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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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3.4. Desvantagens na aplicação dos testes em contexto laboral Alguns estudos escassos afirmam que não está devidamente comprovada a associação entre o consumo destas substâncias e o aumento do número de acidentes e respetiva gravidade (Elliot, 2006; Wickizer, 2004), e/ ou que a atitude de dosear estas substâncias em contexto laboral não produzirá os resultados desejados (Bamberger, 2007; Gee, 2005;

Kaiz, 2010).

Por outro lado, quando numa empresa surge um teste positivo e nada acontece, a imagem que passa é a de que afinal não há problema em consumir e ser apanhado (Bamberger, 2007). Além disso, apesar de existirem regras e critérios na aplicação dos testes, nem todas as entidades empregadoras as cumprem (Gee, 2005). Alguns empregadores podem assumir a sua responsabilidade social, não no sentido de diagnosticarem e proporcionarem referenciação/ tratamento, mas sim no sentido de identificarem os consumidores, para “bem da sociedade geral” (Knuden, 2003). Uma minoria de autores defende que os testes apenas doseiam a substância e não a conduta ou desempenho profissional, surgindo sim degradação do ambiente laboral (desconfiança com a entidade empregadora/ funcionário e entre colegas), bem como incumprimentos jurídicos e éticos; despedimentos e outras sanções por falsos positivos não confirmados e diminuição da segurança do vínculo laboral. Contudo, cabe apenas ao Médico do Trabalho avaliar a aptidão para o posto em função do consumo (OIT/ ACT 2008 e 2003).

3.5. Métodos de doseamento Os testes de despistagem são mais práticos, rápidos e económicos; os testes de confirmação, por sua vez, são mais sofisticados, seguros, morosos e caros mas têm obrigatoriamente de ser realizados para confirmar um teste de despistagem positivo (OIT/ ACT 2008 e 2003). Classicamente as substâncias são doseadas na urina ou sangue; contudo a inovação tecnológica permite (ou permitirá a médio prazo) começar a utilizar doseamentos no cabelo, saliva e unhas, cada vez com maior rigor e vantagens a nível de rigor científico e com especificidades que a equipa de Saúde Ocupacional deve passar a conhecer.

4. CONCLUSÕES A equipa de Saúde Ocupacional necessita de estar informada acerca dos riscos associados ao consumo de substâncias psicoativas, a nível das implicações que tal acarreta na Saúde do funcionário e segurança global da empresa, bem como do que está definido com maior ou menor clareza na legislação em vigor e conhecer os métodos de doseamento mais adequados a cada caso.

5. REFERÊNCIAS Bamberger, P. et al. 2006. The prevalence and distribution of employee substance- related problems and programs in the Israeli Workplace. The Journal of Drug Issues, 755-781.

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Uso das TIC em Escritórios: Impacto nas Características da Tarefa e na Saúde dos Trabalhadores Use of ICT on Offices: Impact on Task Characteristics and Workers' Health Saraiva, Davida, Costa, Cláudiab, Silva, Catarinac a Faculdade de Motricidade Humana, Cruz Quebrada-Portugal, e-mail: davidp11s@gmail.pt; bServiços Municipalizados de Água e Saneamento de Oeiras e Amadora, Oeiras-Portugal, e-mail: cfcosta@smas-oeiras-amadora.pt; c Faculdade de Motricidade Humana, Cruz Quebrada - Portugal, email: csilva@fmh.utl.pt

1. INTRODUÇÃO A melhoria das condições de trabalho revela ser uma temática cada vez mais importante. A introdução das Tecnologias de Informação e Comunicação (TIC) veio introduzir mudanças significativas nos métodos de trabalho, nomeadamente a possibilidade de realizar muitas tarefas de forma rápida e simples, a recolha e partilha de informação ultrapassando barreiras de espaço e tempo, entre outras. No entanto, simultaneamente, assistimos ao desenvolvimento de novos constrangimentos que colocam em risco a saúde e segurança dos trabalhadores. A abordagem ergonómica permite a análise e avaliação destas novas formas de realização do trabalho, identificando, eliminando/reduzindo os perigos e riscos existentes. Desta forma, pretende-se evitar consequências para a saúde e segurança dos trabalhadores e promover a sua eficiência.

O presente artigo tem como objetivo apresentar resultados da análise a diferentes situações de trabalho administrativo que recorrem ao uso de computador (trabalhadores de Colarinho Branco) procurando pôr em evidência as relações entre as queixas (músculo-esqueléticas, visuais e psicossociais) denunciadas pelos operadores e as condições de trabalho (materiais, de iluminação e organizacionais). O estudo foi realizado nos Serviços Municipalizados de Água e Saneamento (SMAS) de Oeiras e Amadora.

2. METODOLOGIA Foram analisados no terreno 18 situações de trabalho localizadas em diferentes instalações dos SMAS. A população abrangida (n=50) realiza a sua atividade em ambiente de escritório, com recurso ao computador e divide-se em 29 trabalhadores do género feminino (58%) e 21 do género masculino (42%), com uma média de idades de 41.32 ± 10.0 anos e de antiguidade na função de 8.4 ± 8.2 anos.

De forma a fazer um despiste dos fatores de risco a que estes trabalhadores estão expostos, recorreu-se à análise dos resultados do inquérito INSAT (Barros-Duarte & Cunha, 2010), aplicado a trabalhadores dos SMAS (n=351) em 2010.

No terreno, foram realizadas observações das atividades de trabalho e registadas as verbalizações dos trabalhadores. Para avaliar a necessidade de intervenção de forma a reduzir o risco de lesão músculo-esquelética relacionada com o trabalho (LMERT), foi aplicado o método Rula (McAtamney & Corlett, 1993) às posturas adotadas na realização de três ações “interagir com o teclado”, “interagir com o rato” e “ler documentos em papel”. Procedeu-se ainda à avaliação de parâmetros ambientais (iluminação) com um luxímetro digital, modelo LX-1010B. Por fim, foi realizada uma análise estatística descritiva (frequências relativas e absolutas) dos dados recolhidos.

3. DESPISTE PRÉVIO DOS FACTORES DE RISCO

A análise dos resultados da aplicação do inquérito INSAT mostrou que os trabalhadores de Colarinho Branco, dada a natureza da sua atividade, se encontram expostos a vários constrangimentos nomeadamente a permanecer muito tempo sentado (66.1%), realizar gestos repetitivos, principalmente ao nível dos membros superiores (41.1%), adotar posturas penosas (20.8%), trabalhar permanentemente no computador (79.7%). A exposição a estes e outros constrangimentos, leva alguns trabalhadores a considerar o seu trabalho monótono (16.7%). No entanto, essa opinião não é generalizada, visto 82.8% o considerarem variado e 60.4% criativo. O facto de fazer várias coisas ao mesmo tempo (71.9%) e de ter que se apressar (62.5%) revela a sujeição a um processo de intensificação do trabalho. Contribui ainda para esta intensificação a dependência face aos colegas (27.6%) e aos pedidos diretos de clientes/utentes (33.9%). Estes resultados sugeriam uma análise mais detalhada no terreno em torno de três eixos: a análise de queixas do foro músculo-esquelético relacionadas com a manutenção prolongada da postura de sentado e a realização de gestos repetitivos derivados da necessidade de uso do computador; a análise de queixas visuais relacionadas com as condições (de iluminação) de uso frequente do computador; e, a análise de queixas psicossociais relacionadas com a organização da atividade de trabalho em ambiente de escritório.

4. QUEIXAS E FACTORES DE RISCO RELACIONADOS COM O TRABALHO

4.1. Queixas do foro músculo-esquelético, interação com o equipamento e disposição do posto de trabalho Relativamente a patologias diagnosticadas a nível músculo-esquelético registaram-se 5 casos de escoliose e 7 de hérnias discais. Durante a análise no terreno foi feito o registo de sinais e sintomas referidos pelos trabalhadores. A nível músculo-esquelético foram registadas 139 queixas, sendo as áreas corporais mais atingidas: a coluna cervical (25.2%),

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