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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Resultou ainda que, para a diferença de valores médios, em amostras independentes (Verão e Inverno) existem diferenças, estatisticamente significativas, na questão “Como preferia estar agora?”; existem de igual modo, diferenças significativas entre Verão e Inverno relativamente à questão “Como se sente neste preciso momento?”.

Encontrámos correlação directa, significativa (R=0,345), entre as duas variáveis (PMV e PMV Subjectivo), no entanto, sublinhamos a baixa correlação existente. Numa avaliação por épocas, verificamos que não há diferenças significativas entre as médias das duas variáveis em estudo, para o Verão, contudo, no Inverno, a diferença entre as médias é considerada significativa.

Solicitou-se, ao Instituto de Meteorologia de Portugal, dados obtidos por estação meteorológica, nos dias onde foi efectuado trabalho de campo. Destacamos a correlação significativa e directa entre o item temperatura média exterior com a variável PMV.

Na temperatura ambiente no Inverno, foi possível observar que os valores mínimos e máximos obtidos são pronunciados, chegando mesmo a diferenças de mais de 20 ºC, apontando para alguma ineficácia no isolamento térmico. Os valores recolhidos da temperatura radiante média no Inverno, são aproximadamente iguais aos valores da temperatura ambiente, exceptuando-se no parque da Luz onde se obtém 22,4 ºC, ou seja, menos 4,6 ºC do que a temperatura ambiente, situação já abordada.

Com a variável PMV não se encontraram quaisquer correlações significativas com as variáveis de arquitectura e instalações técnicas especiais.

Assinala-se que, excluindo as variáveis meteorológicas, a temperatura operativa foi a única variável que obteve correlação significativa directa, quer com a variável PMV, quer com a variável PMV Subjectivo_05, ficando demonstrado neste estudo a importância desta variável, para a sensação térmica.

Da ficha de observação, aplicada, destaca-se que todas as cabines foram edificadas em alvenaria, rebocadas e pintadas, à excepção do parque da Luz, onde a cabine é efectuada em chapa metálica. Todos os espaços visitados, estavam providos de equipamentos de ar condicionado do tipo inverter, sem renovação de ar.

4. CONCLUSÕES Uma das questões essenciais do estudo, é a averiguação de qual dos métodos, o de prognóstico de conforto ou método subjectivo, seria mais adequado para a avaliação do nível de conforto térmico em cabines de pagamento em parques de superfície.

A obtenção de correlação directa estatisticamente significativa (R=0,345) entre as duas variáveis em estudo (PMV e PMV Subjectivo_05, variável esta, onde 50% dos ocupantes que votaram -1 ou +1, foram transformados em votantes ou + 0,5), mas de valor reconhecidamente baixo, sugere o uso do modelo de prognóstico de conforto, nas condições definidas no nosso estudo, com muitas reservas. Estas, aumentam no uso do método na época de Inverno. Em ambientes de trabalho com número reduzido de trabalhadores e com condições idênticas ao nosso estudo, aconselha-se o uso de avaliações de conforto térmico através do método subjectivo, como o definido pela Norma ISO 10551 (2001). Esta conclusão vem ao encontro da formulação que efectuámos inicialmente quando afirmámos que a comunidade técnica e fiscalizadora pode e deve utilizar o método subjectivo, em locais ocupados, para análise de conforto térmico.

Demonstrou-se assim que, esta abordagem permite um rastreio das condições de conforto térmico com rigor, a baixo custo e por isso extensível a todos os sectores de actividade e tipo de empresas (Micro Empresas, Pequenas e Média Empresas e Grandes Empresas), pelo que se deve tornar prática corrente a sua utilização nas condições, ou em condições similares, em que este trabalho foi desenvolvido. Tomando como ponto de partida estas conclusões gerais, achámos por bem analisar em pormenor o conjunto de objectivos específicos definidos, no sentido de obter uma evidência científica da fenomenologia associada ao tema em estudo.

No primeiro objectivo específico, a validade do modelo de prognóstico de conforto térmico, e não obstante o que foi referido anteriormente, os resultados deste trabalho reforçam o facto de que este modelo deve continuar a ser utilizado em locais de trabalho onde se pretenda prever a sensação térmica de um grupo de ocupantes, nomeadamente em locais vazios em que se preveja ocupação ou alteração de condições ambientais, de actividade ou das características de fardamento dos ocupantes.

Esta conclusão é evidenciada pela interpretação dos resultados obtidos relativamente ao estudo dos dois métodos em comparação neste trabalho, pois, tendo como base o modelo de prognóstico de conforto térmico, verifica-se o resultado de 40% de casos onde se obteve um PPD acima de 10%. Na prática, nestes casos, mais de 10% da população estaria insatisfeita; observaram-se inclusivamente casos particulares com graus de insatisfação acima de 44%.

Concluímos assim que, a não existência de condições de aceitação normativa, reforça a dificuldade de aplicação da norma, situação esta que consideramos ser objecto de revisão.

No segundo objectivo específico, centrado na validação do método subjectivo, foi notória a diferença de resultados quanto à sensação de neutralidade: no Verão 57,7% dos inquiridos sentiu-se neutro e no Inverno 25,9%. A partir dos resultados obtidos nas duas épocas, 35,8% dos trabalhadores inquiridos consideraram estar quente, muito quente, frio e muito frio.





No âmbito estimativo, no Verão, 15,3% afirmaram estar desconfortáveis ou muito desconfortáveis. No Inverno, esta percentagem sobe para 37%. Estes valores são realçados pela preferência de alteração do ambiente térmico por parte de 69,8% dos inquiridos. Acrescenta-se que 35,8% dos mesmos consideraram o ambiente não aceitável.

Constatou-se que as escalas de avaliação subjectiva forneceram dados confiáveis e comparáveis sobre os aspectos subjectivos do conforto térmico.

Com base nos resultados obtidos, foi reforçada a necessidade de uma avaliação multidimensional valorizando a estimativa, a preferência, a aceitabilidade e a tolerância dos trabalhadores face ao ambiente térmico. Cada dimensão permite uma análise diferenciada que nem sempre é correlacionável, como tal, não se deve circunscrever um método de análise subjectiva apenas à dimensão estimativa mas sim avançar para uma abordagem casuística, o que pode levar a eventuais diminuições de custos, aquando da intervenção.

Com base no terceiro objectivo específico, que teve como finalidade a investigação de eventuais correlações entre arquitectura/instalações técnicas e conforto térmico, verificou-se que os valores da temperatura ambiente recolhidos na campanha de Verão estão fora do intervalo definido pela Legislação Portuguesa. No entanto, ressalva-se que, na grande maioria dos casos, os valores não ultrapassaram significativamente o valor superior do intervalo. Por outro lado, no Inverno existiram diferenças pronunciadas entre os valores mínimos e máximos apontando para alguma ineficácia no isolamento térmico das cabines. Esta situação foi mais evidente na cabine com construção do tipo amovível (chapa metálica).

O tempo de amostragem para recolha é reconhecido como fundamental em todas as avaliações de risco. Nas avaliações de ambiente térmico consideramos imprescindível uma análise preliminar de riscos de modo a definir um tempo de recolha adequado e representativo.

5. REFERÊNCIAS Busch JF. (1992). A tale of two populations: Thermal comfort in air-conditioned and naturally ventilated offices in Thailand. Energy and Buildings, 18, 235-249;

Charles KE. (2003). Fanger’s Thermal comfort and Draught Models. IRC Research Report RR-162. Institute for Research in Construction. National Research Coucil of Canada, Ottawa;

Croome DJ, Gan G, Awbi HB. (1992). Air flow and thermal comfort in naturally ventilated offices. Roomvent'92-Aalborg. Denmark.

401-417;

Fanger PO. (1972). Thermal Comfort Analysis and Application in Environmental Engineering. McGraw-Hill, New York, 244;

Humphreys MA. (1994). Field studies and climate chamber experiments in thermal comfort research, in Thermal comfort: past, present and future. Proceedings of a conference held at the Building Research Establishment, Garston, 9-10 June 1994. Oseland NA & Humphreys MA;

International Standards Organisation. (ISO). (2001). 10551:2001 Ergonomics of the thermal environment - Assessment of influence of the thermal environment using subjective judgement scales;

International Standards Organisation. (ISO). (2005). 7730:2005 Ergonomics of the thermal environment - Analytical determination and interpretation of thermal comfort using calculation of the PMV and PPD indices and local thermal comfort criteria;

Parsons KC. (2000). The Assessment of Thermal Comfort in Vehicles Using Human Sujects. Internacional Conference Florence, 6a., 18-19 novembro 1999, Florença, Italia. Tema: “Assessment of Thermal Climate in Operators’s Cabs”. Ultuma, Suécia: JTI. 25-30;

Silva Helder.( 2010). Uma investigação sobre conforto térmico em cabines de estacionamento de superfície, administrados por uma empresa municipal da cidade de Lisboa. Universidade de León.

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1. INTRODUÇÃO Sabe-se que o trabalho do professor é primordial para o desenvolvimento de uma população, uma vez que agindo como participante direto na formação de cidadãos contribui para que novas transformações no cenário político e social do país ocorram. No entanto, apesar da importância desse tipo de profissional para a sociedade, percebe-se que a dimensão de trabalho imaterial do professor aliada aos fatores inerentes às condições e formas de trabalho, como salários, em geral, incompatíveis com suas necessidades de subsistências; condições precárias de salas de aula; falta de recursos materiais e tecnológicos; longas jornadas de trabalho, desgaste físico e mental; medo de perder o emprego, no caso dos professores não efetivos ou que atuam na rede particular de ensino; pouco ‘status’ social; falta de reconhecimento pela sociedade podem levar ao longo dos anos no exercício da profissão a uma exaustão, ou esgotamento emocional com o possível desenvolvimento de atitudes negativas em relação ao trabalho e a falta de interesse e envolvimento pessoal com a escola em que atua, levando-o, muitas vezes a desenvolver a síndrome de burnout (CODO, 2002).

Desse modo, devido à multiplicidade de variáveis que podem afetar a saúde e o bem-estar do docente, e levando-se em consideração que nas salas de aulas das escolas estudadas não possuem níveis de ruído adequado às atividades de ensino, conforme normas nacional e internacional, esse trabalho tem como objetivo principal avaliar a capacidade para o trabalho dos professores do 5º ano das Escolas Municipais de Ensino Fundamental da cidade de João Pessoa, Paraíba, caracterizando-os em relação aos dados sociodemográficos e ocupacionais, refletindo sobre que fatores poderiam afetar as suas capacidades para o exercício de atividades de docência, os quais subsidiarão similaridades no entorno do Índice de Capacidade para o Trabalho (ICT) para a construção de modelo de regressão não linear para avaliar a relação entres estas variáveis e o ICT.

2. MATERIAIS E MÉTODOS A pesquisa foi realizada nas Escolas Municipais de Ensino Fundamental da cidade de João Pessoa, PB, as quais estão distribuídas de acordo com os bairros da cidade e são compostas por nove Pólos, formando um total de 88 escolas. Desse total, apenas 22 escolas não foram contempladas nesse estudo, seja pelo motivo de estarem em construção, por algum imprevisto no momento em que foi feita a visita a escola ou pela escola não possuir o 5º ano, já que a pesquisa foi realizada apenas com professores dessa série.

Para avaliar a Capacidade para o Trabalho desses professores foi utilizado o Índice de Capacidade para o Trabalho – ICT (TUOMI et al.,2005; MARTINEZ et al., 2009). Nesse questionário acrescentou-se uma breve introdução explicando os objetivos da pesquisa, além de questões sociodemográfias e ocupacionais.

O questionário foi entregue em mãos para cada professor em seu posto e em seu turno de trabalho, levando cerca de 10 minutos para serem respondidos. Ele era devolvido logo após a finalização do preenchimento, para que a entrega do mesmo fosse garantida.

Após a finalização da coleta dos dados, a tabulação e a análise dos dados foram realizadas através do software SPSS v.

13.0. Para fazer a análise de cluster, fez-se uso do Software Statistica v. 7.0, adotando para as variáveis estudadas as seguintes codificações: I – Idade; EC - Estado conjugal; E - Escolaridade; IA - Idade que começou a trabalhar; TDE Tempo de docência na atual escola; TN - Trabalho noturno; AO - Outra atividade; TD - Trabalho doméstico; Fi - Filhos;

AF - Atividade Física; AL - Atividade de lazer; ET - Exigências do Trabalho; IDT - Impedimento da doença para o trabalho; Abs - Absenteísmo; AT - Apreciação da atividade; CTA - Capacidade para o trabalho Atual; CTAc Capacidade para o trabalho Atual categorizado; CEF - Capacidade Atual para o trabalho em relação às exigências físicas;

CEM - Capacidade Atual para o trabalho em relação às exigências mentais; ICT - Índice de capacidade para o trabalho;

ICTc - Índice de capacidade para o trabalho categorizado. Já para obter o modelo de regressão logístico utilizou-se o método backward com apoio do Software R (MCCULLAGH & NELDER, 1989; RYAN, 2009).

3. RESULTADOS E DISCUSSÕES

3.1. Análise do ICT, das questões sociodemográficas e ocupacionais A população desse estudo foi composta por 120 professores, sendo todos do sexo feminino e com idade média de 41,71 anos (desvio padrão de 9,43).

A análise das variáveis presentes no questionário mostrou que a maioria das entrevistadas não trabalha a noite exercendo a mesma profissão (77,5%), não possuem outro emprego (53,3%), não praticam atividades físicas (63,3%), realizam tarefas domésticas (98,3%) e possuem filhos (69,2%).

Em relação ao Índice de Capacidade para o Trabalho, 22,5% dos professores teve a capacidade para o trabalho moderada;



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