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«FICHA TÉCNICA Título Segurança e Higiene Ocupacionais - SHO 2012 - Livro de Resumos Autores/Editores Arezes, P., Baptista, J.S., Barroso, M.P., ...»

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1. INTRODUÇÃO As transformações do mercado de trabalho após a Revolução industrial que ocorreu em 1774, foram de tal forma evidentes que alteraram todo o quadro associado às doenças profissionais (DP). Mendes e Leite (2004) referem que antes da Revolução Industrial o esforço humano contribuía com cerca de 30% da energia utilizada nas fábricas e nas actividades agrícolas e que atualmente levam a que a taxa de esforço físico represente apenas 1% do total da energia gasta. Tal facto leva a que o trabalhador reduza o esforço físico durante a jornada de trabalho e atenue o cansaço físico mas, não havendo a respetiva compensação na solicitação muscular, transforma por completo o estilo de vida e promove o sedentarismo. Assim sendo, a falta de atividade física regular ganha proporções tremendas, de tal forma que estão descritas um conjunto de problemas de saúde relacionados com a falta de movimento que se designam por “doenças hipocinéticas” (Bouchard, 2003), e que estão na origem de inúmeros problemas de saúde dos quais se destacam a obesidade, hipercolesterolemia, a diabetes, acidentes vasculares cerebrais e cardiovasculares, entre outros (Bouchard, 2003; Souza, 2003). Neste quadro, para além das DP existe um quadro associado de doenças crónico degenerativas que importa prevenir e devem ser entendidas como um problema de saúde pública. Nos primórdios as DP traduziam apenas os acidentes de trabalho, no entanto, hoje em dia sabe-se que existe um conjunto alargado de problemas de saúde em ambiente laboral que estão relacionados com determinados fatores de risco (posturas inadequadas, os movimentos repetitivos e a pressão psicológica) e que põe em causa a saúde bem como a eficácia do trabalhador. Destes, as Lesões Músculo-Esqueléticas Relacionadas com o Trabalho (LMERT) estão descritas como as principais causas de absentismo e redução da produtividade, apresentando elevada prevalência nos diversos sectores de atividade (Airaksinen et al., 2006;

Bigos et al, 2009). A Agência Europeia para a Segurança e Saúde no Trabalho (EASHW, 2008) chama a atenção para a elevada prevalência de LMERT na Europa, pois 25% dos trabalhadores relatam sofrer de lombalgias e 23% queixam-se de dores musculares regulares. Outro aspeto a ter em conta, é que a maior incidência ocorre na faixa etária de maior produtividade, isto é, dos trinta aos quarenta anos, sendo maior no sexo feminino, devido ao aumento de mulheres no mercado de trabalho, mas essencialmente por questões hormonais, dupla jornada de trabalho e falta de capacidade muscular para realizar determinadas tarefas (Przysiezny, 2000). Em Portugal existem poucos estudos sobre a prevalência da doença profissional, porém, é possível reconhecer um aumento gradual do número de casos (APERGO, 2005). Por seu lado, a European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions (Giaccone, 2007), destaca que Portugal é o terceiro país na UE no qual os trabalhadores mais faltam devido a lesões músculo-esqueléticas. Neste sentido, este estudo procurou identificar a prevalência de sintomatologia músculo-esquelética em trabalhadores de uma empresa do sector metálo-mecância, que é um dos setores considerados de elevado risco para o desenvolvimento deste tipo de enfermidade (Bernard, 2007).

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Para avaliar a sintomatologia de dor e desconforto utilizou-se uma versão adaptada do Questionário Nórdico para as Lesões Músculo-esqueléticas validado para a população portuguesa por Mesquita et al. (2010), que considera a autoavaliação de dor e desconforto nas diferentes zonas corporais relativamente aos últimos 12 meses e aos últimos 7 dias. Os resultados da sua fiabilidade foram muito bons tendo os índices de correlação variado entre 0.7 e 1. A intensidade de dor/desconforto nos últimos 7 dias foi realizada com base na Escala Visual Analógica (EVA) de 10 pontos (Wewers & Lowe, 1990). A aplicação do questionário foi realizada por grupos de 20 trabalhadores, sob a orientação de um profissional devidamente treinado. Os dados foram tratados com base na percentagem de ocorrência ou prevalência. Foi utilizado o software SPSS versão 19.0.

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Gráfico 2. Prevalência de dor/desconforto no último ano e na última semana em diferentes regiões corporais.

No que se refere à prevalência de dor/desconforto no último ano, podemos constatar constatamos que as principais áreas referidas são: a lombar (48%), os punhos/mãos (34%) e os ombros (25%). De destacar que a prevalência de dor/desconforto segue a mesma tendência para a última semana: lombar (43%), punhos/mãos (29%) e os ombros (22%).

Outro estudo realizado numa Indústria metalo-mecânica (N= 104) também utilizando uma entrevista estruturada (similar

ao Questionário Nórdico) e exame físico, identificou prevalências inferiores para todas as regiões corporais (pescoço:

8,0%, ombros: 14,9%, cotovelos: 11,6%, mão/punho: 14,9%, lombar: 17,4%) (Hughes et al, 1997). Serranheira et al (2003) através do mesmo instrumento utilizado nesta pesquisa, ao avaliar trabalhadores de uma indústria de componentes automóveis, constatou prevalências bastantes superiores para as regiões do pescoço (70,8%), ombros (62,5%), cotovelos (26,9%) e punhos/mãos (70,5%). Já um estudo com carpinteiros apresentou prevalências de sintomatologia de LMERT entre 20% a 24%. Apesar de existirem poucos estudos que especificam o sector de actividade em causa, podemos identificar que tal tendência, ainda que em percentagens mais elevadas, é encontrada noutras pesquisas (Cunha-Miranda et al, 2010; Picote & Silveira, 2008; Ijzelenberg & Burdof, 2004).





Quando se comparam as tendências anuais com as da última semana pode-se perceber que não se encontram diferenças com significado estatístico (p=0,125) em nenhuma das regiões avaliadas, o que pode traduzir um padrão regular.

Nos trabalhadores que referiram sensação de dor/desconforto, foi realizada a avaliação da respetiva intensidade na última semana. Pela leitura do gráfico 3 é possível constatar o seguinte: (1) em todas as regiões corporais existe sensação de dor insuportável; (2) o nível de dor moderada (4 a 6 na escala EVA) é o mais prevalente em quase todas as regiões corporais, com exceção das regiões dos joelhos e do pescoço, onde a dor ligeira apresenta maior expressão; (3) a região do cotovelo é a que apresenta maior índice de dor insuportável, a região lombar a que tem maior índice de dor intensa e moderada e a região do pescoço é a que apresenta maior índice de dor ligeira. Serranheira et al (2003), também identifica presença de dor intensa em todas as zonas corporais, bem como a dor moderada como a mais prevalente, porém identifica região cervical a apresentar maior índice de dor intensa e moderada.

Considerando a elevada prevalência de dor/desconforto e a respectiva intensidade parece-nos óbvio que é urgente alterar algo. Como é do conhecimento geral um trabalhador com dor está doente e produz menos, no entanto, parece-nos que as estratégias de prevenção de doença profissional não estão ao nível do que a situação exige. Parece-nos urgente a instauração de um conjunto de medidas profiláticas que sirvam de elemento de prevenção e compensação para este problema de saúde que para além de trazer elevados custos às pessoas e respetivas famílias, são um prejuízo enorme para a economia dos países, e de difícil quantificação. Em todo o caso e de acordo com a EASHW (2008), a falta de ações efetivas de prevenção e promoção de saúde laboral no plano empresarial e a elevada prevalência de doenças profissionais contribui para um prejuízo líquido de 2% do PIB Europeu.

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4. CONCLUSÕES Apesar do estudo considerar apenas a população masculina, numa faixa etária relativamente jovem, constatamos que existe uma elevada prevalência de sintomatologia músculo-esquelética, particularmente nas regiões lombar (48%), punhos/mãos (34%) e ombros (25%). De realçar, por ser preocupante, o facto de em todas as regiões corporais existir sensação de dor insuportável. Nos trabalhadores que apresentaram sensação de dor/desconforto, o nível mais referido é o de “dor moderada” em quase todas as regiões corporais.

5. REFERÊNCIAS Airaksinen, O., Brox, J.I., Cedraschi, C. et al. (2006) European guidelines for the management of chronic non-specific low back pain.

European Spine Journal 15(Suppl 2), S192-S300.

APERGO (2005). http://www.apergo.pt/eventos/seminario2005/index.php Bernard, B. Musculoskeletal disorders and workplace factos. Cincinnati: NIOSH (2007).

Bigos, S. J., Holland, J., Holland, C., Webster, J. S., Battie, M., & Malmgren, J.A. (2009). High-quality controlled trials on preventing episodes of back problems: systematic literature review in working-age adults. Spine J,9(2),147-68.

Bouchard, C. (2003). Atividade Física e Saúde. Ed. Manole Brasil Cunha-Miranda L.; Carnide F.; Lopes MF. (2010). Prevalence of rheumatic occupational diseases - PROUD study. Acta Reumatol Port. Apr-Jun;35(2):215-26.

EASHW,European Agency Safety and Health at Work(2008) Work-related musculoskeletal disorders:prevention report.

Giaccone, M. (2007). Annual review of working conditions in the EU 2006-2007 European Foundation for the Improvement of Living and Working Conditions. Luxembourg: Office for Official Publications of the European Communities.

Hughes RE, Silverstein BA, Evanoff, BA. (1997). Risk Factors for Work-Related Musculoskeletal Disorders in an Aluminum Smelter.

American Journal of Industrial Medicine 32:66–7.

Ijzelenberg W.; Burdof A. (2004). Impact os musculoskeletal co-morbidity of neck and upper extremities on healthcare utilization and sickness absence for lowback pain. Occup Environ Med 61:801-810.

Lemasters GK, Atterbury MR, Booth-Jones AD, Bhattacharya A, Ollila-Glenn N, Forrester C, Forst L. (1998). Prevalence of work related musculoskeletal disorders in active union carpenters. Occup Environ Med. 55:421–427 Mendes, R; Leite, N. (2004). Ginástica Laboral: Princípios Aplicações Práticas. Barueri – SP: Manole Mesquita, C.; Ribeiro, J.; Moreira, P. (2010). Portuguese version of the standardized Nordic musculoskeletal questionnaire: cross cultural and reliability. J Public Health 18:461–466 Picoloto D.; Silveira E. (2008). Prevalência de sintomas osteomusculares e fatores associados em trabalhadoresde uma indústria metalúrgica de Canoas–RS. Cienc Saúde Coletiva 13(2): 507-16.

Przysiezny, W. (2000). Distúrbios osteomusculares relacionados ao trabalho: um enfoque ergonômico. Dynamis, 8(31);19-34 Serranheira, F.; Pereira, M.; Santos, C.; Cabrita, M. (2003). Auto-referência de sintomas de lesões músculo-esqueléticas ligadas ao trabalho (LMELT) numa grande empresa em Portugal. Revista Portuguesa de Saúde Pública. 2, 37-48.

Souza, I. (2003). Capacitação profissional em ginastica laboral: equipe Saúde em Ação. Campinas (Apostila).

Wewers M.E. & Lowe N.K. A critical review of visual analogue scales in the measurement of clinical phenomena. Research in Nursing and Health 13 (1990) 227-236. 1990 WHO (2002). The world health report 2002 - Reducing Risks, Promoting Healthy Life.

http://www.who.int/whr/2002/en/whr02_en.pdf

Occupational Safety and HygieneInternational Symposium on

Usage and effectiveness of Adaptive Cruise Control (ACC): a focus group study Piccinini, Giulio Francescoa, Simões, Anabelab, Rodrigues, Carlos Manuelc a UNIVERSITAS, Alameda das Linhas de Torres 179 1750-142 Lisboa PORTUGAL, email: g.f.piccinini@gmail.com;

b CIGEST, Rua Vitorino Nemésio 5 1750-306 Lisboa PORTUGAL, email: anabelasimoes@cigest.ensinus.pt;

c

Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Rua Dr. Roberto Frias s/n 4200-465 Porto PORTUGAL, email:

cmr@fe.up.pt

1. INTRODUCTION Adaptive Cruise Control (ACC) is an Advanced Driver Assistance (ADA) system brought to the market about 20 years ago in high-end vehicles, and becoming more and more widespread in modern cars during the last years. The system is designed so that the drivers of the car equipped with ACC can choose both the desired speed and headway to the preceding vehicle. In response to those settings selected by the users, the system adjusts the vehicle’s speed and headway by controlling fuel flow or by slightly braking, detecting the driver ahead through the frontal radar/laser sensor (SWOV, 2010).

Through the introduction of ACC, the longitudinal driving task is foreseen to become more comfortable for the drivers and, as a consequence, a global beneficial effect on road safety is expected. However, despite the partial or total automation of a task might decrease the operator’s workload, it will introduce a new task, the monitoring of the automatic system (Bainbridge, 1983). Applied to the situation of driving a car, the monitoring or supervisory role is especially critical because, in case of a failure during such activity, serious consequences on the road traffic might occur.

Based on this consideration, before and after the introduction in the market of ACC, researchers started experiments in order to investigate how the system might affect traffic safety.

Some of those studies revealed some negative effects such as the decrease in safety margins (Hoedemaeker & Brookhuis, 1998), the deterioration of lane keeping performance (Rudin-Brown & Parker, 2004) and the reduction of situation awareness (Stanton et. al., 1997). However, also positive effects were found, such as the reduction of driver’s workload (Stanton et. al., 1997; Hoedemaeker & Brookhuis, 1998; Rudin-Brown & Parker, 2004; Vollrath et al., 2011).



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