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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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Apesar dos diferentes programas curriculares da licenciatura em enfermagem, genericamente, não é dado grande destaque à Saúde Ocupacional (SO), não existindo formação pós-graduada direcionada às necessidades específicas destes profissionais.

Pretende-se com esta revisão bibliográfica perceber qual o lugar que a Enfermagem tem ou poderá ter na equipa de a SO, descrevendo ainda como esta é executada em diferentes países.

2. MATERIAIS E MÉTODOS Foi realizada uma pesquisa em maio de 2011, nas bases de dados “CINALH plus with full text, Medline with full text, Database of Abstracts of Reviews of Effects, Cochrane Central Register of Controlled Trials, Cochrane Database of Systematic Reviews, Cochrane Methodology Register, Nursing and Allied Health Collection: comprehensive, MedicLatina e Academic Search Complete”. Através da palavra/ expressão-chave “nurses” e “occupational health” foram obtidos 1449 artigos, utilizando como critérios de seleção o acesso preferencial a texto completo, língua inglesa e data de publicação igual ou superior ao ano 2000; em função da qualidade metodológica e da pertinência para o objectivo da revisão, foram escolhidos 46 trabalhos. Excecionalmente foram também considerados alguns artigos da autora, já publicados, em avaliação ou aprovados e a aguardar publicação em revistas da área.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO A SO pode ser vista com ângulos diferentes: pois se em alguns casos esta é encarada como a abordagem restrita às alterações na saúde que as condições laborais podem acarretar, noutros países/ empresas ela é vista como um conceito muito mais abrangente, onde também se inserem aspetos não laborais que interferem com a saúde do trabalhador e/ ou até mesmo englobando a própria família e/ ou comunidade.

O Enfermeiro Ocupacional (EO) deve tentar quantificar todos os custos, antes e durante a sua atuação, de forma a valorizar o seu trabalho financeiramente, perante a gestão da entidade empregadora (Wallace, 2009). Ao longo dos últimos anos as tarefas predominantemente curativas deram lugar a outras de prevenção e de gestão, sendo inúmeros os programas que o EO tem capacidade para orientar. Destes podem-se destacar os programas de amamentação (Rietz, 2010; Angeletti, 2008; Mills, 2009), implementação de infantário para os filhos dos funcionários, actuação como gestores globais de saúde (quer para patologias crónicas, quer agudas) (Huffman, 2010; Wallace, 2009; Weiss, 2009; Carlson, 2010; Mirinescu, 2007), tratamento da obesidade e sedentarismo/ prescrição de exercício (Thompson, 2007), abordagem de dependências (como a do álcool- Santos e Santos b, 2011, Holmquist, 2008; Sick, 2004 ou do tabaco-Weiss, 2009;

Santos 2011), saúde do viajante (quer a nível de trabalho, quer pessoal) (Rosselot, 2004), sustentabilidade ambiental (Weiss, 2009), orientação de lay-offs/ despedimentos (Tompkings, 2009), atividades de higiene e segurança (quando devidamente habilitados) (Mirinescu, 2007; Weiss, 2009; Miphail, 2005), programas de preparação para a reforma (Zinner, 2006) e programas de ginástica laboral (Santos, 2011 b, c, d, e), por exemplo.

4. CONCLUSÕES O EO poderá ter um papel muito importante (para não dizer fundamental), completo e integrativo, numa equipa de SO, desde que bem explorado. Analisando a forma como estes trabalham em diversos países, poder-se-á tentar replicar os aspectos mais positivos de cada local, de forma a construir o melhor perfil de tarefas. Contudo, são também necessárias ações de sensibilização para as empresas prestadoras de serviços nesta área e para as instituições clientes no sentido de

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

estas perceberam esta potencialidade e assim se criar a necessidade real de existirem profissionais com estas caraterísticas no mercado.

Existem alguns estudos norte-americanos relativos aos custos existentes sem e com este sub-serviço da equipa de SO, mas nada está publicado a nível nacional (quer procurando nas bases de dados indexadas referidas na metodologia, quer em motores de busca globais), pelo que seria pertinente desenvolver um estudo nacional relacionado com esta área.

5. REFERÊNCIAS Alleyne, J. et al. 2009. Occupational health nurses roles, credentials and continuing education in Ontario, Canada. AAOHN Journal, 57(9), 389- 395.

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Rogers, B. et al. 2007. Heat- related illnesses- the role of the occupational and environmental health nurse. AAOHN Journal, 55(7), 279- 288.

Rosselot, G. 2004. Travel health nursing. AAOHN Journal, 52(1), 28- 42.

Santos,M. 2011. Abordagens terapêuticas breves do alcoolismo e tabagismo: ao alcance da Enfermagem?! Em Avaliação para eventual publicação em revista da área.

Santos, M. 2011. Consumo de substâncias psicoativas em contexto laboral. Aprovado para publicação na revista segurança, mas ainda sem data definida.

Santos, M. 2011. Postos de trabalho sujeitos a temperaturas elevados e/ ou muito elevadas. Aprovado para publicação na Revista Segurança, mas ainda sem data definida.

Santos, M. 2011. Obesidade: saúde individual ou também saúde ocupacional?! Segurança, 201, 5-6.

Santos, M. 2011. O que o Médico do Trabalho e o Técnico de Higiene e Segurança precisam de saber sobre a Ginástica Laboral. Parte I. Segurança, 200, 28- 32.

Santos, M. 2011. O que o Médico do Trabalho e o Técnico de Higiene e Segurança precisam de saber sobre a Ginástica Laboral. Parte II. Segurança,201, 34-38.

Santos, M. 2011. O que o Médico do Trabalho e o Técnico de Higiene e Segurança precisam de saber sobre a Ginástica Laboral. Parte III. Segurança, 202, 22- 24.

Santos, M. 2011. Avaliação de um programa de Ginástica Laboral inicial aplicado numa empresa têxtil. Segurança, 203, 22-24.

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Strasser, P. et al. 2006. Occupational Health Nursing. AAOHN Journal, 54 (1), 14- 23.

Thompson. D. 2007. The costs of obesity- what occupational health nurses need to know. AAOHN Journal, 55(7), 265- 270.

Tompkins, O. 2009. Reduction in force perspectives- the occupational health nurse as the employer. AAOHN Journal, 57(5), 216- 217.

Wallace, M. 2009. Occupational Health Nurses- the solution to absence management? AAOHN Journal, 57(3), 122-127.

Weiss, M. 2009. Changing the conversation- the occupational health nurse’s role in integrated HS. AAOHN Journal, 57(7), 293- 299.

Zichello,C. et al. 2008. Occupational Health Nurses and worker’s compensation insurance programs. AAOHN Journal, 56(11), 455- 459.

Zinner, P. 2006. Preparing the work force for retirement- the role of occupational health nurses. AAOHN Journal, 54(12), 531- 536.

2007. Salary survey results. Occupational health management, 1-5.

Elaboração de um Regulamento Interno da empresa, relativamente ao consumo de Substâncias Psicoativas, em Portugal Development of a Company’s Internal Roules relating to the consumption of Psicoactive Substances, in Portugal Santos, Mónica Cliwork, Medicisforma, Atlanticare, email: s_monica_santos@hotmail.com

1. INTRODUÇÃO O consumo de substâncias psicoativas durante o horário de trabalho e fora dele, aumenta muito a frequência e gravidade dos acidentes de trabalho, tendo os funcionários pior estado de saúde geral, menor produtividade e, por isso, existirão maiores custos para as empresas. Contudo, a deteção de substâncias psicoativas exige a elaboração de um regulamento interno, sendo as normas a ele associadas controversas e/ou contraditórias. Pretende-se com a divulgação deste trabalho promover a discussão do tema, de forma a se obterem consensos e normas/legislação coerentes.

2. MATERIAIS E MÉTODOS Foi realizada uma pesquisa em dezembro de 2010, nas bases de dados “CINALH plus with full text, Medline with full text, Database of Abstracs of reviews of effects, Cochrane Central Register of Controlled Trials, Cochrane Database of Systematic Reviews, Cochrane Methodology Register, Nursing and Allied Health Collection: comprehensive, MedicLatina e Academic Search Complete”; utilizando as palavras-chave “workplace e drugs” e tendo como critérios de seleção o acesso preferencial a texto completo, língua inglesa ou francesa, qualidade metodológica, data de publicação igual ou superior ao ano 2000 e pertinência para o objectivo da revisão. Foram também incluídos alguns documentos elaborados por Instituições relevantes, nacionais, obtidos através de motores de busca comuns.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO

3.1.Consequências genéricas do consumo de substâncias psicoactivas Define-se substância psicoativa como aquela que altera a forma de sentir, pensar e/ ou comportar. O efeito depende não só da substância específica, mas também da dose, consumos anteriores, estado de espírito, profissão, altura e local, companhia, mistura com outras substâncias e via de administração. Genericamente pode acalmar, deprimir ou aumentar a ansiedade e irritabilidade, provocando descontração, desinibição ou atitudes violentas e/ ou bizarras. Podem também ocorrer alterações na percepção da profundidade, tempo, dimensão, forma e movimento (OIT, ACT, 2008 e 2003).

3.2.Consequências para o trabalho do consumo de álcool e de outras drogas A generalidade dos autores consultados considera que estes consumos representam um custo substancial para a empresa, na medida que diminuem a produtividade (Gjerde, 2010; Hodgins, 2009; Cercanelli, 2009; Roche, 2008; Carpenter, 2007; Barberger, 2006) e aumentam o número de acidentes de trabalho e respectivas lesões (OIT/ ACT, 2008 e 2003;

Gjerde, 2010; Hodgins, 2009; Roche, 2008, Carperter, 2007; Barberger, 2006; Delogu, 2007; Minchim, 2006; Elliot, 2006; Gee, 2005), nomeadamente na ordem dos 50 a 100%, dependendo da substância, frequência de consumo e dose (Wickizer, 2004); aumentando também o absentismo (OIT/ ACT, 2008 e 2003; Gjerde, 2010; Hodgins, 2009; Cercanelli, 2009; Roche, 2008; Carperter, 2007; Elliot, 2006; Gee, 2005; Wickizer, 2004; Eriksson, 2004), a saída/ troca de posto ou emprego (OIT/ ACT, 2008 e 2003; Hodgins, 2009; Gee, 2005; Wickizer, 2004), falta de pontualidade e maior pressão sobre os colegas de trabalho (não só pelas tarefas excedentes que ainda necessitam de ser realizadas, bem como pelos conflitos, intimidações, violência ou até furtos) (OIT/ ACT, 2008 e 2003).

Estas consequências manifestam-se não só pela semiologia (sinais e sintomas) característica de uma intoxicação aguda, mas também pela abstinência (semiologia que surge quando se pára ou diminui o consumo) e pelos efeitos para a saúde que o consumo crónico acarreta, podendo alterar mesmo a personalidade e humor, de forma imprevisível (Elliot, 2006 e 2005). Outros artigos destacam também o atingimento da capacidade de decisão, desempenho inconstante, negligência, maior número de erros e menor quantidade de tarefas realizadas (Cercanelli, 2009; Eriksson, 2004); bem como diminuição da segurança global do local de trabalho para os colegas e outros indivíduos próximos (Roche, 2008;



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