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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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com os trabalhadores a referir sintomas de dor, rigidez muscular, mobilidade reduzida, sensação de formigueiro, desconforto e inchaço; a coluna lombar (15.1%), sendo reportadas queixas de dor, rigidez muscular, mobilidade reduzida, pressão; ambos os ombros (11.5%), registando-se igualmente queixas de dor, sensação de formigueiro, rigidez muscular, mobilidade reduzida; o ombro direito (7.2%) manifestando os trabalhadores a sensação de dor, peso, rigidez muscular, e formigueiro; o braço, pulso e mão direita (todos com 6.5%) tendo sido reportada dor e inchaço ao nível do cotovelo, mobilidade reduzida no segmento braço-mão, e rigidez muscular ao nível do pulso e mão, etc., e ainda os membros inferiores (5%) com referência a dor, sensação de formigueiro, etc.. Para aplicação do método Rula foram identificadas as tarefas mais realizadas por estes trabalhadores, em concreto, “interagir com o teclado”, “interagir com o rato” (consideradas por 88% dos trabalhadores como as tarefas mais realizadas) e “ler documentos em papel” (consideradas por 56% dos trabalhadores a segunda tarefa mais realizada). Os resultados do método Rula revelam que não existe nenhum valor dentro do intervalo considerado “aceitável”, sendo os intervalos “investigar mais” e “investigar mais e mudar brevemente” os que abrangem maior percentagem de resultados. Na interação com o teclado, 70% dos trabalhadores obtiveram valores no intervalo 3 ou 4 (investigar mais), 24% no intervalo 5 ou 6 (investigar mais e mudar brevemente) e 6% trabalhadores obtiveram o valor máximo, 7 – investigar e mudar imediatamente. Na interação com o rato 58% dos trabalhadores obtiveram valores no intervalo 3 e 4, 34% entre 5 e 6 e 8% dos trabalhadores obtiveram o valor máximo. Relativamente à leitura de documentos em papel, para 61.1% dos trabalhadores foram obtidos valores entre 3 e 4, para os restantes 38.9% valores de 5 e 6. Para aplicação do teste do qui-quadrado, agrupou-se os intervalos 1 e 2, 3 e 4 no grupo Investigar e os intervalos 5 e 6, 7 no grupo Investigar e mudar. Através do teste do qui-quadrado, foram apenas encontradas associações ente o valor do Rula na interacção com o teclado e a dor na coluna cervical (p=.029) e a rigidez muscular nos membros inferiores (p=.027). Uma possível explicação pode estar relacionada com a adopção de posturas penosas ao nível dos membros inferiores na interacção com o teclado, como por exemplo colocar os pés na base da cadeira (rodízios). Tendo em vista compreender as posturas adotadas por estes trabalhadores, procedeu-se à avaliação de alguns parâmetros relativos ao material/equipamento existente (ex: ecrã de visualização, cadeira, teclado, etc.). Verificou-se que 36% dos ecrãs não permitem regulação em altura, o que limita ao trabalhador a possibilidade de adequar a altura do mesmo à sua medida (dos 50 trabalhadores, apenas 18% tem o ecrã à altura recomendada). A adoção de posturas penosas pode também relacionar-se com a inexistência de alguns acessórios tais como apoio para os pés e o suporte para documentos. No que diz respeito ao apoio para os pés, 88% dos trabalhadores não tem, sendo que para 50% é absolutamente necessário. Relativamente ao suporte para documentos, nenhum trabalhador possuí este acessório, no entanto, a leitura de documentos em papel é a segunda tarefa mais realizada por 56% destes trabalhadores, sendo por isso importante a existência do mesmo.

Em síntese, os resultados apresentados mostram que os trabalhadores de colarinho branco estão expostos a constrangimentos passíveis de contribuir para o desenvolvimento das queixas do foro músculo-esquelético acima referidas.

4.2. Queixas do foro visual, condições de iluminação e disposição dos locais de trabalho O registo das queixas do foro visual (n=99), permitiu identificar que as mais referidas são: fadiga visual (24.2%); dores de cabeça (21.2%), olhos vermelhos e irritabilidade visual (ardor), (ambos com 14.1%).

É de notar que, as condições de iluminação, a localização do posto de trabalho e do ecrã, a existência de reflexos no ecrã e situações de encandeamento do trabalhador podem contribuir para o aparecimento de sinais e sintomas não só visuais mas também físicos e psicossociais. Veitch (2008. in Pais, 2010), refere que, “as condições de iluminação condicionam a percepção e a sensação do trabalhador face ao desconforto visual, que se traduz através de sinais e sintomas de fadiga visual, visão turva, irritabilidade visual, dores de cabeça, dores musculares, stress, dificuldade de concentração” (p. 13).

Assim, foram realizadas três medições das condições de iluminação existentes em cada posto de trabalho (início, meio e fim do dia de trabalho). Nas três medições, mais de metade dos postos de trabalho apresentaram valores inferiores ao recomendado para a leitura de documentos (500 lux) de acordo com a norma ISO8995:2002 (Pais, 2010). Foi ainda possível constatar a localização inadequada das fontes de iluminação artificial (luminárias) relativamente às fontes de iluminação natural (janelas), em alguns postos de trabalho. Mas, também registámos a localização inadequada de alguns postos de trabalho e das fontes de iluminação artificial face às fontes de iluminação natural disponíveis, contribuindo para a existência de reflexos nos ecrãs e encandeamento do trabalhador. No entanto, através do teste do qui-quadrado não foi encontrada nenhuma associação significativa com sinais e/ou sintomas visuais.





4.3. Queixas do foro psicossocial e a organização do trabalho A nível psicossocial registaram-se 126 queixas, sendo o stress aquele que apresenta maior percentagem (23%), seguido da ansiedade (19%) e alteração do humor (17.5%). Após analisar os resultados obtidos no INSAT sobre algumas questões organizacionais, decidiu-se (re)questionar estes 50 trabalhadores, de forma a especificar melhor a incidência destes constrangimentos nesta amostra específica. Verificou-se que, 72% dos trabalhadores dependem do trabalho de colegas, 66% dependem de pedidos de clientes/utentes, 62% referem que têm de se apressar para realizar o seu trabalho e 90% de fazer várias coisas ao mesmo tempo. No entanto, 88% destes trabalhadores afirma que os objetivos são acessíveis, e 66% que existe equilíbrio entre os recursos humanos e o volume de trabalho, o que levanta questões quanto à origem dessa intensificação do trabalho. Apesar dos resultados elevados a relativamente aos constrangimentos ter de se apressar, ter de fazer várias coisas ao mesmo tempo e depender de colegas ou clientes, através do teste do qui-quadrado foi encontrada apenas uma associação estatisticamente significativa (p≤.05) entre depender do trabalho de colegas e a ansiedade (p=.024).

Considerando as caraterísticas do trabalho em escritório descritas, questionou-se os trabalhadores sobre a realização de pausas. 76% dos trabalhadores realiza pausas sem ser à hora de almoço, embora a média de pausas diárias seja de 1.88 ±

1.8. Vemos que não são realizadas pausas regulares ao longo do dia de trabalho, o que, associado aos constrangimentos referidos pode contribuir para o desenvolvimento de patologias. Ainda que 84% dos trabalhadores afirmem poder escolher o momento para realizar as pausas, 68% indicam desconhecer o seu benefício. Este resultado pode explicar a ausência de realização de pausas regulares ao longo do dia de trabalho. As caraterísticas do software utilizado, (questões relacionadas com a usabilidade de um sistema), parecem ser limitativas ao desenrolar normal da atividade, podendo também contribuir para o desenvolvimento de sintomas psicossociais. Como exemplo, salienta-se a associação estatisticamente significativa entre a adequação do software e a insatisfação (p=.004) e a facilidade de entender o feedback do sistema com a ansiedade (p=.013).

5. CONCLUSÕES A introdução das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) veio introduzir mudanças nos métodos de trabalho e consequentemente a introdução de novos perigos e riscos para a saúde e segurança dos trabalhadores. Como tal, é essencial a participação da ergonomia para a criação de locais de trabalho que promovam a saúde, a segurança e a eficiência dos trabalhadores. As análises no terreno permitiram comprovar os constrangimentos de diferentes naturezas (ambientais, físicos, organizacionais/ psicossociais), enunciados pelos trabalhadores que, individualmente e/ou em interação, podem colocar em risco a sua saúde e segurança e consequentemente a produtividade dos SMAS. A nível músculo-esquelético, verificou-se que a utilização inadequada ou a ausência de determinados equipamentos, podem contribuir para a adoção de posturas penosas, que posteriormente levam ao aparecimento de queixas, principalmente ao nível da coluna cervical, lombar, e membros superiores. A nível visual, evidenciámos que as condições inadequadas de iluminação nalguns postos de trabalho e a organização inadequada dos mesmos, podem estar relacionadas com o desenvolvimento de queixas referidas pelos trabalhadores. Por último, a nível psicossocial, as referências dos trabalhadores a stress, ansiedade, alteração do humor, entre outros, pode significar uma intensificação do trabalho, o que consequentemente pode colocar em causa a sua qualidade de vida e produtividade dos SMAS. Considerando a relevância dos resultados obtidos, pretende-se agora delinear estratégias de intervenção a implementar em cada situação de trabalho analisada, tendo em vista a melhoria das condições de trabalho.

6. REFERÊNCIAS Barros-Duarte, C. & Cunha, L. (2010), INSAT2010 – Inquérito Saúde e Trabalho: outras questões, novas relações. Laboreal, 6, (2), 19-26, from http://laboreal.up.pt/revista/artigo.php?id=48u56oTV6582234;5252:5:5292.

McAtamney, L. and Corlett, E.N. (1993) "RULA - A survey method for investigation of work-related upper limb disorders. Applied Ergonomics, 24(2), 91-99 Pais, A. (2011). Condições de iluminação em ambiente de escritório: Influência no conforto visual. Tese de Mestrado, Faculdade de Motricidade Humana da Universidade Técnica de Lisboa, Lisboa

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Ergonomic Work Analysis contributions: nurse activity observational analysis in a hospital ward Serranheira, Florentinoa, Cotrim, Teresab a Escola Nacional de Saúde Pública, Universidade Nova de Lisboa; CIESP – Centro de Investigação e Estudos em Saúde

Pública, ENSP-UNL, Lisboa; CMDT – Centro de Malária e Doenças Tropicais, LA – Saúde Pública, Lisboa, email:

serranheira@ensp.unl.pt; b Faculdade de Motricidade Humana, Universidade Técnica de Lisboa, CIPER, FMH, email:

tcotrim@fmh.utl.pt

1. INTRODUCTION As far as Ergonomics is concerned, the nurses’ work analysis, that include the (1) work task analysis, (2) the work activity analysis, and (3) the results for the worker (e.g. adverse effects) and for the organization, may lead to establish a work situation diagnosis that allow to classify the probability of problems occurrence, for instance, related to healthcare demands (workload), human resource management, floor space layout and equipment location in hospital wards. So, the hospital environment poses a great challenge to Ergonomics dealing with human resources and the wide range of working situations.

Ergonomic work analysis and its methodologies will improve significantly not only the quality of nurse care provided and patient safety but also health professionals’ safety and well being in hospital wards (Serranheira, Uva, & Sousa, 2010). Portuguese ergonomics projects and investigation in hospital environment began in 1994 at FMH, Technical University of Lisbon, in the Ergonomics Department. The overall majority of those projects focused on musculoskeletal injuries and assessment of how the direct care providing to patients affects the health professional´s physical capacity (Cotrim, 2006). Since then, Ergonomics applied to the hospital environment has diversified its object of study, from the quality of health care providing, to patient safety, hospital settings and working pathways. The equipments, instruments design, information technology (IT), and nursing activity analysis, were also studied to follow-up adverse effects on health professionals, among others.

2. MATERIAL AND METHODS

A study was conducted in continuous and palliative care hospital wards that began at July 2011 and still go on. It was divided into different stages and it started off with a nursing staff work analysis.

In stage one, several meetings were held with the nurse manager to understand which were the key issues that needed close attention, for the observation process of daily work activity. That allow the elaboration of an observation tool that covered the total work activity shift, for the morning and afternoon shifts (the night shift was not considered in this study). An experienced ergonomist in work analysis had done a chronological observation of nurses´ time spent in shift activities and ward locations (e.g. medication preparation room, corridors, patients’ rooms and nursing rooms. So far it was possible we made an overall picture of ward´s nursing activity, thus enabling a sequential analysis, where it was developed, the work interruptions, among other relevant aspects for the work analysis.

In a second stage, the DINO method was in place (Johnsson et al., 2004) for the nurse performance evaluation on dependent patients’ transfers, and establishing the safety level for both patients and health professionals and still to spot critical activity features. The DINO score goes from 0 to 16 points, where 16 corresponds to a task completed safely from start to finish (Johnsson et al., 2004). The DINO is an observational method and its gathering was done by an expert fully trained for the application of this method. The first step was the Head Nurse ranking of patients’ degree of impairment.

Patients were ranked by their degree of dependency from partially dependency, dependency, to totally dependency, thus an important factor for their selection and inclusion in the lifting and movement observation tasks. The second step consisted of reclassifying patients according to the ARJO criteria (Cotrim et al., 2011).

3. RESULTS AND DISCUSSION



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