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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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3.4. Resultado das acções de sensibilização e formação em segurança contra incêndio em edifícios As ações de sensibilização em organização da emergência definidas e realizadas foram de muito curta duração e a avaliação dos conhecimentos transmitidos, assim como nas ações de formação específicas definidas, fez-se através da realização do simulacro efetuado para cada estabelecimento.

3.5. Resultado dos simulacros

Os resultados obtidos nos simulacros agruparam-se em dois tipos de informação:

• Dados quantificáveis;

• Dados descritivos das principais evidências encontradas, por estabelecimento, tendo por base a definição de uma grelha de avaliação de comportamentos desejados e desadequados.

Os simulacros constaram de uma sequência de cinco eventos:

• Evento 1: Incêndio identificado via SADI – Alarme toca;

• Evento 2: Evacuação;

• Evento 3: Sinistrado de incêndio;

• Evento 4: Chamada dos meios de 2ª intervenção;

• Evento 5: Pós-emergência.

3.6. Diferenças entre estabelecimentos As principais diferenças encontradas entre resultados de estabelecimentos verificaram-se ao nível das ações de formação realizadas e na avaliação dos simulacros.

A forma como as equipas de segurança responderam ao simulacro permitiu identificar as falhas e as dificuldades

inerentes à implementação das medidas de autoproteção. Daqui resultou que:

• Obtiveram-se tempos de evacuação diferenciados. Esta diferença teve a ver com a dificuldade de simular uma emergência, com a forma como os elementos das equipas interagem, com a forma como os próprios elementos da equipa de segurança se apercebem do que é a emergência, gerem os recursos e meios de que dispõem, colocam em prática os

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comportamentos que aprenderam nas ações de formação, e igualmente com o número total de efetivos e com a altura da própria utilização-tipo;

• Apesar de em dois dos estabelecimentos se terem ministrado previamente ações de formação em organização da emergência, seria de esperar que a transposição de conhecimentos para a implementação das atuais medidas de autoproteção fosse mais facilitada, resultando daí um tempo de evacuação menor, comparativamente aos demais estabelecimentos. Tal não se verificou.

• Uma vez que os conteúdos das ações de formação foram os mesmos para todas as instalações e os resultados dos simulacros foram distintos, verificando-se situações em que a não adoção do comportamento esperado condicionou as ações dos demais elementos das equipas de intervenção, deverão ser reforçadas as ações de formação gerais e específicas realizadas.

As medidas de autoproteção implementadas foram as mesmas para todas as instalações, tendo-se seguido os mesmos princípios de organização e gestão documental e de recursos humanos. A documentação necessária para cada estabelecimento apresenta a mesma estrutura e o perfil dos colaboradores que iriam fazer parte da equipa de segurança em situação de emergência também foi idêntico.

Por outro lado, a verificação de comportamentos desordeiros dos colaboradores no decorrer dos simulacros, tanto no ponto de encontro, como no regresso não autorizado ao interior de alguns estabelecimentos, vai ao encontro dos dois tipos de comportamento descritos por Kobes et al. (2010) e reforça a ideia dos autores relativamente ao conjunto de factores críticos que determinam o desempenho e comportamento dos indivíduos em situação de incêndio, estando claramente um desses aspectos ligado ao factor humano. Esta observação vem reforçar a necessidade de se efectuarem mais estudos em segurança contra incêndio assentes no comportamento humano e da sua imprevisibilidade, verificados e tidos neste tipo de circunstância e de uma forma genérica ligado também a outras situações de emergência.

As instalações avaliadas, pelo tipo de atividade desempenhada assente essencialmente nas características dos seus recursos humanos, na sua forma de organização e gestão (elevado número de colaboradores, horários flexíveis e por turnos, postos de trabalho rotativos e elevado turnover), revelam uma necessidade diferente de realização de ações de formação em organização da emergência e realização de simulacros do que a prevista na regulamentação actual.

Esta necessidade reflete uma das recomendações resultantes do estudo efetuado, ou seja, que a realização de ações de formação em matéria de organização da emergência e a realização de simulacros deve ser definida com uma periodicidade diferente da atualmente prevista no regulamento de segurança contra incêndio.

4. CONCLUSÕES O presente estudo descreve e apresenta uma possível metodologia de implementação das medidas de autoproteção exigíveis de acordo com os atuais Regime Jurídico e Regulamento de Segurança contra Incêndio em Edifícios. Como metodologia de trabalho, a mesma serviu os seus propósitos permitindo a implementação das medidas de autoproteção exigíveis para quatro instalações com a mesma classificação de utilização-tipo.





O estudo desenvolvido mostrou que, de acordo com essas mesmas exigências, os recursos humanos da entidade passam a ter um papel fundamental na forma de gerir a emergência, dado que eles próprios participam e são os primeiros a intervir na instalação, caso se venha a verificar uma possível situação de sinistro.

Pela atribuição de responsabilidades e funções específicas na organização da emergência, os colaboradores da empresa ficam cientes e familiarizados com os comportamentos corretos a adotar em cenários de emergência. Contudo, só a passagem do tempo, a realização de mais ações de formação, simulacros, auditorias e inspeções às instalações permitirão perceber se as medidas implementadas se mantêm conhecidas e são adaptadas à realidade das empresas. Só assim se perceberá se estas medidas assumem, ou não, importância nas empresas e se fazem ou não parte da sua cultura interna de segurança.

É difícil avaliar-se o impacto das medidas de autoproteção com base num estudo que se realiza apenas na fase inicial de implementação das medidas de autoproteção exigidas legalmente. Validar o verdadeiro impacto das medidas de autoproteção implica acompanhar regularmente a evolução que essas medidas têm nas instalações e desempenham ao longo do período de funcionamento das mesmas, pelo que é necessário efetuar estudos com uma abrangência temporal mais alargada.

5. REFERÊNCIAS Croce, P., Grosshandler, W., Bukowski, R., & Gritzo, L. (2008). The International Forum of Fire Research Directors - A position paper on performance-based design for fire code applications. Fire Safety Journal, 43(3), 234-236. Elsevier.

Fitzgerald, R. W. (1997). Fundamentals of Fire Safe Building Design. In Cote, A. (Ed.), Fundamentals of Fire, Fire Protection Handbook (18th Ed.), (1-26) Basics of Fire and Fire Science, Quincy, Massachusetts. National Fire Protection Association.

Kobes, M., Helsboot, I., De Vries, B., Post, J. (2010). Building safety and human behaviour in fire: A literature review. Fire Safety Journal, 45(1), 1-11.

Rodrigues, A. S. (2011). Comparação das medidas de autoproteção exigíveis, face ao enquadramento legal na área de segurança contra incêndio em edifícios – Implementação em quatro estabelecimentos localizados em edifícios com caraterísticas distintas. Dissertação elaborada com vista à obtenção do grau de Mestre na especialidade em Ergonomia. Faculdade de Motricidade Humana – Universidade Técnica de Lisboa. Lisboa. (Não publicada).

Qualidade do ar em blocos operatórios – breve revisão Air quality in operating rooms - a brief review Rodrigues, C.1; Guedes, J. C.2; Baptista, J. Santos3 PROA/LABIOMEP/CIGAR/ - Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Porto, Portugal Email: 1pee10017@fe.up.pt; 2jccg@fe.up.pt; 3jsbap@fe.up.pt

1. INTRODUÇÃO Os profissionais do bloco operatório passam grande parte do seu tempo no interior destas estruturas. Estão aí expostos aos mais diversos tipos de micro-organismos e poluentes que podem causar, de forma direta, um sério impacto sobre a sua saúde. Contudo, o efeito da má qualidade do ar é mais abrangente,. Afeta também os pacientes que estão sujeitos a problemas tão graves como as infeções provocadas pelas bactérias multirresistentes (Dascalaki, Lagoudi et al. 2008). Das variáveis que podem afetar a qualidade do ar, destacam-se a ventilação, o ambiente térmico e as contaminações. Neste contexto, uma adequada renovação do ar é fundamental para evitar a acumulação de potenciais contaminantes (Quadros, Lisboa et al. 2009). Esta renovação tende a melhorar os resultados, quando combinada com um sistema de ventilação de fluxo laminar, diminuição do número de pessoas e limitação do tráfego na sala de operações, uso de material de tecido não-tecido e de desinfectantes para a limpeza adequados, devendo, por isso, serem consideradas como medidas preventivas. Tendo em atenção esta problemática, pretende-se, neste trabalho, apresentar uma curta revisão bibliográfica nesta temática, de forma a fazer ressaltar a importância da mesma na prevenção da saúde.

2. MATERIAIS E MÉTODOS A pesquisa foi efetuada através de uma plataforma online (Metalib), disponibilizada pela Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, através do URL: http://metalib.fe.up.pt. Trata-se de uma ferramenta que permite efetuar uma procura nas seguintes bases de dados: Web of Science; Zentrallblatt MATH Database; PsycArticles; PsycCRITIQUES;

PsycBOOKS; Library, Information Science & Technology; Psychology + Behavior; PsycINFO; PubMed; Regional Business News; MEDLINE; Inspec; Fuente Academica; ERIC; Current Contents; Compendex; Arts & Humanities Citation Index; Academic Search Complete.

A metodologia usada para aferir quais as palavras-chave a utilizar, consistiu num levantamento das variáveis que influenciam a qualidade do ar e possíveis consequências resultantes da sua inexistência, relacionadas, com o ambiente dos blocos operatórios. Assim, a pesquisa foi efetuada através da combinação de pares de palavras relacionadas com o tema, entre elas, thermal environment, ventilation, air quality, infections, aerosols/particulate matter, microorganisms, combinadas com uma das seguintes: operating room, operating theatre, surgery room e clean room.

3. RESULTADOS E DISCUSSÃO A qualidade do ar dos blocos operatórios é essencial para a prevenção de infeções pós-operatórias dos doentes e para assegurar a saúde e o conforto dos profissionais. Neste âmbito, podem ser apontados alguns problemas: insuficiente renovação do ar; fraco controlo das condições térmicas; espaço ergonomicamente mal concebido; fraca manutenção das instalações técnicas. São ainda comuns, queixas dos profissionais do bloco operatório com base noutros fatores como: o ruído, a iluminação, os maus odores ou os campos eletromagnéticos (devido à realização de raios X durante as operações). Muitos destes problemas tem vindo a ser estudados, no entanto, muitos outros carecem ainda de resposta adequada (Balaras, Dascalaki et al. 2007). No sentido de contribuir para a sua resolução, têm avançado trabalhos de investigação em três grandes áreas que são o controlo da qualidade do ar, do ambiente térmico e das contaminações.

3.1. Controlo da qualidade do ar O sistema de ventilação de uma sala cirúrgica precisa de produzir um ambiente confortável e saudável, de forma a minimizar, o risco de infeção através do ar, tanto nos pacientes na fase pós-operatória como nos profissionais das equipas de cirurgia. Sendo este um problema real e do conhecimento geral, ao longo dos anos, vários autores testaram e propuseram diferentes soluções no sentido da sua resolução. A investigação tem sido centrada em torno da forma como deve ser efectuada e do número de renovações de ar necessárias. Em 1996, Friberg propõe, um sistema alternativo ao tradicional que consistia na entrada de ar limpo e fresco ao nível do chão e evacuação através do teto, com 17 renovações por hora. No entanto, os investigadores verificaram que o novo sistema aumentava o número de bactérias no ar, elevando, assim, o risco de infeção pós-operatória, em comparação com o sistema convencional. A solução foi, assim, rejeitada (Friberg, Friberg et al. 1996). Mais tarde, em 1998, Andersen et al. realizaram um estudo em duas salas de cirurgia, uma equipada com um sistema de ventilação de fluxo laminar e outra com sistema convencional, submetidas às mesmas condições de renovação de ar, microclimáticas e de limpeza. Como resultado, verificaram que o número de partículas no ar e de bactérias no chão era efetivamente mais reduzido na primeira, mesmo com a presença de mais três pessoas na sala, do que na com sistema convencional. Independentemente do tipo de sistema de ventilação, os autores concluíram, ainda, que o uso de diatermia aumenta acentuadamente o nível de pequenas partículas no ar (Andersen B.

M., R. T. Roed et al. 1998).

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