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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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M1-M5, metatarsos 1 a 5; MF, médiopé; T2-T5, dedos dos pés de 2 a 5 e; T1, halux). Foram analisados os seguintes parâmetros temporais para cada zona anatómica do pé: (i) Duração do contacto; (ii) Contacto Inicial; e (iii) Fim do contacto. Consideraram-se ainda cinco eventos; (a) Contacto inicial (Firs foot contact, FFC); (b) Contacto Inicial dos metatarsos First metatarsal contact, FMC); (c) Antepé plano (Forefoot flat, FFF); (d) Saída do calcanhar (Heel off, HO);

e (e) Último Contacto (Last foot contact, LFC). Tendo por base os cinco eventos foram definidas quatro fases; (i) Fase de contacto inicial (Initial contact phase, ICP); (ii) Fase de contacto do antepé (Forefoot contact phase, FFCP); (iii) Fase de contacto total do pé (Foot flat phase, FFP); e (iv) Fase de impulsão do antepé (Forefoot push off phase, FFPOP), (Willems, et al, 2005). Através do software SPSS para Windows (versão 18.0), procedeu-se à obtenção de valores médios e desvio padrão das variáveis temporais por tarefa, por forma a efectuar uma análise de variância entre os grupos constituintes da amostra. Após se avaliar a normalidade e homogeneidade dos dados através do teste KolmogorovSmirnov, foi utilizado o T-teste para amostras independentes para analisar as variáveis cuja distribuição era normal e o teste não paramétrico Mann-Whitney U para analisar as variáveis cuja distribuição não era normal. O nível de significância considerado foi de 5%.

3. APRESENTAÇÃO E DISCUSSÃO DOS DADOS

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O objectivo do estudo consistiu em comparar parâmetros temporais do apoio plantar entre mulheres (pós-menopáusicas) obesas e não obesas, durante a alteração da direcção do caminhar. A comparação foi realizada tanto no primeiro como no segundo apoio. Neste estudo, verificou-se que o contacto inicial das zonas anatómicas, M1, M4, M5, HM e HL, ocorreu significativamente (p 0.05), mais cedo no grupo das obesas quando comparado com o grupo das não obesas (tabela 2), o que vai de encontro as resultados obtidos por Monteiro, et al (2010). Relativamente ao padrão de contacto, verificou-se que a zona M4 efectuou o contacto inicial em ambos os apoios antes da zona M5, o que de acordo com Willems, et al (2006) poderá ser um indicador do surgimento de dor na perna e posteriormente lesão, pelo que estes dados sugerem um acompanhamento e controlo da evolução desta população de modo a minimizar esta possível situação de risco.

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Relativamente ao fim do contacto das zonas anatómicas, os dados obtidos indicam existir diferenças estatisticamente significativas (p 0.05), em ambos os apoios nas zonas anatómicas, M1,M4, M5, MF, e ainda na zona M3 no apoio direito. Estas foram também as zonas anatómicas que estiveram em contacto com o solo até mais tarde durante a totalidade do apoio. Neste âmbito Willems, et al, (2006) sugere que indivíduos que mantêm o contacto até mais tarde das zonas M2 e M3 apresentam maior incidência de lesões na realização de actividade física. A duração do contacto das zonas anatómicas, são uma variável a considerar no estudo do padrão do caminhar. Um estudo realizado por Scott, Menz, e Newcombe (2007), comparou o tempo de contacto do calcanhar e das zonas M1, M2, M3 e M5, tendo verificado que os mais idosos apresentavam um maior tempo de contacto, o qual poderia ser explicado, quer por um maior índice de massa corporal, quer por uma diminuição dos índices de força por parte dos mais idosos. Os valores obtidos na duração do contacto das zonas anatómicas, indicam diferenças estatisticamente significativas (p 0.05) em ambos os apoios nas seguintes zonas anatómicas: M1, M4, M5, MF e ainda na zona M3 no apoio direito, verificando-se que o grupo, obesas apresenta uma maior duração do contacto dessas zonas anatómicas. O aumento do tempo de apoio das zonas supracitadas conduz a um aumento da superfície de contacto do pé durante o apoio, o qual de acordo com Monteiro el al (2010), poderá contribuir para um aumento da estabilidade durante o caminhar, assim como de um aumento de tempo para a produção de deslocamento. Os valores referentes aos eventos e fases, indicam existir diferenças estatisticamente significativas em ambos os apoios nos seguintes eventos e fases; FFC, FFCP, FFP, e no apoio direito nos eventos e fases;

FMC e ICP. Os resultados obtidos mostram ainda que no grupo das obesas o FMC ocorreu mais cedo no apoio direito, o FFF ocorreu mais cedo em ambos os apoios, as fases ICP, FFCP e FFP, apresentaram uma duração inferior no apoio direito e as fases, FFCP e FFP, apresentaram uma duração inferior no apoio esquerdo. Futuros estudos são necessários para avaliar a relação destes eventos e fazes com a obesidade.

4. CONCLUSÕES Os resultados obtidos sugerem que a presença de obesidade em mulheres pós-menopáusicas conduz à modificação do comportamento de parâmetros temporais (Contacto Inicial; Fim do Contacto; Duração do Contacto e Fases e Eventos) de ambos os apoios, durante a alteração da direcção do caminhar. Contudo, o padrão de contacto não parece ser influenciado pela presença da obesidade.

5. REFERÊNCIAS Bus, S. A., & Lange, A. d. (2005). A comparison of the 1-step, 2step, and 3-step protocols for obtaining barefoot plantar pressure dta in the diabetic neuropathic foot. Clinical Biomechanics, 20, 892-899.





Cock, A. D., De Clercq, D., Willems, T., & Witvrouw, E. (2005). Temporal characteristics of foot roll-over during barefoot jogging:

reference data for young adults. Gait & Posture, 21, 432–439.

Eils, E., Nolte, S., Tewes, M., Thorwesten, L., Volker, K., & Rosenbaum, D. (2002). Modified pressure distribution patterns in walking following reduction of plantar sensation. Journal of Biomechanics, 35, 1307-1313.

Faria A, Gabriel R, Abrantes J, Bras R, Moreira H. Triceps-surae musculotendinous stiffness: relative differences between obese and non-obese postmenopausal women. Clin Biomech. Dec 2009;24(10):866–871.

Hills, A., Hennig, E., McDonald, M., & Bar-Or. (2001). Plantar pressure diferrences between obese and non-obese adults: a biomechanical analysis. International Journal of Obesity, 25, 1674-1679.

Monteiro, M. A., Gabriel, R. C., Sousa, M. F., Castro, M. N., & Moreira, M. H. (2010). Temporal parameters of the foot roll-over during walking: Influence of obesity and sarcopenic obesity on postmenopausal women. Maturitas, 67, 178-185.

Sardinha, L., & Teixeira, P. (2000). Obesity screening in older women with the body mass index: a receiver operating characteristic (ROC) analysis. Science & Sports, 15, 212-219.

Scott, G., Menz, H. B., & Newcombe, L. (2007). Age-related differences in foot structure and function. Gait & Posture, 26, 142-149.

Willems, T. M., Clercq, D. D., Delbaere, K., Vanderstraeten, G., Cock, A. D., & Witvrouw, E. (2006). A prospective study of gait related risk factors for exercice-related lower leg pain. Gait & Posture, 23, 91-98.

Willems, T., Witvrouw, E., Delbaere, K., Cock, A. D., & Clercq, D. D. (2005). Relationship between gait biomechanics and inversion sprains: a prospective study of risk factors. Gait and Posture, 21, 379-387.

Woolley, S. M., Czaja, S. J., & Drury, C. G. (1997). An assessment of falls in elderly men and womwn. Journal of Gerontology, 2, 80-87.

Uma investigação de campo em conforto térmico, em parques de estacionamento de superfície na cidade de Lisboa A Study of the Thermal Comfort in Surface Car Park Booths, Managed by a Municipal Company of Lisbon Silva, Héldera, Calado, Euricob a GECITE – Consultores de Engenharia, Lisboa, email: gecite.helder@mail.telepac.pt; b Instituo Superior de Engenharia de Lisboa, email: ealado@dem.isel.pl.pt

1. INTRODUÇÃO Embora esta área do conhecimento seja incipiente em Portugal, a definição das condições de conforto térmico, no momento actual, apresenta-se como um tema em desenvolvimento na comunidade internacional. Esta é, hoje em dia, considerada fundamental para o bem-estar, a saúde e a produtividade dos ocupantes de edifícios.

As pesquisas desenvolvidas em laboratório partem da teoria do balanço térmico entre o corpo e o meio ambiente. Esta é influenciada por factores particulares dos ocupantes, factores físicos e características do ambiente. A diversidade de variáveis em causa, essencialmente a susceptibilidade individual, leva a abordagens diferenciadas na análise desta temática.

A metodologia mais aceite internacionalmente assenta no modelo de conforto de Fanger PO (1973) que serviu de base à norma ISO 7730 (2005). Este modelo caracteriza-se, entre outros aspectos, pela necessidade de medições de campo, situação que nem sempre é passível de ser realizada devido aos seus custos.

Do ponto de vista físico e fisiológico, o ser humano é representado como um sistema térmico, portanto, a sua interacção com o ambiente baseia-se no balanço térmico representado por vários parâmetros, contudo, como é sabido estes, não podem prever as respostas psicológicas. Para Parsons KC (2000), a sensação térmica está relacionada com o “como a pessoa sente”. Os métodos subjectivos apresentam-se assim como uma ferramenta para avaliação de respostas psicológicas, ou seja, sensação térmica e conforto. Várias escalas têm sido aplicadas na avaliação subjectiva de conforto térmico sendo que, são aceites internacionalmente as escalas abordadas pela norma ISO 10551 (2001). Este método não requer a utilização de equipamentos de medição, o que leva à seguinte questão: se estamos na presença de um método com uma aplicação menos onerosa e porventura tão fiável, como os chamados métodos directos, porque não é utilizado, de forma abrangente, pela comunidade técnica e científica? Este trabalho foi elaborado tendo como base a tese de doutoramento, com o mesmo título, já defendida na Universidade de Léon.

2. METODOLOGIA Neste estudo, optou-se pela análise da totalidade da população. No presente estudo, participaram um total de cinquenta e três inquiridos, distribuídos por onze parques, localizados na cidade de Lisboa.

Após a delimitação do nosso estudo, elaborou-se um conjunto de procedimentos de modo a seriar as diversas fases de intervenção.

2.1. Procedimentos

Tendo como base os objectivos, destacam-se as seguintes fases desenvolvidas:

- Avaliação do conforto térmico, tendo como base os normais climatológicos de Lisboa. As campanhas de medição foram efectuadas sob a forma de recolha contínua da jornada laboral, em dois períodos distintos do ano – Agosto 2008 e Janeiro

2009. Nestas medições foram avaliadas a temperatura do ar, a temperatura radiante média, a humidade relativa do ar e a velocidade do ar com recurso a equipamento de aquisição de dados, Deltaohm HD32.1 e respectivas sondas, respeitando integralmente todas as normas ISO, aplicáveis ao equipamento, modo de recolha e tratamento de dados, nomeadamente ISO 7726 (1998).

- Aplicação nos dois períodos, do modelo de prognóstico de conforto térmico, desenvolvido por Fanger e regulado pela norma ISO 7730 (2005);

- Aplicação de questionário de avaliação das respostas psicológicas, baseado no uso de escalas subjectivas de avaliação, regulada pela norma ISO 10551 (2001);

- Levantamento de arquitectura e de instalações técnicas especiais das cabines onde se efectuou o trabalho de campo;

- Tratamento estatístico: correlações entre as variáveis físicas levantadas, assim como, avaliação de eventuais diferenças significativas quer entre os dois períodos de medição, quer das várias variáveis acima apresentadas;

- Face aos múltiplos instrumentos aplicados, validação da aplicabilidade dos métodos acima descritos com emissão de eventuais recomendações de utilização de ferramentas para análise de conforto térmico.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO Participaram no estudo cinquenta e três trabalhadores, trinta e três do sexo feminino (62.3%) e vinte do sexo masculino (37.7%). Destes cinquenta e três, vinte e seis foram inquiridos no Verão e vinte e sete no Inverno. A maioria (79,2%) apresenta idade compreendida entre 21 e 40 anos. Dez pessoas têm idades compreendidas entre os 41 e os 60 anos e

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apenas uma tem mais de 60 anos. A altura média dos participantes é de 1,67 metros e um peso médio de 73,6 kg apresentando um índice de massa corporal médio de 26,3.

Na época geral (Verão e Inverno), 41,5% dos trabalhadores considera que se sente neutro: no Verão, o valor sobe para 57,7% e, no Inverno, desce para 25,9%. Observamos que, em termos genéricos, 35,8% considera estar quente, muito quente ou frio, muito frio. Na época de Inverno, 48,1% dos inquiridos consideram estar frio ou muito frio.

Numa avaliação subjectiva, é essencial analisar em profundidade, o âmbito estimativo, preferência, aceitabilidade e tolerância do trabalhador face ao ambiente térmico. Analisando o ambiente térmico no posto de trabalho, no Verão, 15,3% dos trabalhadores consideram estar desconfortáveis ou muito desconfortáveis, no Inverno, 37% e, na época geral (Verão e Inverno), 26,4%. Evidencia-se o Inverno por apresentar a maior percentagem.

Tendo em conta a pergunta, “Como preferia estar agora?”, na época geral (Verão e Inverno), 69,8% gostariam de algum tipo de mudança, de igual modo 69,2% no Verão e 70,4 % no Inverno. De igual modo, na pergunta “Como julga o ambiente térmico no seu posto de trabalho?”, revela que na época geral (Verão e Inverno) 35,8% dos trabalhadores consideram o ambiente não aceitável, no Verão o valor desce para 30,8%, e sobe para 40,7% no Inverno.

Por fim, no que diz respeito à tolerância, pedindo directamente a opinião sobre o ambiente térmico existente no local de trabalho, na época geral (Verão e Inverno), 45,3% dos trabalhadores acham-no perfeitamente tolerável, 24,5% ligeiramente difícil de tolerar, 18,9% razoavelmente difícil de tolerar e 11,3% muito difícil de tolerar. No Verão, 46,2% consideram-no perfeitamente tolerável, 30,8% ligeiramente difícil de tolerar, 19,2% razoavelmente difícil de tolerar e 3,8% muito difícil de tolerar. Por último, no Inverno, 44,4% julgam-no perfeitamente tolerável, 18,5% ligeiramente difícil de tolerar, 18,5% responderam razoavelmente difícil de tolerar e 18,5% muito difícil de tolerar.



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