tipo III).

–  –  –

O Regime Jurídico de Segurança Contra Incêndios em Edifícios contempla durante a exploração ou utilização dos edifícios, as necessárias medidas de autoprotecção e de organização de segurança contra incêndios.

Das medidas de autoprotecção fazem parte:

Medidas preventivas que devem ser concretizadas na forma de procedimentos de prevenção ou de plano de prevenção;

Medidas de intervenção em caso de incêndio, que devem ser concretizas em formas de procedimentos de emergência ou plano de emergência interno;

Registos de segurança, onde devem constar relatórios de vistorias, inspecções e fiscalizações, simulacros, ações de formação de operações de manutenção e ocorrências, etc.;

Formação e sensibilização em segurança contra incêndios; e Realização de simulacros.

As medidas de autoprotecção exigíveis para cada utilização-tipo são estipuladas em função da sua categoria de risco. A tabela 3 demonstra um exemplo das medidas de autoprotecção exigíveis para um edifício administrativo (utilização-tipo III).

–  –  –

Uma inovação na Regulamentação de Segurança Contra Incêndios consiste no facto dos pareceres imitidos pela Autoridade Nacional de Proteção Civil, relativos às Medidas de Autoprotecção, são condicionados à efectiva implementação das mesmas, devendo o Responsável pela Segurança executar as medidas de autoprotecção e testar a sua operacionalidade em simulacros.

3. APRECIAÇÃO DAS MEDIDAS DE AUTOPROTECÇÃO Com o objectivo de entender a evolução da implementação das medidas de autoprotecção ao longo da última década em Portugal e, ao mesmo tempo, tentar perceber se o Regime Jurídico da Segurança Contra Incêndios em Edifícios serviu como catalisador para a elaboração das medidas de autoprotecção em Portugal, foi dirigido um inquérito aos Comandantes dos Centros Distritais de Operações de Socorro encarregados pela análise e aprovação das medidas de autoprotecção em Portugal e numa fase posterior ao próprio Presidente da Autoridade Nacional de Protecção Civil [3].

No estudo realizado, verificou-se que até final de 2009 a grande maioria das utilizações-tipo não submeteram à Autoridade Nacional de Protecção Civil a apreciação das medidas de autoprotecção.

4. CONCLUSÕES A entrada em vigor do Regime Jurídico da Segurança Contra Incêndio em Edifícios gerou uma dinâmica inovadora a nível das medidas de autoprotecção em Portugal, no entanto constata-se que a grande maioria dos edifícios não elaborou as medidas de autoprotecção pelo que ainda há muito a “trabalhar” na organização e gestão de segurança em Portugal.

5. AGRADECIMENTOS À Exactusensu pelo apoio à realização à realização do presente trabalho.

6. REFERÊNCIAS Decreto-Lei nº 220/2008, de 12 de Novembro “Regime Jurídico da Segurança contra Incêndios em Edifícios”, Portugal.

[1] Portaria nº 1532/2008, de 29 de Dezembro “Regulamento Técnico de Segurança contra Incêndio em Edifícios”, Portugal.

[2] [3] Silva, S. C.(2010), Aplicação das Medidas de Autoprotecção aos Edifícios em Portugal, Tese de Mestrado em Segurança aos Incêndios Urbanos da FCTUC, Portugal.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Medidas de intervenção face a um incêndio previstas na regulamentação de segurança contra incêndios em edifícios Intervention expected across a fire regulations of fire safety in buildings Silva, Samuel Carmoa & Rodrigues, João Paulob a EXACTUSENSU – Consultores Associados, Lda. Rua do Pinheiro Manso 551 C. 4100-413 Porto. PORTUGAL.

Telef.: +351 226 189669 Fax: +351 226 189669. e-mail: c.samuel.silva@gmail.com;

b Departamento de Engenharia Civil da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade de Coimbra. Rua Luís Reis Santos. Polo II da Universidade. 3030-788 Coimbra. PORTUGAL. Telef.: +351 239 797237 Fax: +351 239 797242. email: jpaulocr@dec.uc.pt

1. INTRODUÇÃO A Regulamentação de Segurança Contra Incêndios estabelece as medidas de autoprotecção e de gestão de segurança a implementar nos edifícios. As medidas de autoprotecção consistem na definição de um conjunto de regras que devem ser observadas durante a exploração dos edifícios.

As medidas de autoprotecção estabelecem medidas preventivas, medidas de actuação face a uma emergência, registos de segurança, formação e sensibilização em segurança contra incêndios e simulacros [1].

Nesta comunicação resumem-se as principais medidas de intervenção para fazer face a um incêndio, previstas na regulamentação Portuguesa de Segurança Contra Incêndios em Edifícios.

2. MEDIDAS DE INTERVENÇÃO A actuação face a uma emergência é caracterizada como um conjunto de normas e procedimentos, devidamente sistematizados e organizados, que articulam os meios humanos e materiais disponíveis numa dada instalação, de modo que, em caso de sinistro, acidente ou emergência, a ocorrência seja devidamente tratada, minimizando ou anulando os seus efeitos [2].

Uma inovação na Regulamentação de Segurança Contra Incêndios consiste no facto das medidas de autoprotecção, nomeadamente as medidas de actuação face a uma emergência serem adaptadas à categoria de risco do edifício.

A tabela 1 demonstra as medidas de intervenção exigíveis para um edifício administrativo em função da sua categoria de risco [3].

–  –  –

Este aspecto torna-se fundamental com o intuito de que independentemente da dimensão dos edifícios, os mesmos devem elaborar medidas de intervenção para fazer face a um sinistro e ao mesmo tempo as medidas de intervenção estarem adaptadas à dimensão do edifício. Como por exemplo, um pequeno restaurante deverá elaborar as medidas de intervenção sob a forma de instruções de seguração, ao passo que um grande hotel, deverá elaborar um documento muito mais “robusto”, assumindo a forma de um Plano de Emergência Interno.

3. EXIGÊNCIAS LEGAIS

3.1 Plano de Emergência Interno O Plano de Emergência Interno visa sistematizar a evacuação enquadrada dos ocupantes de um edifício, que se encontrem em risco, limitar a propagação e as consequências dos incêndios, recorrendo a meios internos. O Plano de

Emergência Interno deve ser constituído [3]:

 Pela definição da organização a adoptar em caso de emergência;

 Pela indicação das entidades internas e externas a contactar em caso de emergência;

 Pelo plano de actuação;

 Pelo plano de evacuação;

 Por anexo com as instruções de segurança; e  Por um anexo com as plantas de emergência, podendo ser acompanhadas por esquemas de emergência.

Nas situações em que é exigível Plano de Emergência Interno deve ser implementado um serviço de segurança contra incêndios, constituído por um Delegado de Segurança com funções de chefe de equipa e pelo número de elementos adequados à dimensão do edifício e categoria de risco [3].

A tabela 2 indica o número mínimo dos elementos das equipas de segurança para um edifício administrativo em função da sua categoria de risco.

Tabela 2 - Número mínimo dos elementos das equipas de segurança para um edifício administrativo

–  –  –

3.2 Procedimentos em caso de emergência Os procedimentos em caso de emergência constituem um conjunto de técnicas simples de actuação em caso de emergência a adoptar por todos os ocupantes de um edifício de pequenas dimensões [3].

Os procedimentos devem abranger entre outros os seguintes aspectos:

 Procedimentos de alarme a cumprir em caso de detecção ou percepção de um incêndio;

 Procedimentos de alerta;



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