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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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- Em se tratando de uma IE, há um cuidado todo especial com as cordas vocais dos professores, por isso é fundamental a existência de fonoaudiólogos para diagnosticarem a tempo qualquer lesão. Mas como a prevenção é sempre a melhor solução, são realizados trabalhos desde os cuidados com a voz até um “aquecimento” antes das atividades serem iniciadas;

- São realizados treinamentos constantes na esperança de nunca serem necessários a sua utilização, como: primeiros socorros, combate a incêndio, aberturas de portas de emergência de ônibus escolares, entre outros;

- Outra situação está relacionada com o manuseio e acondicionamento de produtos de limpeza, pois segundo a ONG Criança Segura (2004, pág. 112), o envenenamento por ingestão de produtos tóxicos é um dos dez maiores motivos de fatalidades em crianças até 14 anos, onde 2% são vítimas por produtos que envenenam. Há casos fatais de ingestão de soda cáustica em ambiente escolar no Brasil;

Assim como em qualquer situação na área de Segurança do Trabalho que envolva pessoas, o treinamento dos envolvidos é fundamental para integridade física de todos, com o agravante no caso de IE, que os próprios alunos são beneficiados (mesmo que indiretamente) por estas capacitações.

3.3 Prevenção de acidentes com os alunos Segundo Prado (2007), aproximadamente 40% dos acidentes ocorrem nas aulas de Educação Física, 24% nos recreios, 9% nos horários de entrada/saída, 6% atividades extracurriculares e 14% em outros momentos. Portanto, deve-se, sim, preparar a criança para o cotidiano, conscientizando-a dos riscos que enfrentará, mas sem colocar “armadilhas” em seu

caminho e é disto que se trata a terceira frente de trabalho desta IE, que abrange, entre outros itens:

- orientação aos professores para que auxiliem na identificação dos riscos existentes;

- o monitoramento dos intervalos por funcionários capacitados;

- a implantação de uma Comissão Interna de Prevenção de Acidentes – CIPA Mirim, formada por alunos, vem a auxiliar a IE na identificação e soluções de situações de risco, e

- diversas outras atitudes envolvendo parquinhos, palestras, teatro, inspeções, etc.

Deve haver um cuidado especial quando se fala em prevenção de acidentes com as crianças em IE, pois também não se pode exagerar nos cuidados, já que estes mesmos não existem no mundo exterior à escola. É fundamental que os envolvidos compreendam a necessidade da prevenção de acidentes, pois assim, terão a primeira noção nesta área.

4. CONCLUSÃO Cada IE possui particularidades no que tangem à localização, diversidade cultural e social, metodologia de ensino, política de segurança etc. Portanto é muito difícil encontrar um padrão entre todas as instituições, pois além destes diferenciais existentes, os próprios conceitos internos dos eventos e o tratamento dos riscos não são iguais.

Como constatado, uma das maneiras de minimizar as conseqüências dos eventos é a existência de um DSEO preparado tanto para situações com crianças como para adultos, com a presença de Médicos e de Enfermeiras, o que vem a aumentar a confiança na IE. Estes profissionais também devem fazer parte de uma equipe multidisciplinar atuando como educadores, vistoriando e fiscalizando as condições em todo o ambiente escolar.

Os responsáveis pela Segurança do Trabalho não devem trabalhar isolados dos demais setores, devendo haver uma comunicação forte entre todos. Acidentes ocorrem podendo até mesmo serem fatais. Benite (2005, p.47) cita Brauer (1994), que não é possível eliminar todos os perigos existentes, pois não existe risco zero. A única forma de conviver com os perigos é por meio de um eficiente gerenciamento de riscos que busque de forma contínua reduzir ou minimizálos, ou até mesmo, eliminar os perigos existentes.

Portanto, a relação entre comunicação e a conscientização é uma peça chave para favorecer a elaboração de qualquer planejamento estratégico na área de Segurança do Trabalho em um campo de atuação tão complexo quanto o da educação. No mundo em acelerada transformação, a conscientização para o próprio bem estar e segurança deve ser discutido em uma ampla rede de inter-relações.

5. REFERÊNCIAS ANVISA – Agência Nacional de Vigilância Sanitária. RDC No 216, de 15 de setembro de 2004 - dispõe sobre Regulamento Técnico de Boas Práticas para serviços de Alimentação. Brasilia.

BENITE, AG (2004). Sistemas de gestão da segurança e saúde no trabalho. São Paulo: O Nome da Rosa.

CRIANÇA SEGURA NA ESCOLA (2004). Livro do Professor. Curitiba: IESDE KULCSAR NETO, F (2000). Síndrome dos Edifícios Doentes (apostila). São Paulo: SENAC.

PRADO, LMW (2007). Desafios às implementações de estratégias para as gestões de segurança e meio ambiente: estudo de caso de uma instituição de ensino do PR. Dissertação de Mestrado, São Paulo: Centro Universitário SENAC.

TORREIRA, RP (1999). Manual de Segurança Industrial. São Paulo: Margus Publicações.

WAKSMAN, RD (2005). Crianças e adolescentes seguros: guia completo para prevenção de acidentes e violências. São Paulo:

Sociedade Brasileira de Pediatria, Publifolha.





YIN, RK (2005). Estudo de caso: planejamento e métodos.(ed 3). Porto Alegre: Bookman.

Segurança e saúde comportamental: reflexões preliminares Safety and Health Behavior: preliminary thoughts Areosa, Joãoa; Augusto, Natividadeb a Centro de Investigação em Ciências Sociais (CICS), email: joao.s.areosa@gmail.com; b Revista Segurança Comportamental, e-mail: direcao@segurancacomportamental.com

1. NOÇÕES DISTINTAS: SEGURANÇA E COMPORTAMENTO

A segurança comportamental remete-nos para a articulação de duas noções distintas: a segurança e os comportamentos.

Começando pela etimologia da segurança, esta refere-se a alguém ou algo que pretendemos preservar ou resguardar de eventos indesejáveis. Porém, aquilo que é importante preservar ou resguardar depende de valorações (juízos de valor) psicossociais, susceptíveis de diferir de indivíduo para indivíduo, logo, o objecto da segurança não é algo universal. Para além disso, aquilo que é classificado como seguro ou inseguro é passível de ser influenciado por aspectos individuais, sociais, culturais, políticos, ideológicos, simbólicos, entre outros. A prevenção (cujo significado se pode aproximar de “um mal a evitar”) e a protecção são dimensões chave para a compreensão do conceito de segurança, pois tem como objectivo identificar os perigos e efectuar o controlo dos riscos, através da eliminação da fonte de risco ou através da aceitabilidade do risco. De certo modo, a segurança traduz-se numa tentativa de evitar a incerteza, a partir da previsibilidade acerca de acontecimentos futuros. No entanto, a previsibilidade sobre eventuais eventos vindouros revela sempre alguns limites (Taleb, 2008), não é algo isento de risco e de incerteza (Areosa, 2009a), dado que o futuro depende, por vezes, de fenómenos ambíguos, aleatórios e/ou contingentes. Esta multiplicidade de factores gera sérios constrangimentos à segurança (ou seja, àquilo que pretendemos defender), visto que a omnipresença de variados riscos no nosso quotidiano é inevitável. A segurança é um bem e um factor de estabilidade para a humanidade, contudo a

segurança absoluta de forma continuada é utópica, embora este ideal (inalcançável) deva servir de referencial, do tipo:

“linha do horizonte” ou como uma meta para a qual caminhamos. Em resumo, os riscos colocam limites à segurança, pois constituem-se como antecâmaras para a ocorrência de acidentes ou outro tipo de eventos adversos (Areosa, 2009b), como por exemplo as doenças.

Passando agora para a análise daquilo que são os comportamentos, verifica-se que estes estão relacionados com acções, com práticas e com a própria conduta humana. É pertinente referir que o comportamento humano depende da interacção simultânea de múltiplas forças psicossociais, susceptíveis de influenciar as acções individuais e/ou colectivas; são as circunstâncias específicas de cada momento, isto é, a já referida interacção simultânea de múltiplas forças, que produzem um determinado tipo de comportamento, também ele variável, após ocorrer a variação das circunstâncias que o motivaram. O comportamento está também relacionado com as crenças e atitudes, necessidades, intenções e objectivos dos sujeitos, logo, não pode ser analisado de forma linear e simplista, sob pena de se obterem conclusões redutoras e desfasadas da realidade empírica. É por este motivo que a previsão e o controlo sobre os comportamentos dos indivíduos ou grupos são, por vezes, algo tão complexo e difícil de antecipar. É precisamente por esse motivo que se torna tão importante o conhecimento sobre as questões relacionadas com a segurança e saúde comportamental, com o objectivo de se atingir “zero acidentes e doenças” por um período de tempo e incluir o esforço para que essa realidade se mantenha inalterável o mais tempo possível, tendo com foco a promoção de comportamentos seguros e saudáveis, sejam individuais e/ou de grupo.

Até há uns anos atrás a “segurança e saúde comportamental” tinha sido dominada pela psicologia e pela sociologia, mas nos últimos anos em alguns países na vanguarda desta temática (como o Japão, Estados Unidos, Norte da Europa) mostram que essa visão é muito redutora e incluem entre outras, nomeadamente a ciência andragógica e as ciências da comunicação. Com isto queremos dizer que a segurança e saúde comportamental é uma temática multidisciplinar e quem não considerar esta característica corre o risco de ao trabalhar esta área se deparar com o fracasso.

2. CONCEITO DE SEGURANÇA E SAÚDE COMPORTAMENTAL

Podemos definir a Segurança e Saúde Comportamental como uma “abordagem multidisciplinar que visa estudar as acções humanas a partir da análise da capacidade dos indivíduos ou grupos para identificarem os perigos e controlarem os riscos existentes num dado local e contexto, actuando através de um conjunto de modelos, métodos, técnicas e ferramentas que visam motivar actos seguros, de forma a eliminar ou reduzir a possibilidade de ocorrência de eventos indesejáveis para as pessoas e colectividade (sociedade)” (Augusto, et al., 2011). A segurança e saúde comportamental visa estimular e desenvolver os comportamentos seguros, nas diversas actividades, através do estudo dos múltiplos factores que constituem a própria condição humana. A aplicação deste conceito é facilitada e por isso mais utilizada em contexto laboral, somente porque o diagnostico que servirá de “baseline” para a sua aplicação é de mais fácil execução porque o seu tecido humano é menos mutável e mais controlável do que em contexto social. No entanto, embora mais difícil não se torna impossível a aplicação deste conceito ao contexto social, sendo até muitas das vezes aplicado à segurança rodoviária. Assim, a aplicação deste conceito a um programa de segurança e saúde comportamental não é um processo acabado, ou seja, nunca terminará já que o mesmo terá que ajustar às mutações constantes do tecido humano desse contexto e desse local.

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

3. ACTOS INSEGUROS E PERCEPÇÃO DE RISCOS

É verdade que os comportamentos que estão na origem de alguns acidentes e doenças são normalmente considerados como “actos inseguros” (referidos, regra geral, como os grandes vilões da segurança). Porém, os comportamentos não podem ser apenas considerados, dicotomicamente, entre o certo e o errado, entre aquilo que é permitido e o que é proibido ou entre aquilo que deve ser feito e o que não pode ser feito; é muito mais do que isso, pois envolve um conjunto alargado de preceitos psicossociais, ambientais, económicos, simbólicos, etc. A título de exemplo, e tendo em conta a segurança e saúde comportamental no trabalho, é preciso lembrar que, por vezes, poderão ser as próprias organizações a “promover” de forma não intencional os “comportamentos de risco” dos seus trabalhadores, nomeadamente quando está em causa a produção (e, consequentemente, a incessante procura do lucro), sem olhar aos aspectos da segurança. Nestes contextos laborais o nível de desenvolvimento cultural relativamente à segurança e saúde é muito baixo e por isso torna-se difícil trabalhar o factor comportamental. A promoção de comportamentos seguros é algo relevante, mas a mudança de “comportamentos de riscos” para “comportamentos seguros” tem de ser algo visivelmente desejado pelas pessoas, caso contrário poderá não ser eficaz. Para analisar os comportamentos dos trabalhadores, em contexto organizacional, há que ter em atenção as suas próprias percepções de riscos, pois será mais provável que um trabalhador actue de forma segura sem conhecer os riscos aos quais se encontra exposto. Conhecer os perigos e os riscos é um pré-requisito para poder ter “comportamentos seguros”, embora este não seja o único factor. A percepção de risco é a atribuição de sentido à informação incorporada pelo indivíduo. Em prevenção o processo de percepção de risco é fundamental, uma vez que, este associado à segurança e saúde, está vinculado à capacidade dos indivíduos se relacionarem com os perigos de forma cuidadosa, evitando danos para a sua própria integridade física e psíquica (ou de um grupo), prevenindo acidentes e doenças. A conduta preventiva numa dada actividade encontra-se ao nível de consciência do indivíduo.



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